25.8.12

Hábitos alimentares no Brasil Colônia


A turma 7º 9 da E. E. Luiz Salgado Lima está estudando a colonização do Brasil.
No final do bimestre passado começamos um projeto sobre o cotidiano e a alimentação dos colonos, escravos e índios que viviam na terra do pau-brasil.

Na semana passada fizemos cartazes com imagens, textos e lendas indígenas sobre alguns alimentos, como a mandioca, por exemplo. O trabalho ficou muito bom e ainda resultará em um festival de Gastronomia Colonial, que está previsto para segunda-feira, dia 27/08!

Os alunos ficaram interessados no tema e todos se envolveram com os estudos, a leitura dos textos que levamos para a sala de aula, além da realização de pesquisas e atividades que postamos aqui no blog.

Esperamos que todos eles continuem se dedicando e caprichando nos estudos. Confiram as fotos do trabalho desta turma, que está ficando cada dia melhor!

FOTOS AQUI.

Especiarias orientais - 7º ano CIEP 280

Elas eram produtos especiais que motivaram a Expansão Marítima no século XV, realizada por navegadores, comerciantes e mercadores Portugueses e Espanhóis. Você já sabe sobre o que estamos falando não é

Tentando fugir do monopólio italiano sobre a rota do Mediterrâneo e do bloqueio terrestre imposto à Constantinopla pelos turcos, os ibéricos (portugueses e espanhóis) lançaram-se à desbravar às águas do Mar Tenebroso para chegar na fonte das Especiarias.

Os aventureiros tiveram sucesso e o desconhecido Mar, tornou-se o Oceano Atlântico, por eles os argonautas ibéricos ampliaram seus horizontes, modificaram os mapas do Mundo Conhecido na época, ampliaram mercados e conectaram culturas distintas - europeia, africana e americana. As sementes do Capitalismo Mercantil ou Comercial e do fenômeno da Globalização estavam sendo plantadas.

Os alunos das turmas do 7º ano do CIEP 280 fizeram lindos trabalhos sobre as especiarias orientais e suas origens, isto é, características e onde poderiam seriam encontradas no século XV.



Parabéns, pessoal! Continuem se esforçando e se dedicando aos estudos!


20.8.12

Índios no México

O vídeo abaixo trata sobre a criação de um Museu no México, para valorizar a cultura indígena que é tão marcante naquele país.

Na região do México viveram grandes civilizações indígenas, como por exemplo os Maias e os Astecas, além de outras nações e etnias diferentes, que foram dizimadas após a chegada dos espanhóis no continente, a partir de 1492.

O assunto interessa bastante aos alunos do 2º ano do Ensino Médio da E. E. Luiz Salgado Lima, que estão estudando a Conquista da América pelos espanhóis e as relações que estes mantiveram com os nativos do continente americano.

Nada mais justo do que a implementação de políticas públicas que valorizem, integrem e beneficiem as remanescentes comunidades indígenas, que carregam em sua história e identidade todo o sofrimento do processo colonizador empreendido pelos europeus no século XV.

Confira o vídeo:

18.8.12

Leopoldina e seu novo Portal

Leopoldina tem um novo portal de notícias! O Jornal Tribuna do Povo, que é encontrado nas bancas da cidade, também está on-line, fazendo a cobertura de notícias desde o âmbito local ao internacional.

Clique no link abaixo para conhecer o Portal do Tribuna do Povo:




Parabéns ao Jornal Tribuna do Povo e a seu Editor pela brilhante iniciativa, o site está muito bom, com ótimo visual e com conteúdo de qualidade!

24.7.12

Estamos no Tribuna do Povo!

Nosso post intitulado "Iniciativa louvável", postado aqui no blog no dia 07 de julho, também está disponível nas páginas do jornal mais tradicional de Leopoldina e região, o Tribuna do Povo, edição 626, de 25 de julho.

Você encontra o Tribuna do Povo nas bancas de Leopoldina. Não perca!


15.7.12

14/07/1789 - Fim do Antigo Regime

Ontem os franceses comemoraram uma passagem histórica em seu país,  a Queda da Fortaleza Bastilha, fato que marcou o início da Revolução Francesa, em 1789.


A população parisiense invadiu e destruiu a fortaleza que servia de prisão para os opositores do rei Luís XVI - 14/07/1789

Vamos entender porque essa data é tão importante para os franceses e para o Mundo e por isso tem sido celebrada anualmente naquele país.


Veja mais fotos da comemoração do Dia da Bastilha clicando aqui.

No século XVIII, a França vivia sob os moldes do Antigo Regime, era governada por um monarca absolutista, que cobrava muitos impostos da burguesia e dos camponeses, a sociedade era estamental, na qual o clero e a nobreza tinham privilégios e gozavam de grande prestígio junto ao Rei.
Ao povo restava o patamar mais baixo da sociedade, cabendo a maior parte da população sustentar, com o seu trabalho e os impostos que pagavam, a luxuosa vida de Luís XVI  e de sua corte.

Não havia igualdade na sociedade francesa. Os de cima exploravam os de baixo. Alguma semelhança com os dias de hoje?

Além disso, a França sofria com a escassez de alimentos e a inflação do pão, o que provocou fome e uma revolta popular generalizada. Os camponeses começaram a atacar os seus senhores feudais (os nobres) e saqueavam suas terras, ateavam fogo em castelos. A população de Paris se uniu e atacou a Bastilha, a fortaleza que o rei usava para prender os seus inimigos.

Os camponeses lutavam por comida e a burguesia, formada por pequenos comerciantes, industriais, banqueiros e etc, desejava a redução dos impostos e sua inclusão na vida política do país.



A luta foi sangrenta e resultou na morte do rei, que foi guilhiotinado. Terminara o Absolutismo Monárquico, forma de governo na qual o governante tem poderes quase ilimitados, e a França tornou-se uma República, aceitando maior participação popular no poder.
 O carrasco exibe a cabeça do Rei - 1793.

Com a República o povo conquistou alguns direitos, como o voto masculino, escola primária gratuita e os impostos passaram a ser pagos por todos, independente de sua classe social, dentre outros.

A Revolução marcou o fim do Antigo Regime e a conquista de alguns direitos civis importantes, como a liberdade e a igualdade entre os Homens.

A luta dos franceses causou muito impacto na época, as notícias da revolta popular na França correram o Mundo e influenciaram diversos movimentos políticos de caráter libertário, tais como as Conjurações Baiana e Mineira no Brasil e a luta de Independência do Haiti.

Os ideais dos revolucionários franceses permanecem vivos e ainda servem de inspiração para continuarmos lutando por liberdade, igualdade e fraternidade. A luta não pode parar, ainda temos muito o que conquistar e, se ficarmos parado, podemos perder o que nos foi legado pela História.

 A liberdade - representada pela mulher - guia os revolucionários franceses.

Clique AQUI para ler a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, redigida pelos revolucionários franceses, em 1789. Perceba que diversos itens enumerados no documento estão presentes em nossas vidas até os dias de hoje.


Desenho do século XVIII representa a sociedade francesa da época. Que mensagem ele nos transmite?

DE OLHO NO ENEM - 2017. QUESTÃO SOBRE A DECLARAÇÃO DE DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO








10.7.12

Varrendo a sujeira...

Hoje a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, está bem limpinha, graças à ação da ONG Rio de Paz, que colocou dezenas de vassouras verde e amarelas na praia.

São 81 vassouras que simbolizam o número de senadores do Brasil, elas estão devidamente caracterizadas com gravatas e expressam a necessidade que temos de "varrer" a corrupção política que assola nosso país.



A ideia foi muito criativa e a fotografia está estampada no site: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/8554-imagens-do-dia#foto-165898

Apesar da criatividade, a vassoura simbolizando a necessária faxina na política não é inédita, um antigo presidente do Brasil - Jânio Quadros - que governou o país durante sete meses, no ano de 1961, usou o lema "varrer a corrupção" em sua vitoriosa campanha presidencial.


O símbolo de Jânio era uma vassoura, para "varrer" a corrupção da política no Brasil.

Assista ao vídeo com o Jingle da Campanha presidencial de Jânio - Varre varre vassourinha!



Leia mais sobre a vida e o governo de Jânio Quadros:

Nós, cidadãos, também devemos usar a "vassoura" nas próximas eleições municipais para "varrermos" dela a corrupção e a incompetência, diga não aos candidatos fichas sujas e aos oportunistas que nada querem com o bem público, senão o benefício do próprio umbigo.

Vote certo, informe-se sobre os seus candidatos, pesquise sobre sua vida profissional e sobre a sua atuação na vida pública e comunitária antes de depositar sua confiança nele.

Melhor prevenir do que remediar, portanto, vamos usar a vassoura agora, nas eleições, e limpar nossa cidade, para evitarmos que ela fique "suja" sob o governo de pessoas incompetentes e com más intenções.

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