19.11.16

Quem deve pagar pela crise financeira do estado do Rio de Janeiro?

Neste país, a farra com o dinheiro público não tem limites.

A classe política parasitária se apossa do poder e, ao invés de agir em prol do bem comum, começa a trabalhar, incessantemente, apenas por si, sua família e seus "amigos".

O contribuinte sustenta com o seu suor todas as extravagâncias promovidas por alguns agentes públicos, caso do Sérgio Cabral, ex-governador que ajudou a falir o Rio de Janeiro, que levava uma vida de rei, não porque conquistou riqueza com trabalho honesto, mas porque roubou dos cofres estatais, se envolveu em negociatas e falcatruas em conluio com empresários canalhas. Enquanto alguns esbanjam, vivendo numa realidade onde os efeitos da crise e da recessão econômica passam longe,  o estado agoniza e não tem recursos para pagar os seus servidores, os aposentados e nem para manter os serviços básicos em funcionamento tão necessários para os cidadãos humildes. 

Observe alguns itens de luxo apreendidos pela polícia junto com a prisão do ex-governador do estado carioca.  Os objetos pertencem à família Cabral e, supostamente, são oriundos de propina.





O político, enfim preso, deve pagar por todos os males e desfalques que causou aos cofres públicos. É injusto que o povo seja ainda mais sacrificado com medidas administrativas e fiscais, caso da PEC 55 em nível federal e o pacote anticrise do governo Pezão em trâmite na ALERJ, cujas propostas visam o arrocho salarial, aumento de impostos e tributos e redução de investimentos em setores fundamentais, como saúde e educação. É imoral e inadmissível transferir a responsabilidade para a população e para os trabalhadores a conta de uma enorme dívida criada por uma classe política asquerosa e corrupta. 



Esperamos que junto com Cabral e Cia, outros figurões sigam (e permaneçam) para a cadeia, que é o local adequado para esse tipo de gente, e que todo o dinheiro e vantagens obtidas indevidamente sejam devolvidas ao erário. Cadeia para os ladrões, os quais, por muito tempo, zombaram das leis, tiraram proveito da impunidade, massacraram o povo e fizeram o infortúnio desta nação.

9.11.16

Ele está de volta (Às vezes parece que ele nunca foi embora)!

Berlim (Alemanha), 2011.

Adolf Hitler desperta num terreno baldio, no subúrbio da cidade. Vê à sua volta inúmeros imigrantes de origem turca convivendo entre os seus. Descobre que uma mulher ocupa a presidência, que outrora fora sua, e sai em busca de respostas em meio ao vaivém de pessoas e de veículos nas ruas da capital.

O livro Ele está de volta (2012) do autor alemão Timur Vermes narra o retorno de Hitler no século XXI, cujo discurso nacionalista e impregnado de xenofobia se torna viral com o advento das novas tecnologias de comunicação e recursos de mídia, como a televisão e a internet. 

Eu já tenho o meu!

De leitura agradável, a obra nos faz refletir sobre a predisposição do grande público em aceitar os discursos propalados por lideranças conservadoras e populistas, muitas das quais defendem um "governo forte" e a adoção de medidas autoritárias. 

O texto, evidentemente, dialoga com as questões e tendências políticas do século XXI, evocando um fato do século XX - a ascensão de Hitler ao poder. Assim, a obra nos possibilita refletir sobre o avanço da direita conservadora na Europa, em países como Itália e França, por exemplo, cujas lideranças disseminam uma cultura de intolerância às minorias étnicas e defendem restrições a entrada de imigrantes em seus países com significativa aprovação popular. E, por que não citar, o caso de Donald Trump, recém eleito presidente dos EUA, personagem que durante a sua campanha ergueu a bandeira do isolacionismo, torcendo o nariz para os latinos e islâmicos. Ainda na América, mas desta vez no cone Sul, países como a Venezuela, Peru, Argentina e Brasil (vide a retórica do deputado Bolsonaro, a qual exalta o regime militar), há incontáveis políticos simpáticos às práticas governamentais populistas e demagógicas que seduzem multidões.

Enfim, há resquícios de cultura política autoritária por toda a parte, às vezes ela fica em estado latente, em outros momentos, como nos de crise econômica, ela se manifesta de modo mais forte e aí redundam em governos que cerceam  direitos e ceifam vidas. 

A repercussão do livro foi tamanha, que ele acabou virando filme homônimo à publicação de Vermes. Confira o trailer abaixo:




Sem dúvida, vale a leitura e o ingresso para o cinema!

7.11.16

Tome cuidado com a selfie




A onda de tirar selfie já ultrapassou os limites. Pessoas tiram o autorretrato nos lugares mais inusitados e, às vezes, inadequados. Olha o que um turista brasileiro desatento provocou num museu em Portugal: foi fazer uma foto e acabou provocando um acidente que destruiu uma peça do século XVIII.


E você, acha que por uma boa selfie vale tudo?! 
Há tanta necessidade de publicarmos imagens dos inúmeros momentos de nossa vida nas redes sociais? 
É saudável que as pessoas fiquem tão dependentes dos perfis mantidos na web?


Eis o resultado da tentativa de selfie: uma escultura do século XVIII destruída. :( 



Cortiços: exemplo de permanência histórica

Quando o prefeito do Rio de Janeiro - Pereira Passos - iniciou suas reformas urbanas, em 1903, ele tinha forte inspiração no modelo parisiense. Nesse sentido, queria remover os cortiços, locais de habitações coletivas, do centro da cidade substituindo-os por amplas avenidas, bulevares e prédios modernos. 



Esse evento ficou conhecido como "bota-abaixo", pois as autoridades públicas demoliram inúmeros cortiços, expulsando seus habitantes das áreas centrais da cidade. Porém, nem todos os cortiços desapareceram, alguns resistiram às demolições do início do século passado e conservam, até os dias de hoje, certas semelhanças com as moradias de outrora. Confira mais na reportagem abaixo:

2.11.16

Exposição de fontes históricas sobre a História dos Brinquedos

Para a Semana de Educação para a vida, os alunos da turma 6º ano 3 irão apresentar para o público uma exposição sobre patrimônio e fontes históricas, como brinquedos e jogos que ajudam a contar a trajetória da Infância ao longo do tempo.

Na Sala Ambiente, haverá música, exposições orais e de objetos históricos, mostra de pinturas e desenhos e um quizz, com perguntas sobre o tema para os visitantes. Quem acertar todas as perguntas ganhará um prêmio.

Confira mais detalhes sobre o evento no cartaz abaixo:


30.10.16

Corrupção: um mal social

É possível uma sociedade corrupta ter um governo ético? 

Um governo corrupto se sustentaria numa nação com comportamento ético?

O historiador e professor Leandro Karnal ajuda a elucidar a questão no vídeo abaixo:

21.10.16

Sanitarismo em Leopoldina (1895-1930): fontes e perspectivas para uma pesquisa histórica

Trabalho apresentado no 1º Seminário do Grupo de Pesquisa de História da Zona da Mata mineira, na UEMG-Carangola (MG), no dia 20/10/2016.



Projeto de pesquisa sobre os ecos do movimento sanitarista brasileiro, ocorrido nas primeiras décadas do século XX, na cidade de Leopoldina (MG).

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Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa

Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...