Blog mantido para preservar o trabalho do Professor e Historiador Rodolfo Alves Pereira. O site mantém registros de algumas de suas publicações e trabalhos apresentados em Congressos e Eventos acadêmicos e Educacionais, nos quais deixou valiosas contribuições acerca da Metodologia e do Ensino de História na Educação Básica. Também contém registros de algumas de suas experiências didático-pedagógicas mais importantes, além de projetos desenvolvidos nas escolas onde atuou.
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27.10.22
19.7.17
Ritos fúnebres na África Atlântica moderna
As crenças funerárias ocupam cada vez mais espaço nas pesquisas dos historiadores. Em franco diálogo com a Antropologia, os pesquisadores em história se debruçam sobre os ritos fúnebres, elencando-os como fontes históricas para seus estudos.
Tais práticas são preciosos vestígios, que se bem interrogadas e analisadas, podem revelar informações sobre a vida de um povo, seus valores, as representações sociais e as expectativas que nutriam em relação à vida após a morte.
Dentre tantos pesquisadores que têm se ocupado do assunto, aqui no Brasil podemos citar o trabalho da professora Mary del Priore. Em uma publicação de 2011 (Ver o texto: Passagens, rituais e práticas funerárias entre ancestrais africanos:outra lógica sobre a finitude), ela analisou como os africanos da Costa Atlântica, indo do Senegal à Angola, no período Moderno encaravam a morte e o quanto esse momento era representativo e revelador de aspectos culturais, sociais e políticos de um povo. Foi dessa região que veio a maior parte de nossos ancestrais africanos, os quais trouxeram para cá suas crenças, valores e costumes, muitos dos quais, posteriormente, foram incorporados e transformados pela cultura cristã e a ação do colonizador português.
A África Ocidental é um vasto espaço, onde várias etnias disputavam territórios e terras férteis desde a Antiguidade. Esses povos dominavam a agricultura, conheciam o ferro e praticavam elaborados e complexos rituais fúnebres. Ali, as epidemias, as guerras e a fome ceifavam incontáveis vidas. Talvez, a proximidade com a morte tenha contribuído para que ela terminasse por ser incorporada à cultura dos africanos como uma forma de domesticá-la através de símbolos, ritos, crenças e valores (DEL PRIORE, 2011, op. cit. p. 124).
Nesse contexto de constante convívio com o óbito, tais civilizações conferiram uma peculiar importância à questão da posteridade. Procriar lhes assegurava prestígio perante a sociedade. Eram os filhos que iriam lhes garantir uma velhice tranquila e intermediar suas sobrevivências enquanto ancestrais. Portanto, o ato de gerar descendentes era um mecanismo que estava diretamente ligado à manutenção dos típicos rituais de transpasse, uma vez que o falecimento foi configurado como etapa obrigatória de ascensão do homem. Como definiu Roger Bastide: “sociedades de enriquecimento progressivo da personalidade” – caso daquelas em que se passa do status inferior de adolescente ao de adulto, depois ao de ancião e enfim, ao mais elevado, o de ancestral (idem. p. 138).
Acreditava-se que o morto vivia num mundo de sombras, onde reproduzia sua antiga vida terrena. Assim, era comum os reis serem enterrados junto com bens materiais, comida e seus servos. Isso foi comum em Gana, antiga Costa do Ouro no golfo da Guiné. "Em algumas destas cerimônias, segundo cronistas europeus, matavam-se dezenas de escravos" (ibidem, p. 126). Provavelmente, o objetivo de tais sacrifícios humanos era "era afastar a alma do defunto, evitando que esta voltasse, apavorando os membros da família". (ibidem, p. 126).
O rito fúnebre africano da época moderna, enquanto âmago da questão, pode ser destacado por diversos aspectos em sua gama de peculiaridades. Um ponto relevante a ser observado é o fato de em algumas regiões ser quase uma obrigação perante a sociedade o comparecimento dos conhecidos do defunto ao seu velório. A ausência seria encarada como uma constatação do envolvimento do indivíduo na morte do falecido, ainda que por algum tipo de prática de feitiçaria. Outro fator instigante sobre as cerimônias funerárias é o costume indispensável que seus mortos fossem acompanhados de tecidos em suas tumbas e toda simbologia envolta nesta prática. Quanto mais volumosa fosse a múmia do finado, mais importância teria tido ele em vida. De acordo com o estudo de Mary del Priore: "Entre os povos do Reino do Congo, as “embalagens têxteis” de defuntos impressionaram os viajantes estrangeiros. Louis de Grandpré, de passagem por Cabinda, no Reino do Congo, deixou impressionante descrição: depois de coberto de corais, o corpo era tão enrolado em panos que não se distinguiam mais, neste grosso envelope, as pernas ou braços do defunto. A cada dia se acrescentava um novo pano. A imagem, pintada pelo mesmo Grandpré, que ilustra o funeral de um dignitário no século Dezoito mostra perto de cinqüenta escravos puxando por cordas uma pesada carroça sobre a qual vai colocado um imenso pacote, ocupando todo o espaço. Teria “vinte pés de comprimento por quatorze de largura”, conta o autor (GRANDPRÉ apud DEL PRIORE, 2011, p. 129).
Assim, resta claro a importância social e cultural que envolvia o ato de sepultar os mortos nas sociedades africanas ocidentais, o qual tem sido objeto de estudos por parte de historiadores, antropólogos e sociólogos, pois toda aquela simbologia funerária, ou mesmo a ausência dela, é fonte relevante de informação que permite ao pesquisador acessar o imaginário, as crenças e as diferenças socioeconômicas comuns ao mundo dos vivos.
Pesquisa e texto por:
Jeane Alves Teixeira Riguete
Rodolfo Alves Pereira
2.9.14
Descolonização da África e da Ásia
Desde a segunda metade do século XIX, a maior parte do continente africano estava sendo explorada pelas potências imperialistas europeias. O mesmo ocorria com as regiões da Ásia, como o Oriente Médio, a Índia e a China. Essa prática ficou conhecida como neocolonialismo.
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| Governantes europeus disputam um "pedaço" da China (Charge do século XIX). |
Os países europeus se julgavam superiores aos africanos e asiáticos, do ponto de vista racial e cultural. Isso justificava sua presença nesses continentes, como uma missão "civilizadora".
Porém, as potências imperialistas estavam mais preocupadas em obter matérias-primas e mão de obra baratas e novos mercados consumidores de seus produtos industrializados.
Contudo, ao final da II Guerra Mundial, em 1945, muitos povos africanos e asiáticos iniciaram movimentos em prol de sua autonomia, isto é, pretendiam ficar independentes da interferência europeia.
Alguns desses movimentos resultaram em batalhas e guerras sangrentas entre as colônias e as metrópoles europeias, outros foram realizados por vias pacíficas. Vamos conhecer alguns exemplos:
Argélia (África)
Emancipou-se da França em 1962, depois de 8 anos de guerra contra as forças francesas.
Angola (África)
Conseguiu sua independência em 1974, após travar uma violenta guerra contra as tropas de sua metrópole - Portugal.
Líbano (Oriente Médio)
Em 1946, o Líbano conquistou a sua independência da França.
Índia (Ásia)
Um dos líderes do movimento de independência da Índia foi Mahatma Gandhi. Ele pregava a resistência pacífica, por meio da desobediência às ordens de autoridades coloniais britânicas, protestos e boicotes aos produtos ingleses. Em 1947, os indianos conquistaram sua autonomia em relação à Inglaterra.
Argélia (África)
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| Militares e civis da Argélia comemorando a independência em 1962. |
Emancipou-se da França em 1962, depois de 8 anos de guerra contra as forças francesas.
Angola (África)
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| Soldados nacionalistas angolanos lutaram contra Portugal. |
Líbano (Oriente Médio)
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| Tropas francesas na Síria e no Líbano (1920). |
Índia (Ásia)
Um dos líderes do movimento de independência da Índia foi Mahatma Gandhi. Ele pregava a resistência pacífica, por meio da desobediência às ordens de autoridades coloniais britânicas, protestos e boicotes aos produtos ingleses. Em 1947, os indianos conquistaram sua autonomia em relação à Inglaterra.
Após a independência desses países, os seus problemas não chegaram ao fim. A desigualdade social, a crise econômica e outras dificuldades provocaram inúmeros conflitos internos, que geraram guerras civis entre grupos étnicos diferentes residentes nos novos países.
Além disso, num contexto de Guerra Fria, foi comum a interferência dos E.U.A e da U.R.S.S na Ásia, na África e no Oriente Médio, já que as superpotências mundiais lutavam para aumentar sua zona de influência no Globo.
No Oriente Médio, numerosos conflitos ocorreram no século XX em virtude de disputas políticas, motivadas por interesses econômicos (terra e petróleo), além das diferenças culturais e religiosas.
Infelizmente, muitas disputas sangrentas continuam a ocorrer até os dias atuais, como as lutas entre palestinos e israelenses na Faixa de Gaza; ou na República Centro-Africana, onde grupos rebeldes enfrentam os soldados do governo nacional. Os confrontos provocam milhares de mortes, sobretudo de civis, crianças, mulheres, homens e idosos, enfim pessoas inocentes que sofrem com a ganância, o fanatismo e a ambição de alguns pelo poder.
Além disso, num contexto de Guerra Fria, foi comum a interferência dos E.U.A e da U.R.S.S na Ásia, na África e no Oriente Médio, já que as superpotências mundiais lutavam para aumentar sua zona de influência no Globo.
No Oriente Médio, numerosos conflitos ocorreram no século XX em virtude de disputas políticas, motivadas por interesses econômicos (terra e petróleo), além das diferenças culturais e religiosas.
| Civis caminham em meio a escombros na Faixa de Gaza. Conflito de agosto/2014. |
9.8.14
África
Pense na África. Quais imagens vieram à sua mente?
Escravidão, as savanas e os animais selvagens, como as girafas, zebras e leões, a pobreza, as guerras, as doenças e a fome?
Provavelmente, na mente de muitas pessoas são essas as primeiras impressões relacionadas aquele continente.
Não podemos negar que há muito sofrimento e mazelas sociais no continente africano que mantém as nações africanas com baixos níveis no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) , mas também não se pode reduzir a análise da África às desgraças e aos males históricos que afligem aquela terra.
Há muita diversidade cultural, religiosa, política, étnica e linguística nesse continente, mas que nem sempre são mostradas nos livros de História, Geografia ou nos programas de televisão. Então vamos conhecer um pouco mais da África lendo o texto a seguir!
A África é o 3º continente mais extenso do Planeta, com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados.
Atualmente possui 54 países independentes, os quais têm variados regimes de governos. Alguns estão organizados num regime republicano, outros mantém o regime monárquico.
Ela é habitada por quase 1 bilhão de pessoas. Na maior parte do continente, a população está concentrada no campo, enquanto a minoria está nas cidades. As áreas de floresta e de desertos são pouco povoadas.
Regiões que possuem solos férteis, como no vale do Rio Nilo e do Rio Níger, além das faixas litorâneas, apresentam maiores concentrações demográficas e grandes cidades.
A geografia do continente é extremamente diversa, conta com regiões onde há desertos até florestas tropicais.
O deserto do Saara é o maior deserto quente do Mundo, a temperatura atinge mais de 40º
C durante o dia pode atingir 0º C à noite. Ele divide a África em dois blocos. Ao Norte, onde ficam, por exemplo, o Egito, o Marrocos e a Argélia.
Ao Sul está a África subsaariana ou África Negra, uma região mais isolada, devido às dificuldades de acesso impostas pelo deserto.
Além da diversidade no relevo, vegetação e no clima, a África apresenta uma grande variedade de grupos étnicos, os quais possuem costumes, línguas e religiões distintas.
Existem mais de 1000 línguas conhecidas faladas na África, as quais estão divididas entre quatro grandes famílias: afro-asiáticas, khoisan, nigero-congolesas, nilo-saarianas. (ver mapa abaixo). Os países africanos que foram colonizados pelas nações europeias adotaram oficialmente as línguas de seus colonizadores, caso de Angola onde se fala o português, Camarões, inglês e francês dentre outros.
Como vimos acima, a população do continente é de quase 1 bilhão de habitantes, os quais estão assim divididos do ponto de vista religioso: "316 milhões são muçulmanos, mais da metade deles nos países árabes do norte do continente, 256 milhões são cristãos, dentre os quais 124 milhões são católicos, aproximadamente 200 milhões seguidores das religiões tradicionais africanas, o restante se reparte entre as chamadas “Igrejas Independentes” ou de origem africana..." (CARRERA, F. <http://latinoamericana.org/2003/textos/portugues/Carrera.htm> acesso em 06 ago. 2014).
A economia dos países africanos é uma das menos desenvolvidas no Mundo. Ela se baseia, em grande parte na monocultura (café, cacau, amendoim etc) agrícola destinada à exportação.
O extrativismo é uma atividade econômica que se destaca, tendo em vista a variedade mineral, animal e vegetal do continente.
A pecuária não é tão relevante, mas é forte nos países do norte do Saara, onde há rebanhos de camelos e dromedários.
A pesca, a caça e a coleta são meios de subsistência para muitas comunidades.
O subsolo africano é uma fonte de riquezas, com a exploração do ouro, urânio, diamantes, petróleo etc.
A indústria do continente é limitada e sua participação corresponde a 26% da Economia da África. Os países com que possuem maior número de indústrias são o Egito e a África do Sul.
Recentemente, a China tem realizado investimentos na África, financiando obras de infraestrutura e comprando matérias primas dos países africanos. Os E.U.A também preparam novos investimentos no continente, visando reforçar seus laços diplomáticos e econômicos com os países da África.
A miséria que assola muitos países africanos ocorre devido a má distribuição da renda, a qual acentua os problemas sociais e econômicos no continente. Além disso, os países desenvolvidos (E.U.A, China e as potências
europeias) estão mais preocupados em levar vantagens econômicas sobre a África,
do que se tornar parceiros dela. Esse descaso diplomático, associado à
exploração histórica sofrida pelo continente, aumenta a instabilidade política
nos países africanos, o que resulta na eclosão de guerras civis e massacres, e
isso em nada contribui para minimizar os problemas e a pobreza de algumas
nações africanas.
Além da diversidade no relevo, vegetação e no clima, a África apresenta uma grande variedade de grupos étnicos, os quais possuem costumes, línguas e religiões distintas.
Existem mais de 1000 línguas conhecidas faladas na África, as quais estão divididas entre quatro grandes famílias: afro-asiáticas, khoisan, nigero-congolesas, nilo-saarianas. (ver mapa abaixo). Os países africanos que foram colonizados pelas nações europeias adotaram oficialmente as línguas de seus colonizadores, caso de Angola onde se fala o português, Camarões, inglês e francês dentre outros.
Ao longo dos anos, os povos africanos foram recebendo influências culturais por meio de rotas comerciais que atravessavam a África e a ligavam à Europa e ao Oriente Médio. Assim que as religiões judaica, católica e islâmica foram penetrando no continente, onde passaram a coexistir com as religiões tradicionais da África. Devido a esse contato histórico com outros povos, há um verdadeiro mosaico de religiões na África!
Como vimos acima, a população do continente é de quase 1 bilhão de habitantes, os quais estão assim divididos do ponto de vista religioso: "316 milhões são muçulmanos, mais da metade deles nos países árabes do norte do continente, 256 milhões são cristãos, dentre os quais 124 milhões são católicos, aproximadamente 200 milhões seguidores das religiões tradicionais africanas, o restante se reparte entre as chamadas “Igrejas Independentes” ou de origem africana..." (CARRERA, F. <http://latinoamericana.org/2003/textos/portugues/Carrera.htm> acesso em 06 ago. 2014).
A economia dos países africanos é uma das menos desenvolvidas no Mundo. Ela se baseia, em grande parte na monocultura (café, cacau, amendoim etc) agrícola destinada à exportação.
O extrativismo é uma atividade econômica que se destaca, tendo em vista a variedade mineral, animal e vegetal do continente.
A pecuária não é tão relevante, mas é forte nos países do norte do Saara, onde há rebanhos de camelos e dromedários.
A pesca, a caça e a coleta são meios de subsistência para muitas comunidades.
O subsolo africano é uma fonte de riquezas, com a exploração do ouro, urânio, diamantes, petróleo etc.
A indústria do continente é limitada e sua participação corresponde a 26% da Economia da África. Os países com que possuem maior número de indústrias são o Egito e a África do Sul.
Recentemente, a China tem realizado investimentos na África, financiando obras de infraestrutura e comprando matérias primas dos países africanos. Os E.U.A também preparam novos investimentos no continente, visando reforçar seus laços diplomáticos e econômicos com os países da África.
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| O presidente dos E.U.A em visita ao Senegal. |
20.11.13
Feira da Cultura 2013!
Ocorreu na E. E. Luiz Salgado Lima, no dia 20 de novembro deste ano, a Feira da Cultura!
Os temas foram a Consciência Negra e o Meio Ambiente.
Toda a escola - alunos, professores e demais funcionários - trabalharam com afinco em todas as etapas da Feira, desde o planejamento até a execução das atividades.
O resultado final - apresentado hoje nos turnos da manhã e da tarde - ficou incrível! Tivemos um show de criatividade, trabalho em equipe, teatro, música, dança, roda de capoeira, dentre outros aspectos científico-culturais.
Os alunos capricharam em suas apresentações, tanto no visual - confecção de cartazes, peças artesanais e ornamentação das salas - quanto no conteúdo que expuseram para as dezenas de visitas que a Escola recebeu.
Eu trabalhei junto com os alunos da turma do 1º ano 7, do Ensino Médio, e com os alunos da sala do 6º ano 4, do Ensino Fundamental.
Com os primeiros montamos uma sala temática com o assunto: "Influências africanas na cultura brasileira". Apresentamos uma peça teatral sobre a Abolição e estandes abordando Influências africanas na alimentação, no vocabulário e práticas religiosas afro-brasileiras, com foco no sincretismo religioso.
Já com os últimos, trabalhamos a Capoeira, sua história, algumas de suas músicas, além de produzir desenhos, jogo da memória com personalidades afro-americanas e confecção de máscaras africanas.
Todo o trabalho exigiu muito esforço e uma participação efetiva dos estudantes. Acompanhei cada etapa desse processo e vi o quanto eles se se envolveram com o Projeto, fato que contribuiu para o seu sucesso.
O esforço que todos fizeram foi recompensado com muita beleza, alegria e cultura. Depois da linda festa que ajudamos a fazer no dia de hoje, a sensação é de dever cumprido!
Parabéns a todos!
Confiram algumas fotos desse grande evento:
| Palavras de origem africana em nosso vocabulário |
| Alimentos de origem africana e afro-brasileiros em nosso cardápio: café, melancia, pimenta, banana, amendoim... |
| Religião e sincretismo cultural - o caso do São Cosme e São Damião. |
| Estudo sobre a relação entre santos católicos e os orixás afro-brasileiros. Exemplo de sincretismo religioso. |
Gráficos: pesquisa de opinião sobre as religiões afro-brasileiras.
| Feijoada não pode faltar, afinal é o prato nacional! |
| Sábias palavras do ícone Gilberto Freyre. |
| Máscaras africanas confeccionadas com papelão pelos alunos do 6º 4. |
| Painel com breve histórico da Capoeira. (6º ano 4). |
| Parte do público no turno da tarde. |
TV reciclada conta a História do Quilombo dos Palmares.
| Personalidades afrodescendentes. |
| Degustação na sala 12 (8º ano) |
| Fuxico e artesanato na sala 10 (8º ano). |
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