8.5.15

CIEP NEWS: escrevendo a História do CIEP 280

Está on-line a 1ª e histórica edição do Jornal CIEP NEWS, o informativo do CIEP 280 para toda a comunidade carmense!

Queremos aproveitar a oportunidade para desejar votos de saúde e de uma excelente recuperação para o professor Carlos Frederico, um dos idealizadores do CIEP NEWS, que passa por um momento difícil. Que Deus o abençoe, companheiro, para que você retorne logo. Estamos esperando por você!

Fiquem agora com o CIEP NEWS on-line, aqui no Acrópole - História & Educação.

*Clique sobre as imagens para ampliar.






5.5.15

Representação da intolerância

Os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental assistiram ao filme Caça às Bruxas (2011), com o astro Nicolas Cage.



O longa se passa na Idade Média, no período das Cruzadas, por volta do século XI ou XII.

Assista ao trailer.

Destacamos, antes do filme, que era importante que os alunos prestassem atenção aos elementos históricos, isto é, verídicos representados no filme, como: as Cruzadas, a intolerância da Igreja Católica, a Peste Negra dentre outros aspectos.

Após o filme, debatemos os aspectos históricos apresentados e solicitamos que os alunos escolhessem um dos temas estudados para ilustrar.

A aluna Leandra, da sala 9, caprichou na arte e mostrou a realidade. A Idade Média viveu momentos de turbulência religiosa, além das lutas e perseguições travadas entre cristãos, muçulmanos e judeus havia na própria Europa intolerância da Igreja com indivíduos julgados diferentes. Eles eram rotulados, de adoradores do demônio, as mulheres eram chamadas de bruxa e muitos foram condenados pela Inquisição à morte. 

Leandra retratou o momento do filme em que três mulheres são condenadas à forca por um padre e alguns soldados, após terem sido acusadas de bruxaria. Confira abaixo.


A violência gerada pela intolerância religiosa. Desenho da aluna Leandra.

Importante ressaltar que durante a Idade Média a Igreja realizava inúmeras obras sociais e de caridade. Estudamos que nos feudos eclesiásticos, além dos mosteiros destinados aos estudos bíblicos, havia espaços para os viajantes, hospitais para cuidar dos enfermos e lugares para acolher órfãos e idosos. Mas nada justifica a violência praticada, principalmente sob pretexto religioso.

Isso tudo é lamentável, pior ainda é que depois de tantos anos a humanidade teima em não aprender com os erros do passado. Infelizmente, a intolerância religiosa está muito viva em diversas partes do Mundo, até os dias atuais, provocando sofrimento e dor...

1.5.15

O trabalhador não tem vez aqui

As vésperas do Dia internacional do Trabalhador, um elemento importante que constrói um país com seu esforço, suor e impostos (e põe impostos aí...), o Brasil dá um péssimo exemplo de como se deve tratar aqueles que labutam para sobreviver.

O caso mais recente que tomou conta dos noticiários vem do Paraná, onde os professores encontram-se em greve reivindicando seus direitos. O governo estadual do PSDB rechaçou o diálogo e usou a polícia para dispersar, violentamente, os grevistas durante uma manifestação.

O resultado de tal ação foi uma barbárie e uma covardia com os trabalhadores da Educação, os quais foram alvejados por projeteis de borracha e muito gás lacrimogêneo.

Educadores protestam em Curitiba (PR) e são reprimidos pela PM. 29/04/15.

Por que os governos tem tanto medo dos trabalhadores, a ponto de usar a violência quando esses se mobilizam para assegurar os parcos direitos que possuem?

Governos que reprimem movimentos populares e trabalhistas com a violência lançam mão de um recurso que foi amplamente utilizado pelos Estados Totalitários, dentre os quais podemos citar o Fascista, o Nazista, o Comunista dentre outras experiências autoritárias contemporâneas que ocorreram, e ainda ocorrem, em alguns países africanos e latino-americanos.

No Brasil, o descaso das autoridades políticas e das elites detentoras do poder econômico com as necessidades dos trabalhadores é, historicamente, marcante e assustador.
Logo no início do regime republicano no pais, no final do século XIX, as questões sociais eram tratadas como caso de polícia. Daí vem a origem de toda a violência contra a classe trabalhadora atual.


Greve geral em São Paulo, em 1917.

No período em que o país viveu sob a ditadura de Getúlio Vargas, os sindicatos foram mantidos sob controle do governo. Vargas criou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em 1943, mas deu um "cala boca nos" trabalhadores, subtraindo-lhes a capacidade de organização e mobilização.


Era Vargas: no dia do Trabalhador Getúlio Vargas era celebrado como o "pai dos pobres".

Greves foram proibidas e manifestações culturais que criticavam a política trabalhista de Getúlio foram censuradas.

Durante os governos militares, os trabalhadores também não tiveram vida fácil. Os sindicatos sofreram intervenção e muitas lideranças foram exiladas, presas e até torturadas pelos agentes da ditadura que tomavam conta do país. Nesse período também houve grande arrocho salarial, apesar do país ter experimentado momentos de crescimento econômico as desigualdades sociais aumentaram.

Veio a redemocratização, "fizemos" a Constituição de 1988 e tudo melhorou, certo?


Deputado Ulysses Guimarães durante a aprovação da Constituição de 1988.
Errado, os trabalhadores continuaram sofrendo, mas resistindo e lutando, apesar das adversidades, do assédio moral, da manutenção de baixos salários e da brutalidade que as autoridades empregam para tentar silenciar a voz de quem nunca se cala.

Repare que ao longo de quase 126 anos de República o trabalhador continua sendo perseguido, massacrado ora pelos impostos ora pelas bordoadas recebidas da PM, quando não pelos dois fatores simultaneamente.

O trabalhador só será respeitado quando houver uma mudança da percepção das elites nacionais, o que também depende de ações governamentais, como a melhor distribuição de renda e o respeito pelos direitos e conquistas trabalhistas. Infelizmente, os exemplos de repressão, tais como o ocorrido com os educadores do Paraná, demonstram que estamos longe dessa realidade.

Por isso, em mais de 100 anos de História, pouca coisa mudou ou não avançou na proporção ideal. Até agora, o Estado brasileiro ainda não conseguiu encontrar maneiras dignas de tratar e de reconhecer aqueles que mais fazem pelo país.

Leia mais sobre o Dia do Trabalhado clicando aqui e aqui.

27.4.15

Um imperador na minha cidade

Ano 1881. Local: Cidade de Leopoldina, província de Minas Gerais.

A cidade fora assim chamada em homenagem à segunda filha do Imperador D. Pedro II, a princesa Leopoldina. Por conta de seu nome, um periódico local publicou uma nota do Padre Luiz Lopes Teixeira, na qual exaltava a identificação da cidade com o regime monárquico. A esse respeito, dizia que a cidade, "...cujo nome, tomado, na sua creação, por seus habitantes, externa a identidade dos sentimentos monarchicos, por ser nome tirado da Augusta prole de Vossa Magestade imperial". (O Leopoldinense, 24 de abril de 1881, p. 2).
Princesa Leopoldina. Anônimo. Ca. 1853. Daguerreótipo. 13 x 10,4cm.  Acervo do Arquivo Histórico do Museu Imperial.

Cercada por montanhas e fazendas de café, onde trabalhavam milhares de escravos (em 1876 a região concentrava a maior população escrava da Zona da Mata mineira (http://web.cedeplar.ufmg.br/cedeplar/site/diamantina2002/textos/D10.PDF p. 11), a antiga vila crescera, fora elevada à condição de cidade em 1861 e respirava ares de modernidade com a chegada, em 1877, da linha férrea, das estações e das locomotivas.


(O Leopoldinense, 24 de abril de 1881).
O trem ajudava a escoar o café para os grandes centros consumidores, incluindo o porto do Rio de Janeiro, de onde o produto seguia para o exterior, garantindo mais lucros para comerciantes e grandes cafeicultores. Na década de 1870, o café produzido na Zona da Mata respondia por cerca de 60% da arrecadação de toda a província de Minas Gerais. (Fábio W. A. Pinheiro. O Tráfico de escravos na Zona da Mata Mineira: Minas Gerais, 1808 – 1850). Portanto, a região era rica e economicamente importante para a província e para o império. 

O crescimento econômico da cidade de Leopoldina, baseado na monocultura do café e no trabalho escravo, proporcionou o surgimento de ricas famílias, cujos líderes eram proprietários de terras e influentes políticos, como os Monteiro de Barros.
Vista da sede da Fazenda Niagara - distrito de Abaíba, pertencia a influente família Ribeiro Junqueira. Exemplo da opulência local na segunda metade do século XIX (Foto de outubro de 2014).
Nas primeiras décadas do século XIX, a referida família já acumulava riqueza e poder no cenário regional, como demonstra o historiador Angelo Alves Carrara na seguinte passagem:

"Esta família conseguiu apropriar-se de um vasto patrimônio agrário, cuja distribuição foi muito facilitada pela presença de alguns de seus membros importantes nos cargos mais altos do governo da capitania e depois da província: o comendador Manuel José Monteiro de Barros, Romualdo José Monteiro de Barros (Barão de Paraopeba, membro da segunda Junta do Governo Provincial) e o desembargador e ouvidor Lucas Antônio Monteiro de Barros. Só o comendador Manuel José obteve a concessão de quatorze sesmarias. No total, oito membros da família possuíam vinte e quatro sesmarias." (ESTRUTURAS AGRÁRIAS E CAPITALISMO; contribuição para o estudo da ocupação do solo e da transformação do trabalho na zona da Mata mineira (séculos XVIII e XIX), p. 20. Disponível em http://historia_demografica.tripod.com/pesquisadores/angelo/estrutura-texto.pdf). 

Tamanho poder e influência política chamava a atenção das autoridades, inclusive de sua majestade o imperador D. Pedro II, o qual visitou, por inúmeras vezes, a província de Minas Gerais e a Zona da Mata, que como vimos era uma próspera e destacada região mineira. 

D. Pedro II. Fotografia de 1870.
Importante destacar que as viagens que o Imperador fez por todo o país possuíam um significado político, pois o monarca se apresentava para os súditos como o representante da nação e da unidade do Império (Ver Alvarenga, Susiely. As viagens de D. Pedro II à província de Minas Gerais em 1881[manuscrito] : festividades, política e ciência / Susiely Alvarenga - 2012.191f.: il.). D. Pedro II era o elo entre a corte com as demais regiões, sua presença servia para fortalecer os laços de poder com as elites locais do interior do Brasil. Alguns ilustres cidadãos residentes nas cidades visitadas pelo Imperador eram, inclusive, agraciados com títulos de nobreza e honrarias imperiais para reforçar alianças e a lealdade local com monarca. 

Numa das viagens que fez à província, em 1881, D. Pedro II visitou Leopoldina, situada na Zona da Mata mineira. Era comum que as cidades que recebessem Sua Majestade Imperial organizassem uma grande recepção. As ruas eram enfeitadas com flores, as casas iluminadas, havia banda de música, comemorações religiosas e civis.

Em Leopoldina não foi diferente, alguns dias antes da chegada do Imperador, o jornal da cidade, "O Leopoldinense", repercutia o fato e discutia os preparativos para a recepção da maior autoridade do Império e quem iria arcar com os custos de tais provimentos.
As páginas do jornal local exaltavam a visita do Imperador como a "maior e mais elevada distincção a que esta cidade possa aspirar..." Em destaque o Brasão de D. Pedro II.  (O Leopoldinense, 30 de abril de 1881. p. 2).

Organizar uma recepção "com as pompas e festas" digna do Imperador era algo caro. O jornal questionava quem iria custear a visita de D. Pedro II e de sua comitiva - a Câmara Municipal (órgão que era a prefeitura da cidade naquela época) ou os cidadãos, empregando recursos próprios.

O periódico reproduziu em suas páginas o dilema do município:
"applicar os dinheiros municipaes aos festejos com a recepção do Imperador e prejudicar sem uma razão legal todos os ramos do serviço publico attendidos pelas verbas orçamentarias, de que se retirassem aqueles dinheiros ou sollicitar de outra fonte a precisa quantia, embora corresse o risco de não poder levar a effeito os ambicionados festejos,..." (O Leopoldinense, 21 de abril de 1881. p. 1).    

O jornal da cidade louvou a escolha da segunda opção, isto é, a busca de dinheiro para a festa de boas vindas junto a particulares, poupando assim os recursos dos cofres públicos municipais. 

A cidade estava mobilizada com os preparativos para receber o imperador. O papel de liderar a organização da festa ficou sob a responsabilidade da Irmandade do SS Sacramento, uma associação ligada à Igreja Católica, formada por membros do Clero e da sociedade civil, e do "Club Agricola". O município foi todo decorado com flores. Lírios e dálias foram colhidos para serem espalhados pelos caminhos que seriam percorridos por D. Pedro II.


Lírios e Dálias embelezavam a cidade para receber a família imperial.

Na linha férrea próxima à fazenda do Desengano e em outros pontos da cidade, foram instaladas girandolas de onde sairiam fogos para celebrar a chegada do Imperador.

No dia 30 de abril de 1881, numa bela manhã de sábado, por volta das onze e trinta horas, o trem que trazia sua Majestade e sua comitiva, incluindo a Imperatriz Teresa Cristina, chegou à Estação da cidade.


Imperatriz Teresa Cristina. Foto disponível no site do Museu Imperial.

Segundo o relato do jornal "O Leopoldinense", edição de 1 de maio de 1881, a estação de trem estava tomada pela população. Havia autoridades municipais, vereadores, políticos, militares, membros do clero, diversas famílias e bandas de música.

Após a festiva recepção, o Imperador, sua comitiva e os convidados saborearam um delicioso banquete, regado a vinhos e perfeitos preparados, oferecido pelo Restaurante Carceler.
Como era de costume, D. Pedro II visitou os prédios públicos, como a Cadeia, a Câmara, a Matriz e a Escola. Sobre isso, registrou o seguinte em seu diário pessoal de viagem:


Na estação de Vista Alegre (10h 35’) tomou-se o ramal da Leopoldina. Aí cheguei às 11 ½ à casa de um amigo de Gervásio Monteiro de Barros sobrinho neto do Congonhas.

Almoço que interrompi às 12.

Câmara e cadeia — idem. A casa não é má. Aula primária de meninos que não me desagradou. A sala é muito pequena. Colégio de meninas que não me pareceu mau, tendo a mestra fisionomia inteligente. Aula 1ª de meninos do grau superior. Sofrível. A aula 1ª de meninas não tem agora professora. O cura não explica doutrina aos meninos na igreja como quase nenhum faz.

Oração na igreja de onde se goza de boa vista; subida íngreme; fomos de trole e de lá por boa ladeira para a estação. 

(Diário de D. Pedro II. Viagem a Minas Gerais – Segunda Parte. Volume 25. 19 a 30/04/1881).

A comitiva imperial foi recebida por um membro da importante família Monteiro de Barros, detentora de terras, produtores de café e influentes políticos a nível provincial.


Em seu diário, D. Pedro II registrou suas impressões sobre os prédios públicos (Câmara e cadeia) e visitou o colégio de meninos e de meninas e parece não ter se impressionado com as aulas e com o ensino no município.


Depois dirigiu-se, de carruagem, à Igreja (atualmente está a Igreja Nossa Senhora do Rosário) onde orou e pode apreciar a vista da cidade.


Dali, seguiu para a estação e antes de embarcar entregou ao sr. barão da Leopoldina a quantia de 500$, dos quais 200$ deveria ser destinado à "pobreza" e 300$ para a aquisição de livros para o "Club Agricola". Às 13 horas e 45 minutos, sob vivas e foguetórios,  a comitiva partiu com destino à Corte (Rio de Janeiro), onde foi encerrada a primeira viagem real à Minas Gerais no ano de 1881.


A euforia e a comoção gerada pela visita imperial, contudo, não foram suficientes para que a imprensa local deixasse de registrar pequenos incidentes, embora não tenham chegado a atrapalhar as celebrações oficiais. O jornal noticiou que no "alto do morro ao incendiar-se as salvas ali collocadas, fracturou a perna direita o fogueteiro..." e um escravo, o pardo Manoel Bernardo, se feriu. O Leopoldinense, 1 de maio de 1881, p. 2).
  
Pouco mais de uma semana após a conclusão dessa viagem, D. Pedro II enviou uma correspondência para sua filha, a princesa Isabel, relatando o ocorrido e sua passagem por Minas Gerais:

Cara Filha 


O diário lhe teria dito como foi interessante minha viagem a Minas. Esta província tem grandes elementos de prosperidade. 

Não falo de suas montanhas de ferro e de ouro e outros minerais. Tem regiões fertilíssimas por todas as culturas mesmo para o trigo de que comi muito bom pão. A escola de Minas pode servir de modelo. 


(Cartas de D. Pedro II a Isabel. Carta de 08 de Maio de 1881). 



Importante destacar que as viagens oficiais do Imperador tinham um caráter simbólico e político, visando levar ao interior de seu Império e aos seus súditos os ritos, os costumes e a representação do Poder real.

Assim sendo, a presença de Sua Majestade e de sua comitiva materializavam, nos locais mais afastados da sede do império, o regime monárquico em vigor no Brasil.

O momento histórico era delicado, tendo em vista que os grandes produtores rurais criticavam o governo imperial e o processo de abolição da escravatura, que tomava forma. Isso representava um risco para a unidade do Império. Nesse contexto, as visitas de D. Pedro II ao interior serviam como uma estratégia política, com as quais o imperador distribuía cargos, títulos honoríficos e até recursos financeiros para os locais visitados, tudo com o objetivo de tentar manter a unidade nacional, firmar alianças com as elites locais e tentar minimizar os rumores da implantação de uma República no Brasil.


Apesar de todos os esforços imperiais, os rumos da História política brasileira sinalizavam mudanças, e oito anos após visitar Leopoldina foi proclamada a República, sob a égide dos militares e com o apoio dos grandes produtores rurais, principalmente dos paulistas, os quais estavam insatisfeitos com a Monarquia. A família real foi enviada ao exílio e do navio que a conduzia para a Europa assistiram à ruína do regime monárquico no Brasil.


Com relação à breve passagem de D. Pedro II por Leopoldina, foi um marco histórico para o local, um reconhecimento de seu prestígio e influência política e econômica ao final do século XIX. Embora os tempos de glória e opulência do município tenham ficado para trás, a memória da visita imperial continua viva nas páginas da história desta cidade.  


Referências de pesquisa


GENOVEZ, Patrícia Falco. A viagem enquanto forma de poder: a viagem de Pedro II e a inauguração da rodovia União e Indústria, em 1861Tempo, Rio de janeiro, Vol. 3, n° 5, 1998, pp. 161-180. 1.

MACHADO, Cláudio Heleno. Tráfico interno e Concentração  de população escrava no
principal município cafeeiro da Zona da Mata de Minas Gerais: Juiz de Fora (Segunda metade do século XIX)X Seminário sobre a Economia Mineira. 

PIRES, João Ricardo Ferreira. Notas de um Diário de Viagem a Minas Gerais: política e ciência na escrita viajante do Imperador D. Pedro II (1881). Dissertação apresentada na Pós-Graduação em História/UFMG como requisito parcial à obtenção do título de mestre
Linha de Pesquisa: História e Culturas Políticas. Orientadora: Eliana de Freitas Dutra

ALVARENGA, Susiely. 
As viagens de D. Pedro II à província de Minas Gerais em
1881[manuscrito] : festividades, política e ciência / Susiely Alvarenga - 2012. 191f.: il. Orientador: Prof. Dr. Ronaldo Pereira de Jesus. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Ouro Preto. Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Departamento de História. Programa de Pós-graduação em História. Área de concentração: Poder e Linguagens.

Volume 25: Viagem a Minas Gerais (Segunda parte) 19 a 30/04 de 1881.


Jornal O Leopoldinense. Abril e Maio de 1881.

23.4.15

Animação sobre o Iluminismo

Assista a esta breve animação e aprenda mais sobre o Iluminismo, o mais importante fenômeno intelectual do século XVIII!

22.4.15

Animação sobre o Absolutismo e o Mercantilismo

O título do post apresenta dois conceitos fundamentais para se compreender a Idade Moderna, uma época em que surgem os Estados Nacionais europeus e se dá a formação do capitalismo comercial, que resultará, posteriormente, nas grandes navegações e descobrimentos do século XV.

Para facilitar o estudo e a assimilação dos conceitos, elaboramos uma animação através do recurso digital Powtoon, que exploramos pela segunda vez.

Assista ao vídeo abaixo e descubra como não é tão complicado aprender História.




Obs.: Não se esqueça de estudar o caderno, o livro didático e outros textos e resumos disponíveis aqui no Blog para ampliar o seu conhecimento sobre o assunto.

Bons estudos!

21.4.15

A mídia está em todo lugar

Os alunos das turmas do 2º ano do CIEP 280 foram às ruas de Carmo encontrar as tais das mídias.

A pesquisa de campo se deu depois deles terem conhecido os conceitos de cultura e de mídia, daí resolvemos encontrá-las em nosso dia a dia.

Cotidianamente, somos "bombardeados" por informações e nem nos damos conta do volume de outras tantas informações que estão por trás de tantos letreiros, cartazes, anúncios etc.

Os alunos fotografaram tudo que encontraram de informação disponível nas ruas da cidade. Depois, em sala de aula, selecionaram as fotos, pesquisaram e elaboraram, coletivamente, uma apresentação de slides que foi exibida na quinta-feira para todas as turmas do 1º ano e do 2º ano do CIEP 280.

Confiram os slides com o trabalho do dia:


Não deixe de ler

Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa

Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...