Blog mantido para preservar o trabalho do Professor e Historiador Rodolfo Alves Pereira. O site mantém registros de algumas de suas publicações e trabalhos apresentados em Congressos e Eventos acadêmicos e Educacionais, nos quais deixou valiosas contribuições acerca da Metodologia e do Ensino de História na Educação Básica. Também contém registros de algumas de suas experiências didático-pedagógicas mais importantes, além de projetos desenvolvidos nas escolas onde atuou.
1.3.23
8.10.21
Escola tem projeto selecionado
29.4.21
Cerol não é legal (2021)
Aqui no Carmo (RJ), usar cerol ou similar é proibido por lei (Lei 2054/2019).
Na escola nós trabalhamos, anualmente, o Projeto "Cerol não é legal", com o objetivo de discutir a questão com os alunos e promover a conscientização sobre os riscos do uso do cerol.
Numa das atividades do projeto deste ano, os alunos fizeram um panfleto para sensibilizar as pessoas.
21.11.20
Trabalho sobre Qualificação Profissional
A busca por qualificação profissional deve ser uma constante para quem quer entrar e se manter no mercado de trabalho.
O tema foi objeto de estudo nas aulas de Intervenção e Pesquisa, com o 3° ano do Ensino Médio do CIEP 280. Em uma das atividades, os alunos tiveram que elaborar infográficos, combinação de elementos textuais e imagéticos com a finalidade de organizar e facilitar a exposição de ideias e conhecimento.
O trabalho abaixo foi profuzido pelas da turma 3001. Elas utilizaram, além de sua criatividade e talento, informações do texto-base sugerido na aula e o aplicativo Canva para criar um infográfico. Merecem nota 10, concordam?
Mais infográficos sobre qualificação profissional!
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12.11.20
Cerol não é legal: arte e expressão
No projeto "Cerol não é legal" da turma 2002, fizemos uma releitura da pintura "Meninos soltando pipa", de Cândido Portinari (1903-1962).
Curiosidade: a pintura original foi leiloada em 2013, em Nova Iorque, por 1,4 milhão de dólares! O quadro foi pintado em 1943.
Os alunos e alunas usaram a criatividade e o talento para fazer a releitura manual ou usando recursos digitais. O resultado final foi este:
5.11.20
Projeto "CalçaCarmo" recebe o apoio da Senadora Mara Gabrilli
A Senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) enviou um vídeo para os alunos da turma 2002, do CIEP 280, responsáveis pelo projeto "CalçaCarmo: por um caminhar seguro".
A Senadora Mara Gabrilli é um ícone da luta a favor da acessibilidade e da democratização dos espaços públicos. Graças aos seus esforços, o cuidado com as calçadas tornou-se uma responsabilidade do poder público nos municípios.
Muito obrigado pelo apoio, Senadora Mara. Parabéns aos alunos da turma 2002 pelo protagonismo estudantil e exemplo de cidadania.
27.9.20
CalçaCarmo: fotos dos problemas identificados no entorno da escola
CalçaCarmo: por um caminhar seguro é o projeto de Intervenção e Pesquisa da turma 2002, 2º ano do Ensino Médio do CIEP 280.
A ideia surgiu após a turma identificar a falta de calçamento, acessibilidade e sinalização como aspectos vulneráveis do entorno da escola.
As fotos abaixo ilustram bem o problema:
Diagnosticado o problema, a turma vem pensando em ideias e possíveis soluções. A primeira ação do projeto já foi realizada: chamar a atenção do poder público, por meio de uma mensagem eletrônica endereçada ao presidente da Câmara dos Vereadores.
Aguardamos uma resposta e na próxima semana trabalharemos com outras ações visando à conscientização da comunidade sobre a importância do assunto!
8.7.20
Vamos (Precisamos) falar sobre Reforma Tributária
1.5.20
Arte & Expressão: cidadania e direitos sociais
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26.12.19
Educação Empreendedora e o desenvolvimento de competências para viver e trabalhar no século XXI
11.1.19
Conheça o empreendedorismo, o novo norte da Educação
O ensino do empreendedorismo não é uma invenção brasileira. Desde o início do século XXI, órgãos internacionais têm proposto a educação empreendedora para enfrentar problemas ligados à empregabilidade. A UNESCO apresentou em 2004 um quinto pilar para a Educação: "aprender a empreender".
Segundo o SEBRAE, o empreendedorismo é "a habilidade de se conceber e estabelecer algo partindo de muito pouco ou quase nada".
O neoliberalismo introduzido no Brasil nos anos 1990 repercutiu nas políticas educacionais, permitindo a existência de parcerias entre o setor público e o privado. O melhor exemplo de tal repercussão é o caso do Instituto Ayrton Senna, o qual tem firmado acordos com diversas redes educacionais de estados e municípios. O Instituto defende a reforma da educação, oferta materiais, treina gestores e professores, sobretudo, sob uma orientação com uma perspectiva mercadológica, desconsiderando os interesses e as identidades das comunidades (Sobre o papel do Instituto Ayrton Senna na Educação ver o excelente artigo de pesquisadores da USP, disponível aqui).
Esse novo paradigma educacional vem no bojo de uma onda conservadora, que defende o abandono de uma escola crítica e cidadã. O projeto "Escola sem partido" é bastante ilustrativo do atual contexto, ao defender uma educação que restringe o ensino e o debate de certos assuntos religiosos, culturais e políticos nas salas de aula, sob o pretexto de se priorizar um ensino neutro.
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| Informais ganham 40% menos. Leia a matéria completa clicando aqui. |
Segundo o PNAD, a informalidade no Brasil têm crescido à medida em que o ritmo do crescimento econômico segue lento, assim o emprego formal cai. No país, atualmente, temos 37,3 milhões de pessoas na informalidade, são cidadãos que recebem 40% menos do que aqueles que possuem carteira assinada (Ver gráfico abaixo). No grupo dos trabalhadores informais estão pessoas sem registros, sem carteira assinada, empreendedores, pessoas que fazem "bico" comercializando produtos na rua ou por meio da internet.
25.5.15
Prepare-se para o ENEM
3.3.15
Produção de texto sobre o Cangaço
O cangaço foi um movimento ocorrido no sertão nordestino entre o final do século XIX até o início da década de 1940. Esse fenômeno pode ser explicado pelo conceito de banditismo social, já que muitos cangaceiros recorriam à vida do crime devido aos inúmeros problemas sociais enfrentados pela região Nordeste.
Aliás, alguns dos antigos problemas da região são enfrentados até os dias atuais, só que em menores proporções, como a falta de água, infraestrutura, saneamento básico, segurança, educação, enfim a ausência do Estado em locais onde ele é necessário.
O Cangaço teve como principal nome Virgulino Ferreira da Silva, o famoso Lampião, que comandou o bando de cangaceiros mais temido do Sertão entre as décadas de 1920 a 1930.
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| Maria Bonita e Lampião ladeados por dois cangaceiros do bando. |
Além do grupo de Lampião, havia outros bandos que se formaram no Nordeste. Eles tinham objetivos diversos: alguns entravam nessa vida buscando vingança, outros prestavam serviços para os coronéis, ou seguiam para o cangaço para obter dinheiro, por meio de roubos, sequestros e assassinatos, como forma de sobreviver em uma região abandonada pelas autoridades.
Os bandos não tinham moradia fixa, vivam vagando pelo sertão e, geralmente, não passavam mais do que uma noite no mesmo lugar, caso contrário poderiam facilitar a descoberta de seus esconderijos pelas forças policiais.
Lampião e seu bando incomodavam bastante as autoridades locais, por isso foram perseguidos pela polícia, que tentava, sem sucesso, capturá-los. O governo da Bahia chegou até oferecer uma recompensa em dinheiro para quem entregasse Lampião às autoridades, vivo ou morto.
Em 1938, no Sergipe, Lampião, sua esposa - Maria Bonita - e outros de seus companheiros foram mortos pela polícia, após sofrerem uma emboscada. Depois de mortos, ele e outros membros de seu bando tiveram suas cabeças cortadas de seus corpos e, em seguida, elas foram expostas em várias cidades do Nordeste.
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| Exposição de Cabeças de cangaceiros do Bando de Lampião, mortos em 1938. |
Após a morte de Lampião, outros bandos de cangaceiros continuaram a agir, mas sem obter grande repercussão. No início da década de 1940, o cangaço chegou ao fim. O país era governado por Getúlio Vargas, que determinou a repressão de qualquer grupo que ameaçasse a ordem nacional.
Vargas também colocou em prática o processo de industrialização, acelerou a urbanização do Brasil e muitos migrantes deixaram a região nordeste para tentar conseguir emprego e melhores condições de vida no Sudeste.
23.1.15
De volta ao Ensino Médio tradicional
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| RESOLUÇÃO SEE Nº 2.742, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. |
Nesse imbróglio, vejo outro grave problema, que é a incapacidade política de elaborar e manter programas educacionais eficazes funcionando a longo prazo. O entra e sai da política, naturalmente, impede a continuidade de medidas iniciadas por governos rivais, quem sofre com isso é a população. Portanto, acho que nós - SOCIEDADE - devemos assumir a Educação como prioridade em nossas vidas.
Embora a presidenta do país tenha declarado "Brasil, pátria educadora", sabemos que a frase não passará de efeito para as massas. Estamos muito longe de ter a Educação Básica com a qualidade almejada e não podemos continuar refém dos interesses políticos e partidários, os quais têm trazido tantos prejuízos para o país e para o povo brasileiro.
E vamos lembrar que filho de político não estuda em escola pública, por isso conclamamos a sociedade a assumir o controle da Educação Brasileira, tirando nosso futuro das mãos de gente mesquinha que só se preocupa em tirar proveito da coisa pública para benefício próprio.
Leia mais sobre o encerramento do Reinventando o Ensino Médio clicando aqui.
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