27.9.20

CalçaCarmo: fotos dos problemas identificados no entorno da escola

CalçaCarmo: por um caminhar seguro é o projeto de Intervenção e Pesquisa da turma 2002, 2º ano do Ensino Médio do CIEP 280.

A ideia surgiu após a turma identificar a falta de calçamento, acessibilidade e sinalização como aspectos vulneráveis do entorno da escola.

As fotos abaixo ilustram bem o problema:










Diagnosticado o problema, a turma vem pensando em ideias e possíveis soluções. A primeira ação do projeto já foi realizada: chamar a atenção do poder público, por meio de uma mensagem eletrônica endereçada ao presidente da Câmara dos Vereadores.

Aguardamos uma resposta e na próxima semana trabalharemos com outras ações visando à conscientização da comunidade sobre a importância do assunto!

25.9.20

Quem vai se responsabilizar pela destruição no Pantanal?

Parece que alguns dos verdadeiros  culpados responderão à Justiça pelos crimes cometidos contra o Pantanal e o patrimônio natural brasileiro. 






Lugares onde Dr. Irineu Lisbôa (1894-1986) exerceu a medicina como Sanitarista


Cidades e regiões de Minas Gerais onde Dr. Irineu Lisbôa trabalhou entre 1918-1948

Mata: Leopoldina, Além Paraíba, Juiz de Fora e Ubá.
Sul: Santa Rita do Sapucaí, Itajubá e Pouso Alegre.
Centro-Oeste de Minas: Divinópolis.
Triângulo: Uberlândia.

24.9.20

Evento acadêmico: Fórum Discente e de Egressos do Programa de Pós-graduação em História

Estão abertas as inscrições para os Fóruns do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Salgado de Oliveira. 

Para mais informações, clique na imagem abaixo:





18.9.20

Como cuidamos de nossas calçadas?

As calçadas funcionam como a "pele" da cidade. Se forem bem cuidadas, elas tem um aspecto bonito e favorecem a circulação de pessoas com segurança.

No entanto, nem sempre as pessoas dão a devida atenção que as calçadas merecem, essa foi a conclusão que os alunos da turma 2002 chegaram ao discutir um dos problemas do entorno da escola, o CIEP 280.



As vezes encontramos lixo nas calçadas, buracos, degraus, falta de calçamento e de acessibilidade. Isso tudo dificulta o ir e vir dos alunos do CIEP 280, os quais acabam disputando trechos das ruas com os veículos. A situação é perigosa e pode ocasionar acidentes e ferir as pessoas.



Outro grave problema detectado pelos estudantes foi a ausência de sinalização vertical e horizontal para regular o trânsito. A falta da sinalização compromete o fluxo do trânsito e coloca os pedrestes em risco, sobretudo as crianças e os idosos. 



A proposta da disciplina Intervenção e Pesquisa do 2° ano do Ensino Médio é promover a reflexão e a ação sobre o "mundo" ao redor da escola. Problemas como os relatados acima tornaram-se parte da rotina da população, logo acabam despercebidos e caem no esquecimento. Por isso, estamos estudando, discutindo e elaborando projetos e propostas para sensibilizar os moradores e as autoridades municipais acerca da importância e da urgência da falta de calçamento adequado e de sinalização escolar. Esperamos proporcionar mais segurança e qualidade de vida para todos, membros da comunidade escolar e moradores do bairro.

Em breve, postaremos novidades com o desenvolvimento deste trabalho. 

9.9.20

As incongruências inexplicáveis do Parlamento

É muito difícil digerir certas coisas que lemos ou ouvimos nas redes sociais. Principalmente, quando se trata de contradições absurdas.



Caso da reportagem acima, segundo a qual Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, deputado federal eleito com pouco mais de 70 mil votos, afirma que "produtividade" não existe no serviço público.

Este cidadão deveria ter vergonha na cara. Acaso conhece o serviço público, a rotina dos servidores da educação, da saúde e da segurança? O setor privado no Brasil se tornou sinônimo de eficiência e produtividade desde quando? O que Rodrigo Maia  já produziu de bom em sua medíocre existência para benefício do país? 

Este sujeito defende a reforma administrativa que tira direitos dos servidores públicos e, ao mesmo tempo, preserva os privilégios dos políticos, militares, juízes e promotores. Qual matéria esse deputado já aprovou que favoreceu os trabalhadores, seja do setor público ou privado?  Esse sujeito deveria lavar a boca antes de falar do serviço público, tomando muito cuidado para não cometer generalizações ou achar que gente da laia dele existe em todo canto. 

Pois esse deputado que aprova retirada de direitos dos trabalhadores, segue agarrado com as suas mordomias às custas dos contribuintes. Tem casa, carros, dezenas de funcionários e outras regalias custeadas pelos cofres públicos, pagas por gente que trabalha e produz como eu e tantos outros trabalhadores. Como pode esse cidadão pensar em falar algo sobre os servidores públicos? 

Novamente, acho que na situação dele o melhor era se calar e ir trabalhar de verdade. Será que esse deputado sabe o que é trabalho? Sabe o que é estudar? Seja lá quem elegeu um perfil assim, deve se sentir muitíssimo bem representado no Congresso Nacional.

Evidente que há problemas sérios no serviço público, mas muito deles são provocados pela safadeza da classe política que remunera mal servidores e subtrai verbas públicas para fins particulares em detrimento da população.

2.9.20

Sobram pré-candidatos, mas faltam ideias

Li, sem muita empolgação, as entrevistas dos pré-candidatos à prefeitura de Leopoldina no portal do Jornal Leopoldinense.

Mesmo sendo de partidos diferentes, quase todos entrevistados repetiam as mesmas coisas: "fazer parceria com a Casa de Caridade", "reparar as estradas rurais", "gerar empregos" dentre outras afirmações comuns, que já ouvimos e lemos há mais de duas décadas.

Os problemas existem, é verdade, mas nenhum pré-candidato ousou apontar soluções concretas e criativas para trazer alguma esperança para os eleitores... Não há nenhum apontamento que sinalize mudança positiva na pasmaceira estrutura social e econômica da cidade, que clama por dinamismo. Todos ficaram estacionados no lugar comum, unidos pela falta de propostas e projetos para o desenvolvimento real da cidade.

Gostaria de ler ideias e planos, contendo metas e propostas concretas para promover o município e o bem-estar de seu povo. Na ausência de investimentos externos vultuosos, uma política de desenvolvimento endógeno e arrojada é extremamente necessária. É preciso repensar as prioridades da cidade, reorganizar e alinhar forças e estabelecer um projeto comum para ser trabalhado nos próximos anos.

Esse movimento passa por uma profunda reflexão sobre alternativas locais para geração de emprego e renda. Com políticas públicas eficientes e bem formuladas, por líderes capazes e com elevado espírito público, é possível fortalecer cooperativas, fomentar setores do turismo, como o turismo rural e o ecoturismo, incentivar a gastronomia, abrir postos de trabalho, valorizar os jovens e contribuir para o crescimento sustentável de nossa cidade.

Um projeto de desenvolvimento econômico deveria ter como pilares a exploração do turismo rural, do agronegócio, do cooperativismo, da educação profissionalizante e a oferta de emprego, especialmente para os jovens do Ensino Médio no contraturno escolar. Com isso, a roda da economia vai girar, fazendo aumentar a arrecadação municipal e a capacidade de investimento público.

Não podemos esperar o socorro cair do céu ou esperar a instalação de um indústria "salvadora" na cidade (veja o exemplo da Mercedes em Juiz de Fora). Precisamos pensar em alternativas de desenvolvimento a partir da inteligência local de de nossas possibilidades. 

Tomara que até a definição do pleito surjam boas ideias e candidatos à altura dos desafios que envolvem a gestão de um município com as necessidades tão urgentes quanto as de nossa cidade.

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