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18.12.24

Você é o que você come

O mundo do trabalho alterou a forma como as pessoas se relacionam com o tempo. O dia a dia é cada vez mais acelerado e é comum escutarmos a expressão "não tenho tempo para nada".


Sem tempo sobrando, muitos trabalhadores recorrem ao fast food, um modo de se alimentar mais rápido e economizar tempo. 

Esses restaurantes estão presentes em todas as grandes cidades e facilitam a vida de quem têm pressa. 

Afinal, muitos de nós não consegue fazer as refeições em casa e não dispõe de tempo para cozinhar e saborear os alimentos.

Contudo, os alimentos oferecidos por estes estabelecimentos são criticados pelos médicos e profissionais da nutrição, devido à baixa qualidade nutricional. Há muito sal, açúcar e gorduras nas refeições rápidas,  os quais podem trazer inúmeros prejuízos à saúde.

Em 1986, foi fundado na Itália uma associação chamada Slow Food, que defende uma mudança no comportamento das pessoas e na relação que elas estabelecem com os alimentos. A padronização alimentar imposta pelos tempos atuais tem diminuído o interesse pela culinária regional e por suas tradições. 


A Slow Food posiciona-se a favor do direito da pessoa de se alimentar com prazer, desfrutando de alimentos preparados com ingredientes de qualidade. Deve-se respeitar o meio ambiente,  as tradições culturais e todos envolvidos na produção dos alimentos.


Graças aos princípios importantes defendidos pela Slow Food, esta associação tornou-se internacional e está presente em diversos países e conta com apoiadores em centenas de países. 




O desafio é imenso e a reflexão sobre nossos hábitos alimentares e a necessidade de mudanças são fundamentais para quem almeja uma vida mais equilibrada e saudável. 

1.5.20

Arte & Expressão: cidadania e direitos sociais

Numa das atividades do Projeto de Educação Fiscal do CIEP 280, os alunos do Ensino Médio assistiram ao clipe do Gabriel o Pensador, com a música Até quando?

Depois de refletirem sobre a letra da música fizeram um trabalho artístico expondo problemas e a precariedade de Direitos Sociais. Vejam só:



















13.1.18

Redução da carga horária de trabalho




A manchete acima é uma proposta de um sindicato alemão, representante de trabalhadores do setor industrial.
A carga horária atual deles é de 35 horas/semana.

O Brasil, com sua tradição de explorar a mão de obra, flexibilizou a legislação trabalhista para que a carga horária do trabalhador possa atingir 12 horas ao dia. Um absurdo!

O carnaval se aproxima, a manchete não combina muito com o momento que vivemos no Brasil. Então que tal a marchinha abaixo que guarde alguma conexão com a nossa realidade?!


Eu trabalhei como um louco,
Até fiz calo na mão,
E eu, pobre sem tostão,
O meu patrão ficou rico,
Trabalhar, eu não, eu não !
Foi por isso que agora,
Eu mudei de opinião.
Trabalhar, eu não, eu não !

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Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa

Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...