Blog mantido para preservar o trabalho do Professor e Historiador Rodolfo Alves Pereira. O site mantém registros de algumas de suas publicações e trabalhos apresentados em Congressos e Eventos acadêmicos e Educacionais, nos quais deixou valiosas contribuições acerca da Metodologia e do Ensino de História na Educação Básica. Também contém registros de algumas de suas experiências didático-pedagógicas mais importantes, além de projetos desenvolvidos nas escolas onde atuou.
27.10.23
Menos telas, mais papel e lápis
25.10.23
Sobre a insegurança nas escolas públicas
No dia 23 de outubro ocorreu numa escola pública de São Paulo outro atentado que resultou em tragédia.
O país é violento, marcado pela desigualdade social e as escolas públicas, de modo geral, são desprotegidas, vulneráveis aos crimes. Infelizmente, diante da inoperância de nossos dirigentes, tais cenas continuarão se repetindo.
A grande mídia, os veículos de comunicação com programas na televisão ou lives Internet repercutiram o assunto. Muda o canal, muda a plataforma, mas a forma é a mesma: mostram a nota oficial dos políticos lamentando o ocorrido e colocam um "especialista" da Universidade para falar. Nunca colocam o diretor da escola, os professores ou coordenadores, não dão voz aos estudantes e aos seus pais. Para a grande mídia o que importa é a "verdade" revelada pelos "especialistas". O ponto de vista do povo que frequenta diariamente, por horas, as escolas públicas não tem relevância nenhuma.
Por isso, assisti com nojo a um desses programas na Internet mostrando o especialista da Fundação Getúlio Vargas afirmando que as escolas não precisam de detector de metais. Ora, o sujeito fala de um prédio seguro, onde há segurança, para passar pela portaria da FGV é uma tremenda burocracia, há câmeras e vigilantes por todos os cantos...
Mas, segundo o "especialista", nas escolas públicas o detector de metais deve ser o professor. O professor deve conhecer o aluno, suas angústias, seus anseios, suas frustrações e identificar potenciais ameaças e tomar ali as providências cabíveis para prevenir atos violentos...
Ocorre que numa sala de aula há 35, 38 alunos e o professor da escola pública tem várias salas de aulas e atua em duas, às vezes três escolas, em dois ou até três turnos. Tal quadro, em resumo, dificulta bastante a tarefa que pretendem atribuir ao professor.
Será que o "especialista", o bomzão da FGV que recebe um salário elevadíssimo sabe mesmo do que está falando? Será que ele conhece, de fato, a realidade de seu país? Será que alguma vez já pisou numa escola pública?
Precisamos de mais providências, urgentes, e de menos conversa fiada. Caso contrário, continuaremos apenas lamentando as vidas perdidas por conta do descaso e da falta de zelo com a qual as autoridades vem tratando a educação básica neste país. E a medida que se faz mais necessária para o momento é a instalação de detectores de metais nas entradas das escolas, dentre outros protocolos de segurança que precisam ser adotados. Ficar de blá-blá-blá na televisão, tentando transformar professor em detector de metal, e postar nota de pesar na rede social não vão solucionar a crise de violência do país.
1.10.23
A História de Napoleão Bonaparte nas telonas
Em Novembro deste ano, chega aos cinemas o filme Napoleão, estrelado por Joaquin Phoenix, ator vencedor do Oscar.
O filme mostrará a ascensão e a queda de Bonaparte. Assista ao trailer.
14.9.23
História & Cinema: Dois filmes nacionais inspirados na história e literatura brasileira
- Memórias póstumas de Brás Cubas (2001)
O filme homônimo ao clássico assinado por Machado de Assis, em 1881, é, assim como o livro, uma produção que prende o telespectador à tela do princípio ao fim. Imperdível!
- Guerra de Canudos (1996)
Este longa-metragem foi inspirado na célebre obra "Os Sertões" (1902), de Euclides da Cunha. O filme narra a trágica batalha de Canudos, entre os sertanejos e o exército na jovem república brasileira em 1896-1897.
13.8.23
José Murilo de Carvalho (1939-2023)
Faleceu hoje, dia 13 de agosto de 2023, o historiador é cientista político José Murilo de Carvalho.
José Murilo nasceu em 1939, em Minas Gerais. Formou-se em Sociologia e Política pela UFMG, lecionou na UFRJ em diversas universidades no exterior.
É autor de diversas obras, muitas das quais fundamentais para a compressão da história e cultura política do Brasil, como "Os Bestilizados: o Rio de Janeiro e a República que não foi (2019)", "Cidadania no Brasil: o longo caminho (2001)", "A Formação das Almas: o imaginário da República no Brasil (1990)" entre outras.
Era membro da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira número 5.
5.5.23
Iniciação à ciência
18.4.23
Faleceu Boris Fausto, um dos principais historiadores do país
Não deixe de ler
Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa
Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...
-
A 3ª Edição do CIEP NEWS está on-line, clique sobre as imagens para ampliar e ler o jornal do CIEP 280, produzido pelos alunos e professore...
-
Hoje, os alunos da turma 2002 do 2° ano do Ensino Médio do CIEP 280, fizeram logotipo, nuvem de palavras e sistematizaram as informações do ...
-
É bastante comum encontramos mangas à venda em hortifrutis e supermercados nas cidades brasileiras. Assim como é possível notar a existência...
.jpeg)
.jpeg)
.jpeg)



.jpeg)

.jpeg)
.jpeg)