8.9.14

IDEB 2013 da E. E. Luiz Salgado Lima

A equipe da Escola Estadual Luiz Salgado Lima é incrível. O corpo docente é nota 10, e o pessoal do apoio faz um trabalho de excelência garantindo suporte aos professores.

O resultado de tanto esforço, dedicação e competência dos profissionais da escola repercute diretamente no ensino e garante mais qualidade na aprendizagem dos seus quase 700 alunos.

Os indicadores do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2013, divulgados recentemente, comprovam o bom rendimento dos alunos da Escola nas avaliações externas aplicadas pelo governo federal. A escola pode não ser perfeita, mas tem suas virtudes que merecem ser reconhecidas e valorizadas!

Saiba mais sobre o IDEB (clique aqui).

Parabéns para todos, alunos, equipe gestora, pessoal de suporte e apoio e aos demais membros da comunidade escolar por fazerem a diferença!

Clique na imagem abaixo para ler a matéria no portal do Tribuna do Povo:

3.9.14

SAERJINHO [3º BIMESTRE]


Está se aproximando a prova do Saerjinho do 3º bimestre.

Que tal estudar mais um pouco e se preparar melhor para essa avaliação?

Clique nos links abaixo para relembrar os conteúdos trabalhados no bimestre. 

  • Matéria do 9º ano (Ensino Fundamental)


RESUMO DA ERA VARGAS

CONCEITOS DA ERA VARGAS

JOGO SOBRE A ERA VARGAS

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

DESCOLONIZAÇÃO DA ÁFRICA E DA ÁSIA



  • Matéria do 1º ano (Ensino Médio)

ÁFRICA

INFLUÊNCIAS DA CULTURA AFRICANA

TIPOS DE ESCRAVOS NO BRASIL

EXPANSÃO MARÍTIMA

+ SOBRE A EXPANSÃO MARÍTIMA
Clique aqui, aqui e depois aqui.

CIVILIZAÇÕES PRÉ-COLOMBIANAS


Tenha uma ótima leitura e bom estudo para todos!

Civilizações pré-colombianas

Antes da chegada de Cristóvão Colombo à América, em 1492, o continente era habitado por povos com culturas muito distintas entre si. 

Os nativos americanos totalizavam cerca de 100 milhões de habitantes, distribuídos ao longo de todo o continente: América do Norte, Central e do Sul. Os historiadores denominaram essas civilizações de pré-colombianas.

Vamos conhecer, resumidamente, algumas delas.

Índios no Brasil

Em 1500 havia no Brasil, aproximadamente, 5 milhões de índios. Eles se dividiam em quatro grupos linguísticos: Tupi, Jê, Aruaque e Caraíba.

Os povos com os quais os portugueses tiveram maior contato, inicialmente, foram os da família linguística Tupi, como as nações Tupi e Tupinambá, por exemplo, as quais ocupavam a faixa litorânea do território brasileiro.

Embora as tribos indígenas apresentem muitas diferenças culturais, há algumas características comuns entre elas, como a prática da caça, da pesca, da coleta e da agricultura de subsistência de alimentos como o feijão, a abóbora e a mandioca.
Grupo indígena caçando. Rugendas, século XIX.
As tribos eram chefiadas por um líder - o cacique - que tomava as decisões com o apoio de um conselho comunitário. O pajé exercia a liderança religiosa, sendo um místico e também um curandeiro.

A religiosidade era muito importante para a cultura indígena. Eles cultuavam vários deuses (politeísmo). 
Alguns povos, como os Tupinambá, praticavam a antropofagia (canibalismo), devorando um inimigo morto, após ser capturado na guerra.    
Antropofagia. Theodore de Bry (1592).
A terra e os recursos naturais eram bens comuns, pertenciam a todos da aldeia. E cada indivíduo tinha uma atribuição, que eram distribuídas de acordo com o sexo. Mulheres cuidavam das crianças, plantavam e preparavam os alimentos. Os homens faziam a guerra, caçavam e realizavam a coivara (derrubada da mata e queima dos arbustos para limpar o terreno).

Astecas - México 

Habitavam a região do atual México. No século XIV, fundaram a capital de seu império, a cidade de Tenochtitlán, em uma ilha no lago Texcoco.
Vista da capital do Império Asteca.
Os astecas dominaram os povos vizinhos e os obrigavam a pagar tributos. A sociedade asteca era bastante hierarquizada, no topo estava o imperador, abaixo dele os nobres e os sacerdotes, seguidos por artesãos e camponeses e, por fim, os escravos.

A economia asteca era muito diversificada. Desenvolveram técnicas sofisticadas para cultivar alimentos, como as chinampas (ilhas artificiais de madeiras e folhagens cobertas com lama do fundo do lago). Cultivavam milho, tomate, cacau, dentre outros.

Eram hábeis artesãos, confeccionavam tecidos, objetos de ouro e prata.

Utilizavam as sementes de cacau como moeda de troca e faziam uma bebida bastante admirada pelos nobres e pelo imperador, a partir dessa fruta, chamada de chocoatl.


Eles foram grandes engenheiros, construíam grandes cidades, como a sua capital, templos, aquedutos e pirâmides, onde realizavam sacrifícios humanos para apaziguar a ira dos deuses. Sua religião era politeísta.

O império asteca chegou ao fim em 1521, após uma sangrenta luta onde acabaram derrotados pelos espanhóis. 

Incas - América do Sul

No século XIII, os Incas já dominavam um vasto território na América do Sul. Seu território englobava terras dos atuais Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina.

Uma das cidades de maior importância no Império era Cuzco ("umbido do mundo", na língua quíchua). A partir dela que o imperador - o Sapa Inca, considerado o Deus Sol - administrava o seu império.

A sociedade Inca também era bastante hierarquizada e todos do Império deviam pagar tributos ao governante.

Na economia se destacava a agricultura. Cultivavam o milho, a batata, o algodão, o amendoim e etc. Plantavam em terraços agrícolas, semelhantes a degraus feitos nas montanhas.

Criavam lhamas e alpacas, que os auxiliavam no transporte de mercadorias, além de fornecerem leite, carne e lã.

Construíam cidades grandiosas, templos, estradas e pirâmides onde realizavam sacrifícios humanos. 
Machu Picchu (Cidade inca no Peru).
Os incas cultuavam vários deuses (politeísmo). O sol e a lua eram entidades divinas.
As pessoas falecidas que tinham importância social em vida, eram mumificadas.

Embora não tivessem escrita, os incas eram hábeis com cálculos. Usavam cordões coloridos e nós, o quipu, para registrar a produção de alimentos e a coleta de tributos. 

O Império foi conquistado pelos espanhóis em 1533.

Maias - América Central

Surgiram por volta de 1500 a. C. e ocuparam a região das atuais Guatemala, Honduras e sul do México.

Não tinham um império centralizado, eles se organizavam em cidades-estado, cada uma tinha sua autonomia política e administrativa.
Tikal - ruínas de cidade maia na Guatemala. 
A atividade econômica mais importante era a agricultura, com destaque para o cultivo do milho. 

Cobravam tributos dos artesãos e dos camponeses, os quais também eram obrigados a prestar serviços nas grandes obras.

Construíam templos, observatórios astronômicos e pirâmides e era muito comum a realização de sacrifícios humanos para agradar os seus deuses (politeísmo).

Os maias possuíam um sistema de escrita, feito através de uma combinação de símbolos, e um calendário tendo como referência o movimento da Terra ao redor do Sol e o movimento do planeta Vênus.

Por volta do ano 800, as cidades maias foram sendo abandonadas, devido às guerras com outros povos e à fome. A partir do século XV, os Maias ainda tiveram que enfrentar os espanhóis, e suas cidades acabaram sendo conquistadas ao final do século XVII.   
Contudo, a língua Maia ainda é falada até os dias de hoje por cerca de 7  milhões de pessoas que vivem na América Central.

Conclusão

Os povos indígenas da América, as civilizações pré-colombianas, eram bastante diversificadas sob o ponto de vista cultural, linguístico, religioso, político, social e econômico. 

A partir do século XV, após a chegada dos europeus à América, os povos indígenas foram explorados e submetidos pela ambição dos colonos. Muitos índios perderam seus territórios e acabaram sendo dizimados pelas guerras,  pela escravidão e pelas doenças trazidas pelos europeus.

Avaliação 

1. ENEM, 2022.


2.9.14

Descolonização da África e da Ásia

Desde a segunda metade do século XIX, a maior parte do continente africano estava sendo explorada pelas potências imperialistas europeias. O mesmo ocorria com as regiões da Ásia, como o Oriente Médio, a Índia e a China. Essa prática ficou conhecida como neocolonialismo.

Governantes europeus disputam um "pedaço" da China (Charge do século XIX).

Os países europeus se julgavam superiores aos africanos e asiáticos, do ponto de vista racial e cultural. Isso justificava sua presença nesses continentes, como uma missão "civilizadora".


Porém, as potências imperialistas estavam mais preocupadas em obter matérias-primas e mão de obra baratas e novos mercados consumidores de seus produtos industrializados.

Contudo, ao final da II Guerra Mundial, em 1945, muitos povos africanos e asiáticos iniciaram movimentos em prol de sua autonomia, isto é, pretendiam ficar independentes da interferência europeia.

Alguns desses movimentos resultaram em batalhas e guerras sangrentas entre as colônias e as metrópoles europeias, outros foram realizados por vias pacíficas. Vamos conhecer alguns exemplos:

Argélia (África)
Militares e civis da Argélia comemorando a independência em 1962.

Emancipou-se da França em 1962, depois de 8 anos de guerra contra as forças francesas.

Angola (África)
Soldados nacionalistas angolanos lutaram contra Portugal.
Conseguiu sua independência em 1974, após travar uma violenta guerra contra as tropas de sua metrópole - Portugal.

Líbano (Oriente Médio)
Tropas francesas na Síria e no Líbano (1920).
Em 1946, o Líbano conquistou a sua independência da França.  

Índia (Ásia)

Um dos líderes do movimento de independência da Índia foi Mahatma Gandhi. Ele pregava a resistência pacífica, por meio da desobediência às ordens de autoridades coloniais britânicas, protestos e boicotes aos produtos ingleses. Em 1947, os indianos conquistaram sua autonomia em relação à Inglaterra.

Após a independência desses países, os seus problemas não chegaram ao fim. A desigualdade social, a crise econômica e outras dificuldades provocaram inúmeros conflitos internos, que geraram guerras civis entre grupos étnicos diferentes residentes nos novos países.

Além disso, num contexto de Guerra Fria, foi comum a interferência dos E.U.A e da U.R.S.S na Ásia, na África e no Oriente Médio, já que as superpotências mundiais lutavam para aumentar sua zona de influência no Globo.

No Oriente Médio, numerosos conflitos ocorreram no século XX em virtude de disputas políticas, motivadas por interesses econômicos (terra e petróleo), além das diferenças culturais e religiosas. 
Civis caminham em meio a escombros na Faixa de Gaza. Conflito de agosto/2014.

Infelizmente, muitas disputas sangrentas continuam a ocorrer até os dias atuais, como as lutas entre palestinos e israelenses na Faixa de Gaza; ou na República Centro-Africana, onde grupos rebeldes enfrentam os soldados do governo nacional. Os confrontos provocam milhares de mortes, sobretudo de civis, crianças, mulheres, homens e idosos, enfim pessoas inocentes que sofrem com a ganância, o fanatismo e a ambição de alguns pelo poder. 

1.9.14

Escravidão no Brasil: diferentes formas de exploração do trabalho escravo

Entre os séculos XVI e XIX, a mão de obra predominante na economia brasileira foi a escrava. 
De acordo com o Historiador Jaime Pinsky, a escravidão "se caracteriza por sujeitar um homem ao outro, de forma completa: o escravo não é apenas propriedade do senhor, mas também sua vontade está sujeita à autoridade do dono e seu trabalho pode ser obtido até pela força." (PINSKY, 2000).


Dentre as principais atividades desempenhadas pelos escravos no Brasil no período colonial e imperial, temos:

Escravo rural


Trabalhavam nas fazendas, cultivando cana de açúcar, tabaco, café e outros gêneros agrícolas. Nelas os escravos suportavam uma jornada diária de até 18 horas de trabalho. A rotina no campo era extenuante, pois os cativos sofriam muitos castigos físicos, viviam em condições precárias e ficavam a mercê da autoridade de seus proprietários.

Escravo de ganho

Atuavam no comércio urbano, a mando de seus senhores ou de suas senhoras. 
"Eles vendiam doces, refrescos, frutas, aves e ovos, roupas, chaleiras, velas, estatuetas de santos, poções de amor. Ou atuavam nos demais ofícios, como barbeiros, ferreiros, quitandeiros, parteiras, doceiras, mascates, lixeiros, carregadores. Transportavam tudo nos ombros e nos braços, até pessoas - brancos brasileiros e estrangeiros acomodados em cadeirinhas almofadadas. O dinheiro acumulado na prestação desses serviços podia um dia comprar a carta de alforria. " (Fonte: Guia do Estudante, acesso em 27 ago. 2014).

Escravo de aluguel
Anúncio do jornal Diário de Minas (Janeiro de 1875).
Eram alugados por seu senhor a terceiros. Normalmente eram escravos especialistas em algum ofício, como sapateiros, carpinteiros e cozinheiros.
Como pode ser observado no anúncio acima, retirado de um jornal do século XIX, as empresas também procuravam escravos para alugar, tendo em vista que com a proibição do tráfico internacional de cativos a partir de 1850, era preciso buscar mão de obra internamente. Assim, foi comum os senhores de escravos alugarem seus cativos para particulares e até para órgãos governamentais, recebendo dinheiro por esta negociação.

Escravo das minas


Mineração. Litogravura de Rugendas. 1827.
Com a descoberta do ouro em Minas Gerais no século XVII, houve grande fluxo de migrantes para essa região. Eles buscavam riquezas e recorreram aos escravos africanos para explorar as minas. Havia o ouro de aluvião, encontrado entre o cascalho no leito dos rios e a aquele extraído do interior das montanhas. Nas minas era muito comum ocorrer desmoronamentos, os quais mataram muitos escravos. Eles também adoeciam e morriam por intoxicação devido aos gases exalados pelos metais. Todos esses riscos tornavam a expectativa de vida dos escravos mineiros muito baixa, atingindo em média 7 anos. (ESCHWEGE apud SOUZA. O preço do risco. Site: Revista de História).

Escravo urbano
Carregadores de água. Rugendas (século XIX).
Esse grupo de escravos concentrava-se nas cidades do Brasil Colônia e Império. Nelas eles se dedicavam a diversas atividades profissionais, como o serviço doméstico, fazendo mandados e outros serviços para seus senhores.

Os escravos das cidades viviam em condições um pouco melhores dos escravos do campo. Sua rotina era menos árdua, comiam melhor, tinham algumas regalias e mais facilidade para obter sua alforria (liberdade).  


Mas a vida do escravo das cidades brasileiras não era nenhum "mar de rosas". Eles passavam por dificuldades e humilhações, como por exemplo ocorria com os tigreiros. Os “tigres”, escravos que na calada da noite transportavam barris com fezes e urina para jogá-los em praias e valas. Quando o nauseabundo carregamento transbordava, escorria pelos seus corpos formando listras que justificavam o apelido". (Fonte: Revista de História. Acesso em 27 ago. 2014).
 

Conclusão

Desde o início da colonização do Brasil o trabalho escravo foi uma constante em nossa História.
O trabalho compulsório foi imposto aos índios e aos povos africanos trazidos para cá. Essa forma de exploração humana iniciada por volta de 1530 só foi abolida em 1888, portanto durou mais de 350 anos.
O passado escravocrata deixou marcas em nossa sociedade, que são perceptíveis até os dias atuais, em manifestações de racismo, na desigualdade social, na exploração do trabalho e através de outros tipos de preconceitos relacionados aos índios e aos afroamericanos.

Qualquer tipo de exploração do trabalho é crime e, como tal, deve ser denunciado às autoridades, pois a escravidão fere o direito sagrado de todo indivíduo que é a Liberdade.

De olho no ENEM

Questão do ENEM - 2017 sobre escravidão doméstica 


26.8.14

Um olhar sobre Leopoldina

Os alunos da turma 1º 5 participaram de um concurso interno - chamado de "Um olhar sobre Leopoldina", promovido na disciplina "Atratividade Turística", do Reinventando o Ensino Médio.

Eles formaram equipes, com o objetivo de fotografar atrativos culturais e naturais da cidade.
As imagens foram reveladas em um tamanho padrão e foram expostas para toda a Comunidade Escolar.

A exposição foi artisticamente pensada e organizada pela Especialista em Educação Sônia Almeida e todos tiveram acesso a ela, no dia 16 de agosto (sábado), no evento "Toda Comunidade Participando".

Alunos, pais, professores e demais servidores da escola visitaram o mural com as fotografias dos alunos, votaram nas melhores fotos e todos gostaram do que viram. Confira:











Após a apuração dos votos, eis o resultado da escolha do público:

1º Lugar: Foto do Horto Florestal (Equipe: Douglas, Carlos, Pedro e Klaus). Ouro

2º Lugar: Foto da Casa de Leitura Lya Botelho (Equipe: Taywenne, Dailaine e Raiane). Prata


3º lugar: Foto da Catedral à noite (Equipe: Quésia, Renata e Ylebiam). Bronze.


A premiação ocorreu hoje, dia 26/08, quando a diretora Joana D'arc, a vice diretora Joseane Badaró e a Especialista Maria de Lourdes Ribeiro entregaram as medalhas para as equipes vencedoras do concurso.

Estão todos de parabéns pelo empenho e criatividade.

25.8.14

[Resenha] Estou lendo...

Uma boa dica para os estudantes de História e para aqueles que desejam conhecer mais sobre a Idade Média é a leitura da obra "O despertar da Europa: a Baixa Idade Média" (14ª edição, Atual Editora, 2013). O livro é assinado pelo Historiador Marco Antônio de Oliveira Pais.

Nessa obra, o medievalista aborda o período que vai do século X ao século XV, num momento crucial para a História da Europa que influenciou o restante do Mundo.

O Mundo Medieval começava a mudar, as melhorias na produção agrícola, como o uso da charrua, a adoção do sistema trienal de cultivo, dentre outros aperfeiçoamentos, fizeram a produção de alimentos aumentar, o que contribuiu para o crescimento demográfico e para a expansão das cidades pela Europa.
Charrua (arado de madeira e ferro) medieval.
A burguesia, grupo social que se dedicava às atividades artesanais, bancárias e comerciais, enriquecia e confrontava a nobreza feudal. Serão os burgueses os grandes incentivadores do Renascimento, das Grandes Navegações, da mudança de mentalidade e da passagem de um mundo rural para um tipicamente urbano.

A obra é repleta de fontes históricas, iconográficas e escritas, que documentam a vida medieval, desde os hábitos da nobreza guerreira, passando pela religiosidade do clero, até chegar no cotidiano árduo dos camponeses. A documentação, em suma, provoca uma verdadeira imersão do (a) leitor (a) num Mundo Medieval de insegurança, violência, felicidade, e esperança, o qual mostrou retrocessos e avanços para a História da Humanidade!

Leitura obrigatória.

Não deixe de ler

Professor Rodolfo foi classificado entre os primeiros no projeto SER DOCENTE (SEE-MG)

O Projeto Ser Docente é uma iniciativa de formação continuada da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) voltada para prof...