6.5.14

Produções sobre o Romance indianista

Os alunos do 2º ano do Ensino Médio, da E. E. Luiz Salgado Lima, estudaram a representação do índio brasileiro no século XIX.

O Brasil tornara-se independente de Portugal em 1822 e as elites brasileiras  almejavam criar uma identidade para a nova nação, é nesse contexto que emerge o Romantismo.

O Romantismo, em sua primeira fase, foi uma escola literária que idealizou o índio, apresentando-o como o genuíno representante da cultura brasileira, forte, bravo e belo. Os autores românticos exaltavam os costumes e a língua dos índios, além das exuberantes belezas naturais do Brasil.  

Além de influenciar a produção literária de grandes escritores, como José de Alencar e Gonçalves Dias, o Romantismo exerceu influências em outras gêneros artísticos, tais como a pintura e a música brasileira do século XIX.
Iracema. (1881) José Maria de Medeiros.
Inspirados pela tela do pintor José Maria de Medeiros - Iracema - a mesma personagem que dá nome a uma obra de José de Alencar publicada em 1865, solicitamos aos alunos que fizessem desenhos retratando o Romance indianista.
Eles capricharam nos traços e nas cores, resultando em trabalhos que são verdadeiras expressões artísticas, contemple:
Desenho da aluna Vitória.

Desenho com perspectiva da aluna Daiana .

O Romantismo representado pela estudante Bruna.

A aluna Mirela caprichou nas cores.

Thainara destacou a exuberância da floresta.

Estão todos de parabéns!

3.5.14

Ciclos econômicos regionais e os espaços turísticos: O ouro e a estrada real

  • A descoberta de ouro em Minas Gerais, no ano de 1693, marcou o povoamento do interior da Colônia portuguesa. Os limites do Tratado de Tordesilhas, fixados em 1494, foram ultrapassados pelos bandeirantes e Portugal ampliara os seus domínios na América.
  • Milhares de pessoas, da Colônia e do Reino de Portugal, migraram para a região das Minas Gerais, na esperança de fazer fortuna com o ouro.
Lavagem do ouro (1820-1825). Rugendas. Os escravos realizavam as principais atividades da mineração. 
  • Essas pessoas fixavam-se em Minas Gerais, abriam trilhas e picadas na mata, construíam estradas, como a Estrada Real (ER), cultivavam roças, fundavam vilas, cidades e erigiam igrejas.
Cidade imperial de Ouro Preto. (1824). Rugendas.
  • As Minas Gerais cresciam, as vilas e os arraiais mineiros eram abastecidos pelos tropeiros, condutores de tropas de mulas e gado, os quais transportavam mercadorias e alimentos para as Minas. Os tropeiros, em suas viagens, interligavam as regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste. 
Tropeiro transportando mercadorias (1832). Debret.




  • Foram os tropeiros que criaram um prato muito tradicional em Minas Gerais,  o feijão tropeiro, uma mistura de feijão, farinha de mandioca, torresmo, linguiça, ovos, alho, cebola, dentre outros ingredientes.

  • A culinária mineira é reconhecida nacionalmente devido a sua tradição e sabor inigualável.
    • A principal via que dava acesso às Minas era a Estrada Real (ver mapa abaixo), construída entre os séculos XVII e XIX. Ela ligava as regiões auríferas ao litoral da capitania do Rio de Janeiro, onde o ouro era enviado para Portugal. 
    • "Já nos primeiros anos do século XVIII pelo menos dois eram os caminhos oficiais que conduziam às minas de Minas Geraes. Mas também a esta época muitos eram os descaminhos do ouro e dos diamantes. Com o objetivo de evitá-los, determinou o governo da  metrópole, por meio de Ordem Régia, a necessidade de que todo o ouro  e os diamantes produzidos nas MINAS GERAES deixassem a região apenas por caminhos oficiais, que a partir de então passaram a ser vigiados e receberam a denominação de Estrada Real. Portugal determinou ainda que fossem erguidos registros ou postos de controle nos pontos em que as Estradas Reais cruzassem as fronteiras entre capitanias para as  necessárias cobranças de impostos pela circulação de mercadorias e de escravos. Assim, foram criados inúmeros registros entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo".
      CALAES, G. D., FERREIR, G. E. A Estrada Real e a transferência da corte portuguesa: Programa Rumys – Projeto Estrada Real . Rio de Janeiro: CETEM / MCT / CNPq / CYTED, 2009. p. 8-9. (Disponível on-line em http://www.cetem.gov.br/files/docs/livros/2009/Livro%20Estrada%20Real%20completo(Calaes%20e%20Gilson).pdf acesso em 04 mai. 2014).
    • Como podemos perceber, a partir da leitura do trecho acima, o objetivo da estrada Real era acelerar o escoamento seguro do ouro e evitar o seu contrabando por outras trilhas.
    A ER e seus quatro caminhos. Observe o traçado no mapa. Onde ele começa? Onde ele termina?
    • "O Eixo principal da ER passa por 87 cidades e distritos – 76 em Minas Gerais, 3 em São Paulo e 8 no Rio de Janeiro – e tem mais de 1,6 mil quilômetros de extensão e mais de 80 mil quilômetros quadrados de área de influência." (http://www.estradareal.tur.br/ acesso em 03 mai. 2014).
    • Atualmente, a Estrada Real é um roteiro turístico bastante concorrido com inúmeros atrativos culturais, históricos, naturais e gastronômicos. (Veja uma galeria de fotos dos lugares da ER, clicando aqui).
    Os locais cortados pela ER recebem um marco de pedra, como esse acima.

    • As cidades do circuito do Ouro (ver mapa abaixo), em Minas Gerais, são legados do passado colonial. Todo esse patrimônio Histórico, Artístico e Cultural atrai inúmeros visitantes e emociona os turistas.  
    • O que encontramos no Circuito do Ouro"Por aqui estão espalhadas esculturas de Aleijadinho, pinturas de Mestre Athayde, exuberantes obras barrocas, valiosos museus, sítios arqueológicos, além dos segredos da nossa história e cultura, ditos nos versos dos poetas e representado nas manifestações culturais. Circuito do Ouro, ouro de Minas, Minas de tradição, hospitalidade, tranquilidade, variada gastronomia, música e poesia." (http://www.circuitodoouro.tur.br/ acesso em 03 mai. 2014).
    Conheça mais da História de Minas Gerais visitando o circuito do ouro.

    Assista ao vídeo e conheça mais das belezas da Estrada Real.

    2.5.14

    Projeto "Guerra de Canudos em Cordel" é selecionado como Boa Prática Pedagógica

    O Projeto interdisciplinar de História e de Língua Portuguesa, trabalhado no primeiro bimestre com as turmas do 9º ano da E. E. Luiz Salgado Lima, foi selecionado pela SRE - Leopoldina como uma boa prática pedagógica.

    A SRE escolheu cinco (05) projetos dentre todas as escolas da região, os quais serão apresentados num Encontro Estadual em Belo Horizonte, entre os dias 19 a 23 de maio.

    O professor Rodolfo Alves Pereira, co-autor do projeto, e a especialista em Educação Maria de Lourdes Zangirolami serão os representantes da E. E. Luiz Salgado Lima no encontro, que será realizado na Capital mineira. 

    Eles irão apresentar a boa prática e falar sobre os objetivos e os resultados obtidos com o Projeto "Guerra de Canudos em Cordel".

    Parabenizamos, mais uma vez, o empenho e a dedicação dos alunos do 9º ano, salas 3 e 4, os quais realizaram um excelente trabalho, aprenderam mais sobre os conteúdos de História e de Língua Portuguesa, além de terem promovido o nome de nossa escola e de nossa cidade!

    Conheça mais sobre esse Projeto de Sucesso clicando nos links abaixo:



    1.5.14

    Dia do trabalhador!

    Leia nosso post com uma reflexão sobre o Trabalhador publicado no feriado do ano passado.
    Clique aqui.

    Curiosidades e passatempos sobre o Dia do Trabalho. Clique aqui.

    Ouça uma seleção de músicas - nacionais e internacionais - relacionadas ao Trabalho e aos Trabalhadores.
    Clique aqui.

    Algumas imagens valem mais que uma centena de palavras

    A aluna Adrielly M., da turma 1003 do CIEP 280, caprichou na arte e fez um belo desenho com colagem retratando o Renascimento Cultural.

    A partir da observação atenta do desenho de Adrielly é possível responder a várias questões que nos ajudam a compreender o que foi o Renascimento Cultural. Será que você consegue?


    Então observe a arte e responda as perguntas abaixo para testar os seus conhecimentos!

    1. Fato histórico que, segundo alguns historiadores, marca a passagem da Idade Média para a Idade Moderna...

    2. Onde e quando teve início o movimento chamado de Renascimento?

    3. Em quais áreas da cultura e do saber o Renascimento se expressou?

    4. Aponte algumas mudanças no pensamento e na forma de se conceber o conhecimento introduzidas pela Renascença.

    Poste um comentário aqui com sua resposta, se todas elas estiverem corretas você vai ganhar um prêmio na próxima aula de História! (Válido até o dia 08/05/14)

    Produções sobre Fundamentos do Turismo


    A turma do 1º 5, da E. E. Luiz Salgado Lima, tem mostrado empenho nas aulas da área de empregabilidade de Turismo.
    Depois de conhecer e discutir alguns conceitos básicos dessa disciplina, os alunos fizeram produções de texto e demonstraram o conhecimento que foi adquirido nas aulas.

    Selecionamos alguns trechos de suas produções, que postamos a seguir.

    O aluno Celso discorreu sobre as diferenças entre os conceitos Turista e Viajante: 

    "Achei interessante estudar os aspectos fundamentais do Turismo, porque aprendi o que é o Turismo, como ele surgiu e como ele é praticado. Descobri uma coisa importante nesse estudo, que viajantes e turistas são conceitos diferentes. Os turistas são aquelas pessoas que viajam para diferentes lugares e até para fora do país, para visitar e conhecer pontos turísticos. Já os viajantes viajam para vários lugares, mas com outras motivações, como o trabalho ou o estudo." (Celso A. N. S).

    A aluna Renata destaca a segmentação do Turismo e suas particularidades:

    "Nesse bimestre, aprendi várias coisas sobre o Turismo que eu nem imaginava saber um dia. Aprendi que o Turismo não se resume a uma simples viagem. Existem diferentes segmentos que classificam as atividades turísticas, como por exemplo, ecoturismo, turismo cultural, turismo de sol e praia, turismo de estudos e intercâmbio e o turismo de saúde e bem-estar. Esse último foi o que mais chamou a minha atenção.
    Com o objetivo de saber mais um pouco sobre essa segmentação, descobri que o Turismo de Saúde e Bem-estar é muito importante, ele é realizado por pessoas em busca de tratamento médico (físico e psicológico), estético e para amenizar os sintomas de doenças, como o estresse e a obesidade." (Renata A. L.)

    A aluna Steffany enfocou a origem histórica do Turismo e o crescimento desse mercado no Brasil atual:

    "Aprendemos também que entre os séculos XVI e XIX era comum a realização de um Grand Tour pelas cidades europeias, mas somente os jovens da elite, isto é, das classes mais ricas que participavam dele. Eles percorriam o continente visitando museus, galerias de arte e salões ópera.
    Atualmente, no Brasil, o aumento do número de pessoas na Classe Média tem favorecido o Turismo. As pessoas têm viajado mais, podem conhecer outros lugares, novas culturas, movimentam o mercado do Turismo, criando oportunidades de negócios, trabalho e renda." (Steffany F. V.)

    Os textos ficaram muito bons, continuem se dedicando e pesquisando cada vez mais!

    30.4.14

    Resenha - Ditaduras no Brasil

    A Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), número 103 publicada neste mês, trouxe um importante dossiê sobre as ditaduras no Brasil desde a proclamação da República até o regime inaugurado pelo Golpe Militar de 1964.


    Os textos, de forma objetiva e didática, abordam diferentes momentos históricos, nos quais o Brasil foi governado por regimes ditatoriais, e demonstram que nossa atual Democracia convive com resquícios da cultura autoritária do passado.

    Seus autores, pesquisadores com grande experiência acadêmica, denunciam os grupos sociais e as instituições que apoiaram e possibilitaram, de alguma forma, a existência de governos tirânicos no Brasil.

    Iremos reproduzir abaixo alguns trechos que selecionamos dos vários artigos que compõem o dossiê para, em seguida, registrarmos um breve comentário. Esperamos, que ao final desta simples atividade de leitura e interpretação, reforcemos a seguinte conclusão: Ditadura nunca mais!

    Primeiras décadas da República no Brasil:

    “Vara de marmelo?!”. A pergunta, carregada de indignação, foi feita pelo Jornal do Brasil no início de 1896. O alvo era o chefe de polícia do Rio de Janeiro. À redação chegavam cartas escritas pelos presos da Casa de Detenção, denunciando as chicotadas e os maus-tratos ali sofridos, e o jornal se aproveitava da situação para, mais uma vez, acusar o governo de agir com violência.  
    Desde o início da República, a imprensa não tardou a qualificar o novo regime como uma ditadura. As críticas lembravam que o Estado não vinha correspondendo às expectativas depositadas na defesa de um modelo republicano para o país. Professores, estudantes, jornalistas e profissionais liberais apoiaram a chegada da República desde que ela servisse aos interesses da democracia e da participação no governo. Ansiosos por melhorias, tais grupos desejavam ter reconhecidas as suas lutas por adequadas condições de trabalho, saúde pública, habitação e ainda, através do voto, aumentar sua influência nas decisões do novo governo. Os militares (desejosos de uma República positivista com Executivo forte e intervencionista) e os proprietários paulistas (que intercediam por um modelo liberal-federalista), foram os responsáveis pelo agitado clima político que rondava a capital federal às vésperas da mudança de regime." (SANT'ANNA, M. A. Delírio das bússolas. p.18).
    • A República, tal como fora concebida pelos antigos romanos, deveria ser uma forma de governo que priorizava os interesses coletivos, ou seja do Povo. A República brasileira, desde 1889, foi tomada pelos Militares e pelos Cafeicultores, os quais governavam de acordo com os seus interesses. Enquanto os primeiros desejavam um governo forte e centralizado, os últimos defendiam o federalismo e a autonomia dos estados, os quais ficariam sob controle das oligarquias (os cafeicultores e os coronéis). Como nenhuma mudança social significativa foi feita, nesse período eclodiram inúmeras manifestações populares no Brasil, tais como a Guerra de Canudos, a Revolta da Vacina, Greves operárias dentre outras. Naquela época, o governo não se preocupava com o bem estar da população, por isso ele tratava as questões sociais como um caso de polícia. Quando o povo se manifestava, reivindicando melhorias e maior participação no poder, eram duramente reprimidos pelas forças policiais, como fora noticiado pelo Jornal do Brasil em 1896 - “Vara de marmelo?!” Sim, muita!
    Restrição dos direitos e das liberdades individuais a partir da década de 1960:

    "Com base na Lei de Segurança Nacional, cabia às autoridades policiais desvelarem os segredos daqueles que, como arquitetos de um complô verdadeiro ou imaginário, viessem a minar a ordem estabelecida. Para isso, confiscou-se grande número de fotografias, correspondência particular, catálogos, periódicos, livros e objetos pessoas, todos devidamente anexados aos autos de investigação.

    Sucederam-se prisões ilegais de suspeitos, perseguições aos familiares, censura postal, invasões de domicílios, deportações de estrangeiros, tortura e morte nos cárceres." (CARNEIRO, M. L. T. Quando um país se apequena. p. 24)



    • Após o golpe de 1964, que depôs o presidente João Goulart, os militares tomaram o governo e as rédeas do país. A partir desse momento, foram adotadas inúmeras medidas que limitavam os direitos dos cidadãos brasileiros. As pessoas não tinham mais liberdade de expressão, a privacidade foi violada pela polícia, a qual confiscava correspondências e invadia a casa de indivíduos suspeitos de colaborar com o comunismo e grupos opositores do regime. Alguns cidadãos, corajosos que desafiaram a ditadura, foram presos e torturados pelos militares.
    Jornalista Vladimir Herzog morto em São Paulo, após ser torturado por militares.

    O legado da Ditadura para os dias atuais - a cultura do medo:

    "Manda quem pode, obedece quem tem juízo". A legalidade da ditadura foi imposta por uma minoria, por meio da força. Seu fundamento não são (sic) os acordos democráticos transformados em leis, mas sim a capacidade repressiva. Essa legalidade relaciona-se com um senso comum autoritário, articulado por setores sociais que se entendem diferenciados: "elites" que se consideram superiores."  (TORELLY, M. Direito versus democracia. p. 27).


    • "Manda quem pode, obedece quem tem juízo". Ouvi muito essa frase nas reuniões da SRE-Leopoldina, o que demonstra que, até os dias atuais, há resquícios do autoritarismo na Educação. Seu significado é ameaçador, serve para intimidar: Cumpra o que é mandado, ou sofra as consequências. No passado, durante os governos militares, a Educação era controlada pelo governo, pois cabia à escola formar alunos passivos, incapazes de questionar a ordem vigente. Assim, criou-se um senso comum autoritário (Manda quem pode, obedece quem tem juízo). Aquele que questionasse era rotulado de subversivo, atacado, perseguido e até repreendido pelo Sistema. As elites, como menciona o trecho, adoravam a Ditadura, enquanto os militares mantinham a ordem política com chumbo e cassetetes, alguns grupos restritos da sociedade se beneficiavam com os acordos comerciais com o estrangeiro, com a extinção dos sindicatos, a proibição de greves e de qualquer tipo de manifestação que reivindicasse melhorias para a maioria, isto é,  para o Povo.

    Permanência de práticas autoritárias no regime democrático:

    "... o fim do regime [militar em 1985] não resultou no fim das práticas repressivas que ele institucionalizou. As atuais violações de direitos por forças de segurança, a criminalização de conflitos sociais e a histórica impunidade dos indivíduos "diferenciados" são heranças da legalidade assimétrica reforçada no período da ditadura." (TORELLY, M. Direito versus democracia. p. 28).


    • Como superar o senso comum autoritário agora que estamos vivendo uma Democracia? Construindo um senso comum democrático, reformando as leis e as mentalidades, sugere o autor do texto. Caso contrário, continuaremos a conviver com as injustiças, com a lei valendo para alguns e não para outros e as questões sociais (Movimento sem terra, reivindicações dos trabalhadores, movimento feminista e etc) continuarão sendo tratados como caso de polícia pelos governantes, como era no início da República. Nesse sentido, para superarmos o passado autoritário e cruel de nosso regime republicano é fundamental que a Comissão Nacional da Verdade (CNV), realize o seu trabalho sem restrições, para que sejam investigadas todas as violações dos direitos humanos cometidas pela Ditadura e seus agentes. Que os culpados sejam julgados e punidos na forma da Lei, que as famílias das pessoas desaparecidas e torturadas pelos militares recebam uma justa reparação pelo sofrimento que tiveram e que o Exército reconheça os erros e se desculpe com o Povo brasileiro.
    Infelizmente, há quem defenda a ditadura no Brasil e o retorno desse tipo de governo, são poucos os que levantam essa bandeira, mas eles existem. Defender um governo tirânico significa que você apoia e está associado, de alguma forma, à restrição dos direitos, ao arbítrio e à agressão aos direitos humanos.

    Precisamos é defender o fortalecimento de nossa democracia, a correção de seus defeitos e de seus vícios de corrupção. Para isso, devemos votar com sabedoria, ter consciência cidadã e reivindicar a ampliação de direitos e garantias fundamentais para termos uma sociedade justa, onde todos possam viver com dignidade.

    Não deixe de ler

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