9.9.20

As incongruências inexplicáveis do Parlamento

É muito difícil digerir certas coisas que lemos ou ouvimos nas redes sociais. Principalmente, quando se trata de contradições absurdas.



Caso da reportagem acima, segundo a qual Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, deputado federal eleito com pouco mais de 70 mil votos, afirma que "produtividade" não existe no serviço público.

Este cidadão deveria ter vergonha na cara. Acaso conhece o serviço público, a rotina dos servidores da educação, da saúde e da segurança? O setor privado no Brasil se tornou sinônimo de eficiência e produtividade desde quando? O que Rodrigo Maia  já produziu de bom em sua medíocre existência para benefício do país? 

Este sujeito defende a reforma administrativa que tira direitos dos servidores públicos e, ao mesmo tempo, preserva os privilégios dos políticos, militares, juízes e promotores. Qual matéria esse deputado já aprovou que favoreceu os trabalhadores, seja do setor público ou privado?  Esse sujeito deveria lavar a boca antes de falar do serviço público, tomando muito cuidado para não cometer generalizações ou achar que gente da laia dele existe em todo canto. 

Pois esse deputado que aprova retirada de direitos dos trabalhadores, segue agarrado com as suas mordomias às custas dos contribuintes. Tem casa, carros, dezenas de funcionários e outras regalias custeadas pelos cofres públicos, pagas por gente que trabalha e produz como eu e tantos outros trabalhadores. Como pode esse cidadão pensar em falar algo sobre os servidores públicos? 

Novamente, acho que na situação dele o melhor era se calar e ir trabalhar de verdade. Será que esse deputado sabe o que é trabalho? Sabe o que é estudar? Seja lá quem elegeu um perfil assim, deve se sentir muitíssimo bem representado no Congresso Nacional.

Evidente que há problemas sérios no serviço público, mas muito deles são provocados pela safadeza da classe política que remunera mal servidores e subtrai verbas públicas para fins particulares em detrimento da população.

2.9.20

Sobram pré-candidatos, mas faltam ideias

Li, sem muita empolgação, as entrevistas dos pré-candidatos à prefeitura de Leopoldina no portal do Jornal Leopoldinense.

Mesmo sendo de partidos diferentes, quase todos entrevistados repetiam as mesmas coisas: "fazer parceria com a Casa de Caridade", "reparar as estradas rurais", "gerar empregos" dentre outras afirmações comuns, que já ouvimos e lemos há mais de duas décadas.

Os problemas existem, é verdade, mas nenhum pré-candidato ousou apontar soluções concretas e criativas para trazer alguma esperança para os eleitores... Não há nenhum apontamento que sinalize mudança positiva na pasmaceira estrutura social e econômica da cidade, que clama por dinamismo. Todos ficaram estacionados no lugar comum, unidos pela falta de propostas e projetos para o desenvolvimento real da cidade.

Gostaria de ler ideias e planos, contendo metas e propostas concretas para promover o município e o bem-estar de seu povo. Na ausência de investimentos externos vultuosos, uma política de desenvolvimento endógeno e arrojada é extremamente necessária. É preciso repensar as prioridades da cidade, reorganizar e alinhar forças e estabelecer um projeto comum para ser trabalhado nos próximos anos.

Esse movimento passa por uma profunda reflexão sobre alternativas locais para geração de emprego e renda. Com políticas públicas eficientes e bem formuladas, por líderes capazes e com elevado espírito público, é possível fortalecer cooperativas, fomentar setores do turismo, como o turismo rural e o ecoturismo, incentivar a gastronomia, abrir postos de trabalho, valorizar os jovens e contribuir para o crescimento sustentável de nossa cidade.

Um projeto de desenvolvimento econômico deveria ter como pilares a exploração do turismo rural, do agronegócio, do cooperativismo, da educação profissionalizante e a oferta de emprego, especialmente para os jovens do Ensino Médio no contraturno escolar. Com isso, a roda da economia vai girar, fazendo aumentar a arrecadação municipal e a capacidade de investimento público.

Não podemos esperar o socorro cair do céu ou esperar a instalação de um indústria "salvadora" na cidade (veja o exemplo da Mercedes em Juiz de Fora). Precisamos pensar em alternativas de desenvolvimento a partir da inteligência local de de nossas possibilidades. 

Tomara que até a definição do pleito surjam boas ideias e candidatos à altura dos desafios que envolvem a gestão de um município com as necessidades tão urgentes quanto as de nossa cidade.

25.8.20

Como se reduz a desigualdade social?

A crise sanitária evidenciou a desigualdade social no Brasil. As vítimas da Covid-19 são, principalmente, os pobres. 

Como podemos reduzir a pobreza e contribuir para termos uma sociedade mais igualitária?  O vídeo abaixo apresenta sugestões viáveis, por meio de políticas públicas, que inclusive já são implementadas em outros países, como a adoção do imposto progressivo.  

Temos políticos tão honestos, comprometidos com o bem-estar coletivo e com o desenvolvimento social. Por que nossos líderes não adotam algumas dessas medidas para reduzir a desigualdade?


24.8.20

Descoberto tesouro arqueológico

 Confira!

https://youtu.be/EikdUIOFhiA

19.8.20

Você é protagonista?

A vida no século XXI exige protagonismo, iniciativa, competências cognitivas e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, que favoreçam a ideia de saber viver e conviver, especialmente com as diferenças entre os indivíduos ao nosso redor.


Vamos assistir ao vídeo abaixo e descobrir um pouco mais sobre a importância do protagonismo juvenil!

18.8.20

Lei que regulamenta a profissão de historiador foi publicada

O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (18) a Lei 14.038/20, que regulamenta a profissão de historiador no Brasil e estabelece os requisitos para seu exercício.

Pela Lei 14.038/20, poderão exercer a atividade de historiador:

• os portadores de diploma de curso superior em História;
• os portadores de diploma de mestrado ou doutorado em História;
• os portadores de diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação com reconhecimento oficial e linha de pesquisa dedicada à História;
• os profissionais diplomados em outras áreas que tenham exercido, comprovadamente, há mais de cinco anos, a profissão de historiador.

A lei exige, para o exercício da profissão, o registro profissional junto à autoridade trabalhista competente.

Entre as atribuições dos historiadores estão o magistério da disciplina de História nas escolas de ensino fundamental e médio, desde que cumprida a exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) quanto à obrigatoriedade da licenciatura.

O profissional poderá ainda planejar, organizar e dirigir serviços de pesquisa histórica, e serviços de documentação e informação histórica; e elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

8.7.20

Vamos (Precisamos) falar sobre Reforma Tributária

A economista Monica De Bolle ministrou uma verdadeira aula sobre o modelo regressivo da tributação brasileira e também apontou caminhos que os parlamentares devem observar para reformar o sistema tributário nacional. Assista:



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Professor Rodolfo foi classificado entre os primeiros no projeto SER DOCENTE (SEE-MG)

O Projeto Ser Docente é uma iniciativa de formação continuada da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) voltada para prof...