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12.6.16

Vem aí o novo Desafio de Cultura e uso de mídias: Imagens de minha terra



A fotografia acima é da Praça da Bandeira, em Leopoldina (MG). Cresci nesse lugar e ali passei a maior parte de minha infância, escalando as árvores, correndo pela ponte, procurando peixes dourados no lago e lendo revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, compradas na antiga banca de jornais do finado "Seu" Cirilo.

Imagens são poderosas, elas mexem com nossa memória e são capazes de trazer à tona nossas primeiras lembranças, as quais estão ocultas em nosso cérebro e fixadas em nossos corações!

Partindo dessa premissa é que lançaremos o novo desafio de Cultura e uso de mídias.
Como sugere o texto e o gif animado o Desafio será de fotografias, com o tema: Imagens de minha terra. Dessa forma, nosso alvo e objetivo serão as paisagens da Cidade Bela, a nossa querida cidade do Carmo! Suas ruas, seus templos, suas praças, suas belezas naturais, enfim, quaisquer elementos que compõem o município são reveladores da identidade local, afinal  trazem consigo uma carga emocional, a qual é resultado da interação histórica entre o homem e o meio. Tudo isso deve ser contemplado e levado em conta na hora de fotografar.

Aguardem, em breve, divulgaremos as regras e mais detalhes do novo Desafio. Essa postagem é apenas para inspirar ideias e aguçar a sensibilidade dos alunos-fotógrafos para que tenham o cuidado de saber que uma foto registra mais do que uma mera imagem,  ela vai além, pois traz consigo memórias e sentimentos que afloram as emoções do espectador!

16.5.16

Mídias e práticas comunicativas - história e evolução da escrita e da linguagem impressa

Slides da disciplina Cultura e uso de Mídias.

Das pinturas rupestres aos websites - conheça a origem da escrita e da imprensa, acompanhando a evolução da língua e das práticas comunicativas!



24.2.16

Spam: socorro!

Você sabe o que significa spam?



"...é o termo usado para se referir às mensagens eletrônicas que são enviadas para você sem o seu consentimento — e que, geralmente, são despachadas para um grande número de pessoas.

Esse tipo de “email indesejável” contém, em sua grande maioria, propagandas. Neste caso, o spam também recebe o nome de UCE (Unsolicited Commercial Email ou Mensagem Comercial Não-Solicitada). No entanto, em outras ocorrências, essas mensagens contêm conteúdos mais agressivos (como vírus) e ainda conseguem obter suas informações pessoais — como dados bancários, por exemplo" (http://www.tecmundo.com.br/spam/223-o-que-e-spam-.htm).



    Como essas mensagens chegam até mim?
    As mensagens indesejadas são enviadas por spammers, que rastreiam endereços de e-mail na web e, em seguida, começam a despachar e-mails para um grande número de pessoas, sem a permissão delas.

    A seguir daremos dicas para você reconhecer e se prevenir dos spams.

    Se liga, não seja mais vítima de spam.
    Como saber se um e-mail é spam?
    1. Ele apresenta cabeçalho suspeito: o cabeçalho do e-mail vem incompleto, por exemplo, os campos de remetente e/ou destinatário aparecem vazios ou com apelidos e nomes genéricos, como “amigo@” e “suporte@”.
    2. No campo “Assunto” (Subject) traz palavras com grafia errada ou suspeita: a maioria dos filtros antispam utiliza o conteúdo deste campo para barrar e-mails com assuntos considerados suspeitos. Porém, os spammers adaptam-se e tentam enganar os filtros colocando neste campo conteúdos enganosos, como “vi@gra”' (em vez de “viagra”).
    3. No campo "Assunto" usa textos chamativos ou vagos: na tentativa de confundir os filtros antispam e de atrair a atenção dos usuários, os spammers costumam colocar textos atraentes ou vagos demais, como “Sua senha perdeu a validade”, “Informação solicitada” e “Parabéns”.

    Cuidados que você deve tomar para minimizar o recebimento de spams:

    1. Tome cuidado ao fornecer seu endereço de e-mail. Existem situações onde não há motivo para que o seu e-mail seja fornecido. Ao preencher um cadastro, por exemplo, pense se é realmente necessário fornecer o seu e-mail e se você deseja receber mensagens deste local;
    2. Fique alerta a opções pré-selecionadas. Em alguns formulários ou cadastros preenchidos na Internet, existe a pergunta se você quer receber e-mails com promoções e lançamentos de produtos, cuja resposta já vem sinalizada como afirmativa. Deixe ela desmarcada, caso não deseje receber essas mensagens;
    3. Não siga links recebidos em spams e não responda esse tipo de mensagens (se responder você confirmará que seu e-mail é válido e receberá mais spams);
    4. Desabilite a abertura de imagens em e-mails HTML (o fato de uma imagem ser acessada pode servir para confirmar que a mensagem foi lida);
    5. Crie contas de e-mail secundárias e forneça-as em locais onde as chances de receber spam são grandes, como ao preencher cadastros em lojas e em listas de discussão;
    6. Utilize as opções de privacidade das redes sociais (algumas redes permitem omitir o seu endereço de e-mail ou limitar as pessoas que terão acesso a ele);
    7. Respeite o endereço de e-mail de outras pessoas. Use a opção de “Bcc:” ao enviar e-mail para muitas pessoas. Ao encaminhar mensagens, apague a lista dos antigos destinatários, pois mensagens reencaminhadas podem servir como fonte de coleta para spam.

    24.5.15

    Quem somos nós?

    No 3º ano do Ensino Médio da E. E. Luiz Salgado Lima, estamos estudando um tema problemático para a História do Brasil - a identidade nacional.

    Discutimos um pouco do assunto com os estudantes e esclarecemos que a identidade nacional sempre foi uma preocupação das elites dirigentes do país. Desde o século XIX, intelectuais, políticos e artistas pretendiam embranquecer o povo criar um forte senso de união identitária.  Mas isso seria possível num país com tamanha sociodiversidade como o Brasil?

    O livro didático adotado, escrito pelo historiador Roberto Catelli, traz um documento histórico que provoca reflexões sobre a questão: a música Inclassificáveis, de Arnaldo Antunes. (Confira o som no vídeo abaixo).



    Depois de ouvir e estudar a música, nossos alunos escreveram sobre o assunto e tiraram suas próprias conclusões. Vamos ver as reflexões que eles fizeram. 

    Comentário do aluno Marlon

    A música nos revela uma diversidade cultural no país. Mostra que nós somos "inclassificáveis", e os preconceitos não se justificam, pois o Brasil é formado por índios, europeus, afrodescendentes entre outras etnias.

    A letra da música serviu um pouco para fazer uma crítica aos indivíduos que discriminam as pessoas, já que somos iguais apesar de nossas diferenças de costumes, da cor da pele e da cultura.

    Aluno Marlon





    Inclassificáveis

    A análise clássica sobre o tema da formação do povo brasileiro é a de que somos uma nação constituída por índios (nativos), portugueses (colonizadores brancos que invadiram esta terra em 1500) e africanos (negros que vieram escravizados por portugueses a partir de 1530).

    O compositor Arnaldo Antunes faz referências às novas etnias que surgem a partir dos três povos principais: o mulato, mistura de branco com negro;  cafuzo, mestiço de negro com índio; e o mameluco, mistura de índio com branco.

    O músico dá o tom da mestiçagem no país ao mencionar crilouros, guaranisseis e judárabes.

    As músicas nos ensinam muitas coisas relevantes de forma didática, e muitas delas podem contribuir para formar opiniões e influir em nosso caráter, mesmo que não percebamos, pois elas atingem nosso inconsciente.
    Aluno Edson



    Parabéns, pessoal. O trabalho ficou muito bom!

    3.3.15

    Produção de texto sobre o Cangaço

    Costumo afirmar que escrever é uma arte. E eu me apaixonei por essa forma de arte, embora reconheça minhas limitações e me identifique apenas como um escriba esforçado.



    Na disciplina de História, sempre falamos para o aluno que a chave do aprendizado do conteúdo é ler e escrever. Não basta ouvir a aula do professor, é preciso escrever sobre o tema para assimilá-lo com mais efetividade.

    Pedimos aos alunos para exercitarem a escrita após o estudo do Cangaço no Brasil e já estamos pensando na Redação do ENEM, cujo valor corresponde a 50% da nota da prova.

    Os alunos escreveram textos muito bons. Reproduziremos abaixo um deles, escrito por uma estudante do 3º ano do Ensino Médio, sala 10.

    O cangaço

    O cangaço foi um movimento ocorrido no sertão nordestino entre o final do século XIX até o início da década de 1940. Esse fenômeno pode ser explicado pelo conceito de banditismo social, já que muitos cangaceiros recorriam à vida do crime devido aos inúmeros problemas sociais enfrentados pela região Nordeste.

    Aliás, alguns dos antigos problemas da região são enfrentados até os dias atuais, só que em menores proporções, como a falta de água, infraestrutura, saneamento básico, segurança, educação, enfim a ausência do Estado em locais onde ele é necessário.

    O Cangaço teve como principal nome Virgulino Ferreira da Silva, o famoso Lampião, que comandou o bando de cangaceiros mais temido do Sertão entre as décadas de 1920 a 1930.

    Maria Bonita e Lampião ladeados por dois cangaceiros do bando.

    Além do grupo de Lampião, havia outros bandos que se formaram no Nordeste. Eles tinham objetivos diversos: alguns entravam nessa vida buscando vingança, outros prestavam serviços para os coronéis, ou seguiam para o cangaço para obter dinheiro, por meio de roubos, sequestros e assassinatos, como forma de sobreviver em uma região abandonada pelas autoridades.

    Os bandos não tinham moradia fixa, vivam vagando pelo sertão e, geralmente, não passavam mais do que uma noite no mesmo lugar, caso contrário poderiam facilitar a descoberta de seus esconderijos pelas forças policiais.


    Lampião e seu bando incomodavam bastante as autoridades locais, por isso foram perseguidos pela polícia, que tentava, sem sucesso, capturá-los. O governo da Bahia chegou até oferecer uma recompensa em dinheiro para quem entregasse Lampião às autoridades, vivo ou morto.

    Em 1938, no Sergipe, Lampião, sua esposa - Maria Bonita - e outros de seus companheiros foram mortos pela polícia, após sofrerem uma emboscada. Depois de mortos, ele e outros membros de seu bando tiveram suas cabeças cortadas de seus corpos e, em seguida, elas foram expostas em várias cidades do Nordeste.

    Exposição de Cabeças de cangaceiros do Bando de Lampião, mortos em 1938. 

    Após a morte de Lampião, outros bandos de cangaceiros continuaram a agir, mas sem obter grande repercussão. No início da década de 1940, o cangaço chegou ao fim. O país era governado por Getúlio Vargas, que determinou a repressão de qualquer grupo que ameaçasse a ordem nacional.

    Vargas também colocou em prática o processo de industrialização, acelerou a urbanização do Brasil e muitos migrantes deixaram a região nordeste para tentar conseguir emprego e melhores condições de vida no Sudeste.


    23.2.15

    Estudo sobre o cangaço

    Como vimos na aula de hoje, com os alunos do 3º ano do Ensino Médio, o Cangaço foi um fenômeno característico do sertão nordestino brasileiro, entre o final do século XIX até as primeiras décadas do século XX.

    A sociologia caracteriza o cangaço como uma forma de banditismo social, pois tal prática está relacionada a um contexto social, político e econômico extremamente desfavorável à população sertaneja daquela época. Esses fatores devem ser considerados no estudo em questão.

    Abaixo postamos uma apresentação de slides com um resumo do conteúdo, seguida de uma reportagem da TV Record sobre Lampião e o Cangaço.

    Bom estudo!


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