25.9.13

Resumo: Colonização da América

Colonização inglesa
  • Os ingleses começaram a colonização da América do Norte no século XVII, em 1620, limitando-se, inicialmente, em ocupar a parte da costa leste do atual território dos E.U.A. (Observe o mapa abaixo)
As treze colônias inglesas na América do Norte.
  • Naquela época, diversos imigrantes ingleses deixaram a Inglaterra devido às perseguições políticas e religiosas que ocorriam no país. Então muitas pessoas, principalmente os puritanos (protestantes) decidiram seguir para a América para reconstruírem suas vidas.
  • O custo das viagens da Europa para a América eram elevados. A Coroa inglesa ou as Companhias de Comércio patrocinavam a viagem dos imigrantes. esperando ter retorno do investimento através da exploração das riquezas do continente americano pelos colonos.
Desembarque de imigrantes ingleses na América do Norte.
  • Os ingleses formaram 13 colônias inglesas na América do Norte, que se dividiam, basicamente, em colônias do Sul e colônias do Norte. Além de ingleses, as colônias receberam outros imigrantes, tais como irlandeses, franceses e holandeses. 
KARNAL, Leandro et al. História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI. São Paulo: Contexto, 2007. p. 44.
  • As colônias do Norte: São chamadas de colônias de povoamento, pois nelas predominavam o trabalho livre, assalariado e a pequena propriedade rural trabalhada, geralmente, pela própria família. O clima era temperado, semelhante ao europeu. A economia baseava-se no comércio, na manufatura e na agricultura de diversos gêneros agrícolas. 
  • As colônias do Sul: eram colônias de exploração, com a finalidade de fornecer à Metrópole (A Inglaterra) produtos subtropicais, tais como tabaco, arroz, algodão etc. Nas colônias do sul havia grandes propriedades rurais (os latifúndios), a mão de obra era escrava (cativos africanos) e monocultura (cultivo de apenas um gênero agrícola) para exportação. Esse modelo é denominado de plantation
Escravos de origem africana trabalhando em uma fazenda de algodão, do Mississippi.
  • As Treze colônias inglesas na América do Norte gozavam de relativa autonomia para fazer comércio entre si e tomar decisões políticas, porém ainda deviam obediência à Coroa Inglesa.
  • Evolução da população das Treze colônias:
Ano
Habitantes
1620
2.500
1670
114.000
1720
300.000
1775
2.500.000
RODRIGUES, J. E. D. História em documento: imagem e texto, 8º ano. São Paulo: FTD, 2009. p. 39. 

  • A ocupação das terras americanas pelos colonos representou um desastre para os índios que viviam na região. Milhares de nativos foram mortos pelas doenças, para os quais não tinham proteções naturais, como a tuberculose, a gripe, dentre outras. Muitos foram mortos nas guerras contra os colonos ou em virtude do trabalho escravo, que iria durar até 1863, quando a abolição da escravatura foi oficializada nos EUA.
O comércio triangular
  • Trata-se das práticas comerciais praticadas pelas colônias inglesas da América do Norte com a América Central e a África. (Observe o mapa abaixo).





  • As colônias inglesas do Norte obtinham o melaço nas Antilhas (América Central) para produzir o rum. Depois trocavam essa bebida por escravos na África, os quais eram vendidos para as Antilhas e para as colônias inglesas do Sul. 

  • O melaço é uma das matérias-primas usadas para se fabricar o Rum, bebida alcoólica, que servia como moeda de troca por escravos africanos.
  • Os lucros desse comércio triangular favoreceram o desenvolvimento das manufaturas nas colônias do Norte e o surgimento de uma rica burguesia mercantil na América.

17.9.13

Novo artigo no site do Tribuna do Povo

Acessem nossa coluna no site Tribuna do Povo e leiam o novo artigo:

Conheça alguns benefícios da Leitura:


Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura: 

Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo. 

Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos. 

Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação. 

Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos

Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias… 

Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem. 

Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. 

Facilita a escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.

11.9.13

A arte e o elogio ao mundo caipira (séculos XIX-XX)

O universo sertanejo sempre despertou grande interesse nas pessoas. O sertão ou o interior é visto por alguns como um recanto para descanso e o berço das raízes nacionais, para outros é associado, erroneamente, ao  atraso e à ignorância.
O tema é tão fascinante que a Arte não se cansa de representá-lo, seja em filmes, mini-séries, novelas ou letras musicais.

Antes de ganhar vida nos televisores ou no rádio, os sertões e sua gente permeavam o imaginário de artistas da pintura e da literatura nacionais no século XIX e XX. Nossa ideia é perceber a influência da cultura sertanista sobre a produção artística e literária de três vultos da cultura brasileira, que viveram em épocas distintas, mas que tinham uma fonte de inspiração comum. 

Comecemos por Almeida Júnior (1850-1899), que nasceu no interior do estado de São Paulo. Estudou na tradicional Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde aprendeu sua técnica de pintura realista primorosa. Por essa escola passaram nomes como Victor Meirelles, Pedro Américo dentre outros grandes artistas brasileiros entre a metade e o final do século XIX.

Boa parte dos artistas formados na Academia Imperial dedicavam seus trabalhos, pesquisas e produção artística à História. Muitos deles retratavam em suas telas temas históricos, fatos do passado, exaltando uma identidade nacional que o Estado brasileiro, a cada pincelada, tentava construir com base no heroísmo e na união das diferentes etnias que formavam o seu povo.

Mas Almeida Júnior, apesar de sua formação clássica, contrariou os ditames da arte acadêmica, voltando suas atenções também para os fatos cotidianos, típicos do interior paulista, onde crescera e, possivelmente, vivera deliciosos momentos. Muitas de suas obras são,  portanto, marcadas por um caráter regional, fruto de seu olhar nostálgico sobre o seu passado e o dia a dia das pessoas comuns que desfrutavam de uma vida tranquila no sertão paulista.
Pescando, 1894. Almeida Júnior.
As palavras do historiador Jorge Coli reforçam a proposta inovadora da arte de Almeida Júnior, quando afirma: "deve-se, então, sublinhar o seu caráter a tal ponto singular que o faz destoar de seus contemporâneos. Não existe, no pintor, nenhum apelo a uma qualquer eloqüência heróica, retratando o trabalhador diante de uma natureza épica, como o fazia, nos Estados Unidos, seu contemporâneo Homer. Nenhum efeito de exaltação retórica." (COLI, Jorge. A violência e o Caipira. disponível em: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2172/1311)

Um personagem marcante nas telas de Almeida Júnior é o caipira, como se vê, por exemplo, na reprodução abaixo.  
Caipira picando fumo, 1893.
Com expressões severas e um ar despreocupado com o tempo, o caipira prepara o fumo, cortando-o com sua faca, para envolvê-lo numa palha de milho, cujos exemplares estão espalhados pelo chão de terra batida.
Assentado num banco improvisado de madeira, com os pés descalços e trajes simples, o sertanejo está à frente de sua casa de pau a pique, um tipo de construção rudimentar muito comum do período colonial e imperial do Brasil, principalmente nas áreas rurais.

A beleza e a perfeição da obra saltam aos olhos. A iluminação, a perspectiva, o volume e as cores dão vida à tela e explicitam a genialidade do artista.


O caipira pintado por Almeida Júnior distanciava-se bastante de outro sertanejo bastante conhecido -  o Jeca Tatu - personagem criado e descrito no início do século XX, pela pena de Monteiro Lobato (1882-1948), também natural do interior paulista.
"...a vegetar de cócoras, incapaz de evolução, impenetrável ao progresso. Feia e sorna, nada a põe de pé."
O Jeca Tatu de Lobato, de forma pessimista e caricatural, denunciava o abandono das populações sertanejas pelo poder público. Ele representava indivíduos que viviam isolados nas áreas rurais, sem saneamento básico, adoecidos, agindo como predadores do solo e da natureza.  
A respeito do Jeca, seu criador diz: "Porque a verdade nua manda dizer que entre as raças de variado matiz, formadoras da nacionalidade e metidas entre o estrangeiro recente e o aborígene de tabuinha no beiço, uma existe a vegetar de cócoras, incapaz de evolução, impenetrável ao progresso. Feia e sorna, nada a põe de pé." (LOBATO, Monteiro. Urupês, São Paulo: Globo, 2009. p. 166).

Em suma, o Jeca era um entrave ao progresso nacional devido ao seu estado físico e social.

No final da história original do Jeca, porém, ele tem acesso a tratamento médico, se regenera e conclui seu caminho, tornando-se uma pessoa saudável, produtiva e um rico fazendeiro.

Na segunda metade do século XX, outro personagem interiorano tomou conta do imaginário coletivo de diversas gerações brasileiras.

Chico Bento, desenhado pela primeira vez em 1961 por Maurício de Sousa (1935-), cuja terra natal também é o estado de São Paulo, fez sucesso nas HQs (histórias em quadrinhos).


Chico bento, inspirado em um parente de seu criador que residia na zona rural no vale do Paraíba, a exemplo dos personagens citados anteriormente, anda descalço, veste roupas simples e usa chapéu de palha. Chico tem uma linguagem marcada pelo regionalismo, o que provocou certa polêmica entre estudiosos de ciências humanas e sociais. O idealizador do personagem foi acusado de criar estereótipos acerca da população sertaneja, como o falar errado, algo que a maioria dos linguistas atuais aceita como parte diversificada da língua pátria e as suas variações. 

O fato é que o caipirinha, divertido e simpático, conquistou o público infanto-juvenil devido às suas peripécias, pescarias, colheita de frutas no pomar do vizinho sem autorização e de sua dedicação em proteger a natureza e os animais.

O Caipira de Almeida Júnior, o Jeca de Monteiro Lobato e o Chico Bento de Maurício de Sousa são representações artísticas que possuem certas semelhanças e variam no tempo e no espaço. Elas nasceram das variadas experiências de seus criadores com parte do Universo sertanejo. Essas representações por vezes são generalizadas, tornam-se caricaturas e alimentam visões mais ou menos idealizadas do cotidiano dos habitantes dos sertões do Brasil. Em alguns casos serviram como argumentos para justificar pré-conceitos e visões distorcidas sobre o campo e sua população, que passaram a ser associados ao atraso, ao conservadorismo e a ignorância.

Contudo, tais associações são, no mínimo, equivocadas, pois a cultura não pode ser julgada, tampouco rotulada de "atrasada" ou "avançada". Mesmo identificando a permanência de tais equívocos em parte da opinião pública atual, a cultura sertaneja continua a exercer forte influência e interesse do público. 

Quem não se interessa pela vida simples do caipira, por sua rotina no campo, do contato e da relação que ele mantém com uma exuberante natureza, que lhe agracia com seus frutos e lhe ameaça com sua hostilidade? Quem não se derrete pela culinária da roça? Só de imaginar o frango caipira com quiabo, a broa de fubá e o aroma do café produzido in loco, o paladar, por mais exigente e sofisticado que seja, acaba se rendendo à simplicidade da comida preparada no fogão à lenha. Qual alma não encontra a paz na sinfonia orquestrada pela viola ou pelo doce gemido do carro de boi?

Jeca, Caipira ou Chico... seja qual for o personagem relacionado ao contexto interiorano e regional, seu mundo continuará seduzindo velhos e novos espectadores e leitores. Afinal, a cultura sertanista faz parte da cultura nacional. Na cidade grande, pequena ou no campo, o DNA do brasileiro carrega em sua essência o sertão. Rotular ou negar tal característica apenas reforça o óbvio - que, em pleno século XXI, somos caipiras por natureza.

16.7.13

Lembrete para as férias

"Meninos soltando pipa" Candido Portinari, 1941.
O recesso escolar de julho vai começar. A criançada já está animada para brincar, muitos já estão com os carretéis de linha preparados e as pipas ou papagaios prontos para voar...
De fato, a brincadeira de soltar pipas (ou empinar papagaios, se preferir) é bastante divertida, contudo requer alguns cuidados fundamentais para a segurança individual e do próximo.

Jamais, em hipótese alguma, utilize cerol na linha de sua pipa. Essa prática é ilegal e pode ser letal para a vida das pessoas. O cerol é uma mistura de vidro triturado e cola, que é aplicada nas linhas usadas para empinar as pipas. Com isso, o usuário de cerol espera cortar as linhas de outras pipas que estejam voando ao mesmo tempo.

Essa brincadeira é extremamente perigosa, podendo provocar cortes de membros do corpo e até a morte das vítimas do cerol.

Infelizmente, ainda é comum ouvir pelos corredores das escolas conversas de crianças e adolescentes sobre o uso do cerol e da "linha chilena", tipo de linha cuja característica é ter um poder de corte mais efetivo que o cerol.

Por isso, cabe o aviso, tome cuidado, tenha consciência. Com a vida não se brinca.

Quando for soltar pipa use linha pura, sem cerol. Divirta-se com responsabilidade, não importa qual seja sua idade. Solte pipa em locais abertos, distante das redes elétricas e postes de energia.

Se fizer isso, poderá brincar sem nenhuma preocupação.
Boa diversão!

Post relacionado:


10.7.13

A Revolução Constitucionalista (1932)

Há 81 anos, o estado de São Paulo se rebelava contra o Governo Central, chefiado por Getúlio Vargas.

No dia 09 de julho de 1932 os paulistas iniciaram a Revolução Constitucionalista que lutava contra o autoritarismo do governo de Getúlio Vargas.

Os paulistas estavam insatisfeitos com a não convocação de eleições presidenciais por Getúlio Vargas, o qual assumira a presidência após aplicar um golpe de estado, evitando que o presidente eleito em 1930 - Júlio Prestes - assumisse o poder. 

Outras exigências dos paulistas foram a elaboração de uma nova constituição e a nomeação de um interventor paulista para governar o estado de São Paulo, que estava sendo governado pelo pernambucano João Alberto.

Como o governo federal não atendia às reivindicações dos paulistas, milhares de pessoas  - políticos, profissionais liberais e estudantes - organizaram diversos protestos contra o autoritarismo de Getúlio Vargas.
A polícia tentava reprimir as manifestações populares, em uma delas quatro estudantes morreram, e as letras iniciais de seus nomes tornaram-se o símbolo da luta paulista. A sigla era MMDC (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo).


Panfleto convoca a população para a luta.


Os paulistas, utilizando os jornais e o rádio, mobilizaram cerca de 35 mil homens para enfrentar as tropas de Getúlio Vargas, cuja força militar era de 100 mil combatentes. O estado de São Paulo esperava contar com o apoio de outros estados, mas isso não aconteceu e os paulistas enfrentaram sozinhos o governo federal.



Interessante observar que a propaganda dos paulistas para mobilizar sua população procurava exaltar a História de bravura dos paulistas desde os tempos coloniais, quando os bandeirantes paulistas desbravavam as matas, enfrentavam índios e ajudavam a expulsar povos estrangeiros que tentavam invadir o território brasileiro. O mito do bandeirantismo e da bravura nata e histórica de São Paulo podem ser claramente observados no panfleto abaixo, distribuídos nas ruas de São Paulo em 1932.

Um bandeirante esmaga Getúlio Vargas.

A ideia da propaganda revolucionária de ressaltar a História de bravura dos bandeirantes do estado de São Paulo tinha o objetivo de criar uma identidade coletiva entre a população,  quem apesar de ser diversa, tinha um ideal e uma origem histórica e heróica comum.

Outra fonte histórica imagética revela mais uma estratégia dos revolucionários. Essa destinava-se a captar recursos. Afinal, para se travar uma batalha contra as tropas federais era necessário um grande volume de dinheiro. 
 

Cartazes, como esse acima, eram afixados pelas ruas de São Paulo, pois faziam parte de uma campanha dos revolucionários para arrecadar doações de joias e dinheiro da população, para que pudessem obter armamentos e suprimentos.


A luta foi sangrenta, começou em 9 de julho e terminou no dia 01 de outubro de 1932, com a derrota dos "constitucionalistas" de São Paulo. Estima-se que os combates vitimaram 3 mil brasileiros.

Apesar da derrota militar de São Paulo, Getúlio Vargas cedeu à pressão e convocou uma Assembleia Constituinte, que promulgou a Constituição de 1934. Foi uma vitória moral dos paulistas.

Assista à uma reportagem sobre a Revolução de 1932:

8.7.13

Teste On-line: A Família Real no Brasil

Sabe tudo sobre a vinda da família real portuguesa para o Brasil? Então faça o teste do Blog e mostre do que é capaz!

30.6.13

Teste sobre a Revolução Russa (1917)

Teste os seus conhecimentos sobre a Revolução Russa de 1917!

1. No início do século XX, o Império russo era governado por uma monarquia de caráter liberal.

(  ) Verdadeiro 
(  ) Falso

2. O envolvimento da Rússia na Primeira Guerra Mundial agravou os problemas sociais e e econômicos do país.

(  ) Verdadeiro 
(   ) Falso

3. As condições de vida dos camponeses russos, no período que antecedeu a Revolução de 1917, era estável e confortável.

(  ) Verdadeiro
(   ) Falso

4. Observe a imagem abaixo. 

"Em 1905, grupos de revoltosos exigiam ser recebidos pelo governante, para o qual desejavam expor suas inúmeras reivindicações. No entanto, além da negativa do governo, muitos dos rebeldes foram mortos pelo exército czarista. Este episódio histórico ficou conhecido como ______________ .


5. O nome do governante da Rússia até 1917 era _________________ . Ele pertencia à dinastia da família ________________ .

6. Em qual conjunto de ideias /  nome do teórico os revolucionários russos se inspiraram?

(   ) Liberalismo / Adam Smith 
(   ) Socialismo / Karl Marx

7. O líder dos bolcheviques era:

a) Vladimir Putin 
b) Rosa de Luxemburgo 
c) Vladimir Lênin
d) Aleksander Kerensky

8. A partir da Revolução de 1917 o governo russo deixou de ser uma monarquia e tornou-se uma república.

(  ) Verdadeiro 
(  ) Falso

9. A Nova Política Econômica (NEP) adotada no governo de Lênin propôs...

a) O retorno da economia nas bases do capitalismo.
b) radicalizou os primados do socialismo, concentrando as riquezas apenas na Nobreza. 
c) Permitiu que as empresas estrangeiras se instalassem livremente no país. 
d) Flexibilidade para a economia, sempre sob a orientação do Estado.

10. No governo de Stálin a U.R.S.S. tornou-se uma potência econômica e militar. Entretanto, o regime stalinista também ficou reconhecido como:

a) Um Estado Totalitário, que exercia repressão sobre as pessoas e o controle da economia.
b) Um Estado liberal que permitia liberdade de expressão a todos. 
c) Um regime democrático favorecendo as garantias e liberdades individuais dos cidadãos. 
d) Uma ditadura do proletariado, na qual os sovietes governavam em nome do povo.


Quantas questões você acertou?

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Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...