A Revolução Industrial promoveu grandes mudanças nos meios de produção, na economia e na sociedade europeia no século XVIII.
A Inglaterra foi a pioneira na Revolução Industrial, que começou na indústria têxtil, a qual a partir dos anos 1730 passou a funcionar com o uso de máquinas, como a lançadeira volante e, posteriormente, com máquinas movidas a vapor.
O carvão tornou-se o principal combustível da industrialização, alimentando os motores das máquinas das fábricas e no século XIX das locomotivas e dos navios a vapor.
Aos poucos, as máquinas foram sendo introduzidas em outros setores produtivos, inclusive no campo, onde elas aravam e semeavam a terra.
A mecanização da produção agrícola acelerou a liberação da mão de obra do campo e milhares de camponeses migraram para as cidades.
A vida na cidade e nas fábricas eram muito difícil, como se pode notar no depoimento abaixo, concedido por um trabalhador inglês do século XIX.
Homens, mulheres e crianças precisavam trabalhar, pois recebiam muito pouco. A jornada de trabalho era extenuante, chegando a 14 horas por dia. Os burgueses, donos das fábricas, enriqueceram com o aumento da produção e a expansão comercial.
A flagrante desigualdade social, levou os operários a buscarem melhores condições de vida e segurança no trabalho. Assim, eles se organizaram em sindicatos, os quais lutavam pelos direitos dos trabalhadores.
Luta e resistência da classe operária
Avaliação
Homens, mulheres e crianças precisavam trabalhar, pois recebiam muito pouco. A jornada de trabalho era extenuante, chegando a 14 horas por dia. Os burgueses, donos das fábricas, enriqueceram com o aumento da produção e a expansão comercial.
A flagrante desigualdade social, levou os operários a buscarem melhores condições de vida e segurança no trabalho. Assim, eles se organizaram em sindicatos, os quais lutavam pelos direitos dos trabalhadores.
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