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8.10.21

Escola tem projeto selecionado




Alunos e alunas da E. E. Luiz Salgado Lima irão participar de um projeto de iniciação científica, aprovado pela Secretaria de Estado de Educação (a lista dos projetos aprovados está disponível aqui).


A iniciativa terá duração de dez meses e a previsão de diversas atividades com o objetivo de  fomentar o protagonismo juvenil e o desenvolvimento de competências e habilidades inerentes à pesquisa.

O projeto da escola abordará a História Local, com o título: "Caso de saúde: o quadro geral de Leopoldina, na zona da Mata mineira, sob a ótica do médico-sanitarista Irineu Lisbôa, nos anos 1910-1930".

29.4.21

Cerol não é legal (2021)


Aqui no Carmo (RJ), usar cerol ou similar é proibido por lei (Lei 2054/2019).

Na escola nós trabalhamos, anualmente, o Projeto "Cerol não é legal", com o objetivo de discutir a questão com os alunos e promover a conscientização sobre os riscos do uso do cerol.

Numa das atividades do projeto deste ano, os alunos fizeram um panfleto para sensibilizar as pessoas. 



21.11.20

Trabalho sobre Qualificação Profissional

A busca por qualificação profissional deve ser uma constante para quem quer entrar e se manter no mercado de trabalho.

O tema foi objeto de estudo nas aulas de Intervenção e Pesquisa, com o 3° ano do Ensino Médio do CIEP 280. Em uma das atividades, os alunos tiveram que elaborar infográficos, combinação de elementos textuais e imagéticos com a finalidade de organizar e facilitar a exposição de ideias e conhecimento. 

O trabalho abaixo foi profuzido pelas da turma 3001. Elas utilizaram, além de sua criatividade e talento, informações do texto-base sugerido na aula e o aplicativo Canva para criar um infográfico. Merecem nota 10, concordam? 

Mais infográficos sobre qualificação profissional!






12.11.20

Cerol não é legal: arte e expressão

No projeto "Cerol não é legal" da turma 2002, fizemos uma releitura da pintura "Meninos soltando pipa", de Cândido Portinari (1903-1962).



Curiosidade: a pintura original foi leiloada em 2013, em Nova Iorque, por 1,4 milhão de dólares! O quadro foi pintado em 1943.

Os alunos e alunas usaram a criatividade e o talento para fazer a releitura manual ou usando recursos digitais. O resultado final foi este:







5.11.20

Projeto "CalçaCarmo" recebe o apoio da Senadora Mara Gabrilli

A Senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) enviou um vídeo para os alunos da turma 2002, do CIEP 280, responsáveis pelo projeto "CalçaCarmo: por um caminhar seguro".


O projeto já foi encaminhado para a Câmara dos
Vereadores e para a prefeitura do Carmo-RJ. Agora aguardamos a execução das melhorias nas ruas e no calçamento no entorno da escola.
A Senadora Mara Gabrilli é um ícone da luta a favor da acessibilidade e da democratização dos espaços públicos. Graças aos seus esforços, o cuidado com as calçadas tornou-se uma responsabilidade do poder público nos municípios.

Muito obrigado pelo apoio, Senadora Mara. Parabéns aos alunos da turma 2002 pelo protagonismo estudantil e exemplo de cidadania.

27.9.20

CalçaCarmo: fotos dos problemas identificados no entorno da escola

CalçaCarmo: por um caminhar seguro é o projeto de Intervenção e Pesquisa da turma 2002, 2º ano do Ensino Médio do CIEP 280.

A ideia surgiu após a turma identificar a falta de calçamento, acessibilidade e sinalização como aspectos vulneráveis do entorno da escola.

As fotos abaixo ilustram bem o problema:










Diagnosticado o problema, a turma vem pensando em ideias e possíveis soluções. A primeira ação do projeto já foi realizada: chamar a atenção do poder público, por meio de uma mensagem eletrônica endereçada ao presidente da Câmara dos Vereadores.

Aguardamos uma resposta e na próxima semana trabalharemos com outras ações visando à conscientização da comunidade sobre a importância do assunto!

8.7.20

Vamos (Precisamos) falar sobre Reforma Tributária

A economista Monica De Bolle ministrou uma verdadeira aula sobre o modelo regressivo da tributação brasileira e também apontou caminhos que os parlamentares devem observar para reformar o sistema tributário nacional. Assista:



1.5.20

Arte & Expressão: cidadania e direitos sociais

Numa das atividades do Projeto de Educação Fiscal do CIEP 280, os alunos do Ensino Médio assistiram ao clipe do Gabriel o Pensador, com a música Até quando?

Depois de refletirem sobre a letra da música fizeram um trabalho artístico expondo problemas e a precariedade de Direitos Sociais. Vejam só:



















26.12.19

Educação Empreendedora e o desenvolvimento de competências para viver e trabalhar no século XXI

Segundo uma publicação do National Research Council, dos EUA, as competências que os jovens precisam desenvolver para viver e trabalhar no século XXI estão distribuídas em três domínios.

O primeiro domínio é o cognitivo. Nesse aspecto, está a capacidade de interpretação, habilidade de escutar entre outras que são desenvolvidas na escola por meio dos métodos tradicionais de ensino.

O segundo domínio é o intrapessoal. Como o indivíduo lida consigo mesmo e com suas emoções? Ele é perseverante e sabe ser flexível frente às diferentes situações que o mundo lhe impõe?

O terceiro domínio é o interpessoal. Nessa área, importantíssima, o indivíduo precisa interagir com as demais pessoas, comunicar-se bem, com clareza e eficácia, e ter empatia. 

A ideia é que as competências sejam trabalhadas, dentro e fora de sala de aula, em ambientes que favoreçam sua interseção para que ocorra o pleno desenvolvimento dos alunos. 



11.1.19

Conheça o empreendedorismo, o novo norte da Educação

Empreendedorismo é um conceito ligado ao mundo dos negócios,  entretanto,  nos últimos anos a palavra está cada vez mais presente nas escolas públicas.

Redes públicas de ensino têm adotado a bandeira da educação empreendedora. Com isso, o objetivo da escola passa a ser o de formar jovens empreendedores.

Mas, afinal, o que significa empreendedorismo?

A origem etimológica da palavra é antiga, no século XII sua tradução no inglês - intrepre-neur - associava-se às pessoas de negócios e também poderia se referir a quem incentivava brigas. No século XVII, o empreendedor tomava decisões militares. No início do século seguinte, a palavra designava criadores e executores de projetos. O economista austríaco Joseph Schumpeter (1883-1950), denominou de empreendedor o indivíduo que promove a inovação e o desenvolvimento econômico. Fernando Dolabela, escritor brasileiro, vai além, vê o empreendedorismo não só no campo econômico, mas também no social. Para ele, o indivíduo é naturalmente um empreendedor, porém tal habilidade precisa ser ensinada seguindo uma metodologia distinta do modelo tradicional de Educação. (Leia mais clicando aqui).   

O ensino do empreendedorismo não é uma invenção brasileira. Desde o início do século XXI, órgãos internacionais têm proposto a educação empreendedora para enfrentar problemas ligados à empregabilidade. A UNESCO apresentou em 2004 um quinto pilar para a Educação: "aprender a empreender".

Segundo o SEBRAE, o  empreendedorismo é "a habilidade de se conceber e estabelecer algo partindo de muito pouco ou quase nada".  

Nesse sentido, a escola empreendedora deve formar alunos com a capacidade de criar negócios criativos e rentáveis, mesmo contando com poucos recursos, falta de apoio ou capitais escassos. O empreendedor é um visionário, corre riscos, aposta e investe na criatividade e na inovação para superar as adversidades econômicas e sociais.

O neoliberalismo introduzido no Brasil nos anos 1990 repercutiu nas políticas educacionais, permitindo a existência de parcerias entre o setor público e o privado. O melhor exemplo de tal repercussão é o caso do Instituto Ayrton Senna, o qual tem firmado acordos com diversas redes educacionais de estados e municípios. O Instituto defende a reforma da educação, oferta materiais, treina gestores e professores, sobretudo, sob uma orientação com uma perspectiva mercadológica, desconsiderando os interesses e as identidades das comunidades (Sobre o papel do Instituto Ayrton Senna na Educação ver o excelente artigo de pesquisadores da USP, disponível aqui).   

Esse novo paradigma educacional vem no bojo de uma onda conservadora, que defende o abandono de uma escola crítica e cidadã. O projeto "Escola sem partido" é bastante ilustrativo do atual contexto, ao defender uma educação que restringe o ensino e o debate de certos assuntos religiosos, culturais e políticos nas salas de aula, sob o pretexto de se priorizar um ensino neutro.

Acrescente a esse panorama a crise econômica do país,  o índice alarmante de desemprego e o aumento da informalidade, além disso existem as reformas políticas que estão em curso, cujo objetivo é reduzir o papel do Estado, em setores como a Previdência e a flexibilização de direitos e garantias trabalhistas.

A educação empreendedora é voltada para às massas populares, as camadas mais baixas da sociedade. Justamente o segmento que mais necessita do amparo estatal para ter acesso à saúde, à educação, à segurança e ao emprego. 

Diversos pesquisadores e acadêmicos apontam que a educação empreendedora, dentro do sistema Capitalista, seria uma maneira de atender às classes populares, formando mão de obra sem qualificação, voltada  à informalidade ou para o preenchimento de vagas no mercado de trabalho com baixa remuneração. Aqueles que ficam sem espaço no mercado de trabalho, muitos jovens e famílias, recorrem à informalidade, vide a expansão de pequenos negócios, serviços e comércios, instalados nas ruas ou nas próprias residências, como salões de beleza, lanchonetes, restaurantes entre outros. 


Reginaldo, de 41 anos, encontrou na informalidade a saída para driblar o desemprego. — Foto: Marcelo Brandt/G1
Informais ganham 40% menos. Leia a matéria completa clicando aqui.

Segundo o PNAD, a informalidade no Brasil têm crescido à medida em que o ritmo do crescimento econômico segue lento, assim o emprego formal cai. No país, atualmente, temos 37,3 milhões de pessoas na informalidade, são cidadãos que recebem 40% menos do que aqueles que possuem carteira assinada (Ver gráfico abaixo). No grupo dos trabalhadores informais estão pessoas sem registros, sem carteira assinada, empreendedores, pessoas que fazem "bico" comercializando produtos na rua ou por meio da internet. 



Enquanto nas escolas particulares e educandários de elite o foco do ensino médio é o ENEM e os vestibulares, as escolas públicas empobrecem seus currículos, subtraindo matérias consideradas menos importantes, como a Filosofia, a História e a Sociologia. Elas são substituídas por disciplinas "técnicas", que ensinam o aluno a se inserir no mercado ou criar seus próprios negócios. Tornou-se comum em algumas escolas, as quais adotaram o empreendedorismo a realização de feiras, com alunos fazendo doces, salgados, pizzas e afins para vender. Ora, será que é isso o fim último da escola? É essa educação que os pais almejam para seus filhos, os quais após obterem o certificado escolar estarão aptos à abrir um negócio em casa com rentabilidade incerta e sem nenhum tipo de amparo do Estado e proteção social? São questões para reflexão e debate na comunidade escolar. 

O fato é que as vagas de bons empregos e de concursos públicos com maiores remunerações destinam-se a uma classe privilegiada, com algumas exceções, que teve acesso à boas escolas e depois ao ensino superior. São esses indivíduos que ocuparão os melhores cargos no mercado ou nas diversas funções públicas do Estado brasileiro.

25.5.15

Prepare-se para o ENEM

Estão abertas as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

O prazo é de 25/05 até 05/06. Clique aqui para se inscrever.



O Blog está sempre de olho no exame, então selecionamos para você nossas postagens com questões resolvidas dos últimos anos do ENEM.

Confira:






Bom estudo e boa prova para todos!

3.3.15

Produção de texto sobre o Cangaço

Costumo afirmar que escrever é uma arte. E eu me apaixonei por essa forma de arte, embora reconheça minhas limitações e me identifique apenas como um escriba esforçado.



Na disciplina de História, sempre falamos para o aluno que a chave do aprendizado do conteúdo é ler e escrever. Não basta ouvir a aula do professor, é preciso escrever sobre o tema para assimilá-lo com mais efetividade.

Pedimos aos alunos para exercitarem a escrita após o estudo do Cangaço no Brasil e já estamos pensando na Redação do ENEM, cujo valor corresponde a 50% da nota da prova.

Os alunos escreveram textos muito bons. Reproduziremos abaixo um deles, escrito por uma estudante do 3º ano do Ensino Médio, sala 10.

O cangaço

O cangaço foi um movimento ocorrido no sertão nordestino entre o final do século XIX até o início da década de 1940. Esse fenômeno pode ser explicado pelo conceito de banditismo social, já que muitos cangaceiros recorriam à vida do crime devido aos inúmeros problemas sociais enfrentados pela região Nordeste.

Aliás, alguns dos antigos problemas da região são enfrentados até os dias atuais, só que em menores proporções, como a falta de água, infraestrutura, saneamento básico, segurança, educação, enfim a ausência do Estado em locais onde ele é necessário.

O Cangaço teve como principal nome Virgulino Ferreira da Silva, o famoso Lampião, que comandou o bando de cangaceiros mais temido do Sertão entre as décadas de 1920 a 1930.

Maria Bonita e Lampião ladeados por dois cangaceiros do bando.

Além do grupo de Lampião, havia outros bandos que se formaram no Nordeste. Eles tinham objetivos diversos: alguns entravam nessa vida buscando vingança, outros prestavam serviços para os coronéis, ou seguiam para o cangaço para obter dinheiro, por meio de roubos, sequestros e assassinatos, como forma de sobreviver em uma região abandonada pelas autoridades.

Os bandos não tinham moradia fixa, vivam vagando pelo sertão e, geralmente, não passavam mais do que uma noite no mesmo lugar, caso contrário poderiam facilitar a descoberta de seus esconderijos pelas forças policiais.


Lampião e seu bando incomodavam bastante as autoridades locais, por isso foram perseguidos pela polícia, que tentava, sem sucesso, capturá-los. O governo da Bahia chegou até oferecer uma recompensa em dinheiro para quem entregasse Lampião às autoridades, vivo ou morto.

Em 1938, no Sergipe, Lampião, sua esposa - Maria Bonita - e outros de seus companheiros foram mortos pela polícia, após sofrerem uma emboscada. Depois de mortos, ele e outros membros de seu bando tiveram suas cabeças cortadas de seus corpos e, em seguida, elas foram expostas em várias cidades do Nordeste.

Exposição de Cabeças de cangaceiros do Bando de Lampião, mortos em 1938. 

Após a morte de Lampião, outros bandos de cangaceiros continuaram a agir, mas sem obter grande repercussão. No início da década de 1940, o cangaço chegou ao fim. O país era governado por Getúlio Vargas, que determinou a repressão de qualquer grupo que ameaçasse a ordem nacional.

Vargas também colocou em prática o processo de industrialização, acelerou a urbanização do Brasil e muitos migrantes deixaram a região nordeste para tentar conseguir emprego e melhores condições de vida no Sudeste.


23.1.15

De volta ao Ensino Médio tradicional

Ao que tudo indica, o polêmico Programa "Reinventando o Ensino Médio", implementando pelo governo de Anastasia, chegou ao fim.

Com mais uma Resolução publicada, após quase um mês de exercício, a nova Secretária estabeleceu os parâmetros para os conteúdos e carga horária do Ensino Médio (Ver tabela abaixo).

RESOLUÇÃO SEE Nº 2.742, DE 22 DE JANEIRO DE 2015.

Note que nem na tabela e nem no texto da Resolução constam as disciplinas do Reinventando o Ensino Médio, aquelas denominadas "áreas de empregabilidade". Aqui na Escola Estadual Luiz Salgado Lima, vivemos essa experiência com as turmas do 1º ano do Ensino Médio. Tínhamos turmas de Turismo e de Comunicação Aplicada.

Eu fui escolhido pela direção da escola para ministrar as aulas de Turismo, uma matéria que tem muitas afinidades e algumas relações com minha disciplina de formação, que é a História.

Passamos o maior aperto para procurar material, elaborar atividades, provas, montar apresentações de slides, baixar vídeos na internet sobre o tema etc. Apesar do trabalho duro, demos conta do recado, graças a Deus. Fizemos o melhor possível e as provas deste trabalho estão espalhadas aqui pelo Blog, com vasto conteúdo publicado sobre o Turismo, enfocando os aspectos locais, regionais, nacionais e internacionais.



Enfim, mesmo sem receber nenhum tipo de curso prévio ou capacitação, materiais e recursos adequados para se trabalhar um programa novo, tentamos, com nossos próprios meios, levá-lo adiante.

O que estamos querendo dizer é o que o tal Reinventando o Ensino Médio já nasceu fadado ao fracasso. As matérias pouco agregavam ao currículo dos estudantes, que estão mais preocupados com o ENEM; O Programa foi implantando "goela abaixo" pelo governo, sem nenhum diálogo com a comunidade escolar e com os professores, algo típico do governo anterior; Por fim, a criação de um sexto horário para o 1º ano do Ensino Médio foi problemático devido à falta de transporte e estrutura das escolas para ficar com os alunos por mais tempo.


Alunos da Rede Estadual dão depoimento sobre os problemas vividos no Reinventando o Ensino Médio.

Aperfeiçoar o Ensino Médio é necessário. É fato que este segmento precisa se tornar mais atrativo para manter os alunos na escola, reduzindo os elevados índices de evasão da modalidade, cerca de 10%. 
Para isso é preciso estruturar as escolas, oferecer aulas de informática - com computadores e internet funcionando; esporte com material esportivo adequado; lanche e uma refeição completa; garantir formação continuada de qualidade para os docentes e remunerar adequadamente os professores, pagando, no mínimo, o piso salarial para todos os educadores que estiverem em sala de aula. Em suma, necessitamos de mais investimentos e melhor uso do dinheiro público na Educação.

Nesse imbróglio, vejo outro grave problema, que é a incapacidade política de elaborar e manter programas educacionais eficazes funcionando a longo prazo. O entra e sai da política, naturalmente, impede a continuidade de medidas iniciadas por governos rivais, quem sofre com isso é a população. Portanto, acho que nós - SOCIEDADE - devemos assumir a Educação como prioridade em nossas vidas.
Embora a presidenta do país tenha declarado "Brasil, pátria educadora", sabemos que a frase não passará de efeito para as massas. Estamos muito longe de ter a Educação Básica com a qualidade almejada e não podemos continuar refém dos interesses políticos e partidários, os quais têm trazido tantos prejuízos para o país e para o povo brasileiro.

E vamos lembrar que filho de político não estuda em escola pública, por isso conclamamos a sociedade a assumir o controle da Educação Brasileira, tirando nosso futuro das mãos de gente mesquinha que só se preocupa em tirar proveito da coisa pública para benefício próprio.

Não tem mágica, tem que haver é uma política social séria, construída democraticamente, para que o Ensino Médio seja fortalecido e que os jovens formandos recebam uma formação intelectual, acadêmica e moral mais sólida e que assim possam contribuir para melhorar nossa sociedade, seguindo com suas vidas, seja para o nível técnico, superior ou para o mercado de trabalho.

Leia mais sobre o encerramento do Reinventando o Ensino Médio clicando aqui.

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