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20.9.15

Saerjinho - 3º bimestre (1º ano do Ensino Médio)

Fiquem ligados no conteúdo que será cobrado na avaliação do Saerjinho deste bimestre.

A seguir, postamos links com todo o conteúdo trabalhado em sala.



Lembrem-se, não há vitória sem esforço. Então o jeito é estudar bastante!


Expansão Marítima



África




América





Bons estudos!

29.3.15

Idade Média em perspectiva

A Idade Média foi um período da História da Europa que começou no século V e terminou no Século XV.

No ano 476, O Império romano do Ocidente foi destruído pelos povos germânicos, os quais estabeleceram diversos reinos na Europa (ver mapa abaixo).


O antigo Império romano estava agora fragmentado em vários reinos germânicos. De acordo com o historiador Hilário Franco Júnior (2001), o cristianismo "foi o elemento que possibilitou a articulação entre romanos e germanos, o elemento que ao fazer a síntese daquelas duas sociedades forjou a unidade espiritual, essencial para a civilização medieval". (A idade média - nascimento do ocidente. p. 16).

Importante destacar que a Igreja Católica, durante a Idade Média, foi a instituição que assumiu a responsabilidade de difundir o cristianismo na Europa e, posteriormente, no mundo. Por isso, a Igreja adotou uma postura bastante radical e punitiva em relação a quaisquer manifestações religiosas ou crenças que contrariassem os dogmas do catolicismo. 

Os membros da igreja formavam o Clero, eram padres, bispos, cardeais e o papa, como autoridade máxima. A Igreja adquiriu vasto patrimônio, recebendo doações de terras e recolhendo o dízimo. Sua importância ia além do amparo espiritual, pois o clero tinha muita influência política e social.

Catedral de Notre-Dame em Paris. As catedrais foram construídas em toda a Europa simbolizando a fé e o poder da Igreja Católica.

A economia europeia, a partir do século V, passou por um processo de ruralização, devido ao declínio das atividades comerciais e ao desaparecimento das moedas. Assim, na Idade Média, a terra tornou-se o bem mais valioso. 

Os donos das terras eram os nobres, que detinham enorme poder sobre seu território. Eles tinham uma massa de camponeses que os serviam, trabalhando em seus campos, e lhes pagavam inúmeros impostos, como a corveia, a talha, a banalidade dentre outros. 

Camponeses trabalhando com o arado. Ao fundo o castelo do senhor feudal.

A economia medieval é chamada de feudalismo, pois se baseava no feudo (a terra e todos os bens que estavam nela: o castelo, o arado, o gado, as ferramentas etc).

Os feudos eram autossuficientes, ou seja, produziam tudo aquilo de que necessitavam. Quando faltava algo que não havia no feudo, era possível fazer o escambo, que é a troca de mercadorias por outras. 

Observe na ilustração como eram estruturados os feudos:

Os camponeses levavam uma vida dura, trabalhavam para sobreviver num regime de servidão. Recebiam comida e proteção do nobre.

Nobres influentes poderiam ceder parte de seu feudo para outros nobres, em troca de sua lealdade e de serviços militares quando fosse necessário. Essa relação é chamada de suserania e vassalagem. Note na ilustração medieval abaixo como era a cerimônia entre o suserano e o seu vassalo.

O vassalo, de joelhos, presta juramento de lealdade a seu suserano.

A sociedade medieval era estratificada e com pouca mobilidade social. A nobreza era hereditária, sendo assim um camponês nunca poderia se tornar um nobre. Os extratos sociais eram bastante distintos entre si. Havia aqueles que oravam, o Clero; os que lutavam, a nobreza; e os que trabalhavam, os camponeses (ou servos).

Observe na figura medieval abaixo uma representação da sociedade feudal, com os três grupos sociais devidamente caracterizados de acordo com suas atribuições.

Clero, Nobre e Servo. Representação da Sociedade medieval.


No século VIII, a Europa foi sacudida por novas invasões. Os vikings atacaram territórios no norte e os muçulmanos expandiram seus domínios do Norte da África até o sul da Península Ibérica, onde ficam atualmente Portugal e Espanha.

A cultura medieval foi muito beneficiada pela cultura muçulmana, a qual permaneceu na Europa até o final do século XV. Apesar de cristãos e muçulmanos manterem uma relação conflituosa, como ocorreu com as Cruzadas, iniciadas a partir do século XI, houve muita troca cultural entre árabes e europeus.

Na Península Ibérica, os muçulmanos construíram belíssimos templos (as mesquitas) que podem ser apreciadas até os dias de hoje. 

Mesquita de Córdoba, na Espanha, construída no século X.
Foram eles, provavelmente, que implantaram o jogo de xadrez na Europa, no século X, a partir da Espanha. Os muçulmanos possuíam muitos conhecimentos nas áreas de geografia, filosofia e medicina que até então eram desconhecidos pelos europeus.

Um cavalheiro cristão e um guerreiro muçulmano disputam uma partida de xadrez. Ilustração do século XIII

Em suma, o legado muçulmano na Europa, principalmente na Península Ibérica, é marcante, seja na língua, nos costumes, na alimentação ou no conhecimento científico adquirido pelos europeus.

A partir do século X, a Europa Medieval passou por grandes transformações. A agricultura tornou-se mais produtiva devido à implementação de novas técnicas agrícolas, a população aumentou, as feiras começaram a surgir e, ao redor delas, surgiram as cidades onde floresceu um novo grupo social - a burguesia. Inicia-se então o renascimento urbano e comercial.

No século XIV, o sistema feudal entrou em crise. A Peste Negra devastou grande parte da população europeia, havia conflitos no campo e nos burgos (cidade). O poder da Igreja e da Nobreza começava a ser questionado por novos atores sociais, que irão inaugurar a Idade Moderna, tema para ser trabalhado nas próximas aulas.

Avaliação 

1. ENEM, 2022.


[1º ano] Roma Antiga

"Todos os caminhos levam a Roma". Esse ditado popular na Itália provém da Antiguidade, e se justifica pois Roma construiu um vasto império, conquistando toda a a região da orla do Mar Mediterrâneo. Assim, todos os caminhos iam em direção à capital do império, para onde seguia gente, riquezas, tributos e escravos.



Graças ao seu poderio militar, Roma dominou um imenso território (ver mapa acima). Pela força das armas e da política, os romanos mantinham os territórios dominados como províncias, que deviam impostos e tributos para a capital.


Um exército disciplinado e bem equipado foi fundamental para o sucesso de Roma.

Com os impostos o governo mantinha um exército poderoso, construía pontes, estradas, coliseus e aquedutos. Muitas destas construções milenares estão erguidas até os dias atuais e são atrações turísticas para os interessados na Antiguidade Clássica.


Um aqueduto construído pelos romanos na França.
Antes de se tornar um Império, Roma viveu sob o governo republicano entre 509 a. C. a 27 a. C.

A palavra República vem do latim res publica e significa "coisa pública". Essa forma de governo de governo deveria zelar pelo bem comum e pelos interesses coletivos. 
Marco Túlio Cícero (106 a. C. a 43 a. C.), filósofo e político romano assim definiu o governo republicano:

“homens associados pelo direito a partir de interesses que lhes são comuns. A associação pelo direito pressupõe a existência de leis e, para promover os interesses comuns, essas leis devem ser a expressão da vontade popular.”

Contudo, a realidade era diferente da teoria. A República romana era controlada pelos patrícios (donos de terras e de escravos), os quais se achavam descendentes dos fundadores de Roma. Eles ocupavam os cargos mais importantes, como os de cônsul ou de senadores. 


Representação de uma sessão do Senado romano.

O senado cuidava do orçamento, decidia se Roma entraria em guerra e elegia os dois Cônsules que lideravam o governo republicano. Em casos extremos ou de crise, um cônsul poderia assumir o poder e implantar uma ditadura até que o problema fosse solucionado.

No outro espectro social havia a massa popular, a plebe. Os plebeus eram um grupo social heterogêneo formado por camponeses, pastores, artesãos, comerciantes etc, os quais constituíam a maioria da população romana.
Eles reivindicavam mais direitos, como o fim da escravidão por dívidas e maior participação no governo.

Com lutas, greves e protestos os plebeus conquistaram, a partir de 494 a. C. o direito de eleger seus representantes para o Tribuno da Plebe (órgão que poderia sugerir leis e vetar medidas do senado) e a publicação da Lei das Doze Tábuas, por volta de 450 a. C.,   elemento fundamental do Direito Romano. A escravidão por dívidas foi abolida e foi permitido o casamento entre patrícios e plebeus.

Apesar das conquistas dos plebeus, as mulheres romanas não podiam participar da política, votar ou assumir cargos no governo, tal como era na Grécia Antiga. Mas, segundo o historiador Pedro Paulo Funari (2002), "o conceito de cidadania romana era muito mais flexível do que o ateniense, que vimos anteriormente. Tornavam-se romanos, por exemplo, os ex-escravos alforriados, chamados libertos, ainda que os plenos direitos políticos só fossem adquiridos pelos filhos libertos, já nascidos livres. Os romanos concediam, também, a cidadania a indivíduos aliados e, até mesmo, a comunidades inteiras" (p. 85).

Fica claro que a cidadania em Roma era mais abrangente do que fora na Grécia Antiga, especialmente em Atenas, berço da democracia. 
Ao estender à cidadania para outros povos, os romanos se tornavam mais numerosos e mais dinâmicos do ponto de vista político e social. 

DE OLHO NO ENEM - 2017. QUESTÃO SOBRE ANTIGUIDADE CLÁSSICA

28.3.15

[1º ano] Grécia Antiga: a origem da democracia

A civilização grega se desenvolveu originalmente na Península Balcânica, há cerca de 4 mil anos atrás. 

Segundo o historiador Pedro Paulo Funari, esta "...região é delimitada, por uma lado, pelo Mar Mediterrâneo e, por outro, pela alternância de montanhas rochosas e despenhadeiros e alguns vales férteis para a agricultura." (Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2002. p. 13).
Península balcânica (sul da Europa).
Foi na Grécia Antiga, especificamente, na pólis (cidade-estado) de Atenas, que surgiu a democracia (poder do povo), no século V a. C.

Para se chegar a essa forma de governo, na qual o povo tinha maior participação no poder, foi preciso muita luta, pois antes a política ateniense era totalmente dominada pelos aristocratas (donos das terras).

A democracia de Atenas era direta, e todo cidadão podia participar da assembleia (Eclésia). Contudo, a cidadania era para poucos, somente homens com mais de 18 anos de idade, filhos de mãe e pai atenienses tinham o direito de falar na assembleia e votar os assuntos políticos da cidade. Para facilitar a compreensão de como funcionava a democracia antiga, leia a História em Quadrinhos abaixo.


Assim sendo, as mulheres, os escravos e os estrangeiros não eram considerados cidadãos, por isso tinham direitos limitados.

O mundo Ocidental, do qual fazemos parte, herdou muito de sua cultura política da Grécia Antiga.

Hoje, no Brasil, por exemplo, somos uma República democrática representativa. Nós votamos e elegemos nossos representantes no poder.



Os políticos eleitos pelo povo devem trabalhar em prol de melhorias para a população e assegurar que a cidadania seja para todos, afrodescendentes, índios, mulheres, homossexuais e até crianças. Uma democracia plena deve garantir a todos os indivíduos, de uma cidade ou de um país, a oportunidade de participar do poder.

DE OLHO NO VESTIBULAR


5.12.14

Relato de viagem

No dia 4 de dezembro de 2014, eu e meus colegas do CIEP 280, acompanhados pelos professores Rodolfo, Andrea e Magda, fizemos uma viagem até Petrópolis, como premiação pelo bom desempenho dos alunos no Saerjinho do 3º bimestre.

Primeiro, fomos à Catedral de São Pedro de Alcântara, que com seu estilo gótico encantou a todos. 

Logo em seguida, partimos para o Museu Imperial, onde fomos guiados por um passeio à História do Império no Brasil. Lá conhecemos um pouco da cultura e do modo de vida da elite imperial no século XIX.

Tiramos muitas fotos tendo como paisagem um imenso e lindo jardim que antecede o palacete do Museu.

Depois disso, visitamos a casa de Santos Dumont - a Encantada. Nela assistimos a um pequeno filme sobre sua vida e suas grandes realizações.

O último destino do grupo foi a rua Teresa, onde fizemos compras.

Na viagem de volta nos divertimos contando estórias ocorridas na escola.

Enfim, o passeio foi incrível.


Texto de Juliana Rabelo Menezes (Turma 2001)

3.12.14

Vamos a Petrópolis?

Amanhã, dia 04 de dezembro, os alunos e alunas do CIEP 280 que obtiveram rendimento igual ou superior a 80% no SAERJINHO do 3º bimestre receberão um presente.
Em destaque nossa rota de viagem para amanhã!

Eles irão viajar para Petrópolis e conhecer um dos pontos turísticos mais procurados da Região Serrana do Rio de Janeiro.

Iremos começar nosso passeio agora, conhecendo um pouquinho desta linda cidade. Então aperte logo o seu cinto de segurança e vamos lá!


Petrópolis (seu nome vem da junção da palavra em latim Petrus (Pedro) com a em grego Pólis (cidade), ficando "Cidade de Pedro") foi fundada no período Imperial. D. Pedro II assinou um decreto em 1843 permitindo o arrendamento das terras chamadas Córrego Seco, que ele herdou de seu pai.


Nessas terras foram iniciados os trabalhos para construir a cidade imperial, onde sua Majestade, a exemplo do que faziam os outros monarcas europeus, poderia viajar nos dias de verão e fugir do calor da capital do Império - Rio de Janeiro.

A partir da segunda metade do século XIX, Petrópolis recebeu centenas de imigrantes - alemães, franceses, portugueses, dentre outros. Em 1857, já tinha status de cidade e não parou mais de crescer.

A cidade atualmente tem 171 anos e uma população de mais de 295 mil habitantes. A economia da cidade imperial é baseada no Turismo Cultural e Histórico, além de se destacar no comércio, fabricação de chocolates e roupas.

Brasão da cidade.


Agora que já conhecemos um pouquinho da História de Petrópolis, vamos visitar, virtualmente, alguns dos principais atrativos turísticos da cidade. Siga-nos.

  • Palácio de Cristal: Inaugurado em 1884, sob incentivo do Conde D'Eu, o Palácio de Cristal abriga hoje eventos culturais de Petrópolis.

  • Catedral de São Pedro de Alcântara: Construção iniciada em 1884 e concluída apenas no final da década de 1960, tem estilo neogótico francês. As portas principais pesam mais de 2 toneladas. No seu interior encontra-se o Mausoléu onde estão os restos mortais da Família Imperial. 

  • Museu imperial: Era a antiga residência da família real. O Museu Imperial, em Petrópolis, guarda preciosidades como a pena que assinou a Lei Áurea, dentre outros objetos relacionados à Monarquia e às Artes. Transformado em Museu no ano de 1940 pelo presidente Getúlio Vargas e inaugurado em 1943.

  • Casa de Santos Dumont: Na "Encantada", os visitantes podem apreciar objetos pessoais do inventor e a arquitetura única de sua obra. O mineiro Santos Dumont adquiriu fama mundial na primeira década do século XX por ser um dos pioneiros na aviação.


  • Palácio Quitandinha: Construído nos anos 1940, o Palácio Quitandinha foi cassino e hotel de grande luxo, recebendo visitas de personalidades como Orson Welles, Henry Fonda e Greta Garbo. Hoje, é um centro de cultura e lazer.

  • Parque Nacional da Serra dos Órgãos: Com suas paisagens fantásticas, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos mais belos atrativos da região de Petrópolis. Ele é uma grande opção de ecoturismo para quem visita a cidade.

  • Rua Teresa: Para quem gosta de fazer comprinhas aqui é o lugar ideal. Essa rua leva o nome da esposa de D. Pedro II. Nela você encontra de tudo, com destaque para roupas.

  • Gastronomia: Depois de todo esse passeio e das compras, bateu aquela fome, né... (rsrs). Não se preocupe, a Cidade Imperial é um polo gastronômico com inúmeros restaurantes e lanchonetes com sabores e valores para todos os bolsos. Peça o menu e aproveite (lista de restaurantes).

  • Hotel: Se quiser voltar para passar um fim de semana, clique aqui e confira uma lista de hotéis e pousadas no centro e arredores da cidade.

Fim da viagem!

3.9.14

SAERJINHO [3º BIMESTRE]


Está se aproximando a prova do Saerjinho do 3º bimestre.

Que tal estudar mais um pouco e se preparar melhor para essa avaliação?

Clique nos links abaixo para relembrar os conteúdos trabalhados no bimestre. 

  • Matéria do 9º ano (Ensino Fundamental)


RESUMO DA ERA VARGAS

CONCEITOS DA ERA VARGAS

JOGO SOBRE A ERA VARGAS

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

DESCOLONIZAÇÃO DA ÁFRICA E DA ÁSIA



  • Matéria do 1º ano (Ensino Médio)

ÁFRICA

INFLUÊNCIAS DA CULTURA AFRICANA

TIPOS DE ESCRAVOS NO BRASIL

EXPANSÃO MARÍTIMA

+ SOBRE A EXPANSÃO MARÍTIMA
Clique aqui, aqui e depois aqui.

CIVILIZAÇÕES PRÉ-COLOMBIANAS


Tenha uma ótima leitura e bom estudo para todos!

1.6.14

Hora de estudar!

O SAERJINHO do 2º bimestre será na próxima semana e agora é hora de reforçar os estudos e relembrar todo o conteúdo estudado nesse bimestre.

Então vamos lá, aqui no Blog disponibilizamos toda a matéria para as turmas do 9º ano e do 1º ano, clique sobre os links para estudar os conteúdos trabalhados em sala de aula.

9º ano - Ensino Fundamental

Crise de 1929
http://acropolemg.blogspot.com.br/2014/04/a-crise-de-1929.html

Nazismo e Fascismo
http://acropolemg.blogspot.com.br/2014/04/regimes-fascistas.html

Revolução Russa
http://acropolemg.blogspot.com.br/2014/04/a-revolucao-russa.html

http://acropolemg.blogspot.com.br/2013/06/teste-sobre-revolucao-russa-1917.html

Revolução Chinesa e Cubana
http://acropolemg.blogspot.com.br/2014/06/revolucoes-comparadas-duas-experiencias.html

1º ano - Ensino Médio

Renascimento Cultural



Reforma Protestante

Absolutismo e Mercantilismo



IMPORTANTE

Não se esqueça de estudar também o seu caderno, leia os textos e as atividades que foram trabalhadas na sala de aula! Se fizer isso, sem dúvida, terá sucesso nas avaliações do SAERJINHO!

Bom trabalho para todos.

Não deixe de ler

Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa

Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...