18.4.23

Faleceu Boris Fausto, um dos principais historiadores do país





O historiador, professor e cientista político Boris Fausto morreu hoje, em São Paulo, aos 92 anos de idade.




Fausto lecionou na Universidade de São Paulo (USP) e publicou diversos livros, alguns tornaram-se clássicos da historiografia e são essenciais para a compreensão da História brasileira. 

Assista ao Documentário sobre Boris Fausto


6.4.23

Até quando?

Infelizmente, os casos de violência escolar, em suas múltiplas formas, têm se multiplicado. Os relatos dessas ocorrências são diários, perturbadores, vão desde ameaças, intimidação, assédios e abusos até agressões físicas, danos ao patrimônio e assassinato.


Recentemente, testemunhamos tragédias em São Paulo e Santa Catarina, as quais apenas evidenciam a vulnerabilidade das escolas, tanto públicas quanto privadas. Nas escolas, entra quem quiser, não há segurança, todos estão amplamente expostos aos riscos da violência generalizada reinante no país.

Enquanto a violência avança, nossos líderes, investidos de poder e regiamente remunerados com todo tipo de privilégio que o dinheiro do contribuinte pode oferecer, nada fazem. Quando muito oferecem os pêsames às famílias das vítimas.

Imaginem só se as vidas humanas nas escolas recebessem a metade dos cuidados que pedaços de papel e de metal recebem nas fortalezas bancárias. Será que assistiríamos a massacres como o que ocorreu covardemente na região Sul do Brasil?

Enquanto o país continua imóvel, aguardando a boa vontade de Suas Excelências, e não trata, com a devida profundidade, a raiz do mal - desigualdade social, concentração de renda, falta de oportunidades e má qualidade educacional - algumas medidas se fazem necessárias e urgentes para proteger as vidas que frequentam e dependem das escolas, a saber:

1. Contratação de mão de obra com treinamento em segurança escolar;
2. Adoção de dispositivos detectores de metais, pelo bem de todos na escola;
3. Parceria das comunidades, que precisam abraçar de vez as escolas e os educadores, tornando-se aliadas do processo de ensino e não rivais.

E então, senhoras e senhores políticos, vamos trabalhar?

Trabalhar: Empenhar-se para; esforçar-se por. Tornar progressivamente mais perfeito ou elaborado. Representar.   (AULETE online).


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