11.7.16

Mais um Desafio de Cultura e uso de Mídias: Fotografia

"Imagens de minha terra" é o tema do novo Desafio da disciplina Cultura e uso de Mídias

Podem participar alunos do 2º e do 3º ano do Ensino Médio.

A tarefa consiste em fotografar paisagens, espaços e monumentos da cidade do Carmo, incluindo seus distritos. Depois de registrar uma bela fotografia, tomando os devidos cuidados com os ângulos, a luz e as sombras, o aluno-fotógrafo deverá postá-la em seu perfil do Facebook junto com as seguintes hashtags:

#CulturaeMídia
#Carmo
#Minhaterra
#CIEP280

Vencerá o Desafio a fotografia que receber o maior número de curtidas!

Atenção, o prazo do Desafio começa a contar a partir de hoje, dia 11/07, e se encerra às 14h do dia 22/07, quando será feita a apuração das curtidas e a conferência das imagens postadas por uma comissão avaliadora.

As três fotos que obtiverem o maior número de curtidas receberão diplomas de reconhecimento!

Será permitido o uso de filtros para aprimorar a imagem.

Prepare o seu aparelho celular ou câmera digital e capriche na foto!

Boa sorte para todos.



6.7.16

Sobre a campanha "Cerol, não!"

A campanha Cerol, não! foi uma ideia que iniciamos aqui no Acrópole - História & Educação em 2012 (clique aqui para ver a postagem que inaugurou a campanha). De lá para cá trabalhamos com os alunos, tanto da escola do Carmo (RJ) quanto de Leopoldina (MG), o tema, pesquisamos as leis dos dois estados que proíbem o uso e a comercialização do cerol.

Depois apelamos para a conscientização dos estudantes, mostrando fotos de vítimas, realizamos um levantamento de notícias que eram publicadas na imprensa para provar o quanto o cerol é letal e uma brincadeira criminosa. 


Manchete noticiando acidente devido ao uso do cerol.

Em seguida realizamos um festival de pipas na escola, deixamos os estudantes exercitarem sua criatividade, fazendo pipas e decorando-as com mensagens contra o uso do cerol. 


Festival de pipas e frases na escola.


Divulgamos a campanha em toda escola em 2015, na época, contamos com o auxílio da especialista em educação, a artista Sônia Almeida.


Cartaz afixado no mural da escola.

Enfim, estamos fazendo a nossa parte, abordando o tema com nossos alunos, tentando também mobilizar a comunidade escolar e divulgando as ações nas redes sociais num esforço combinado para erradicarmos essa prática, que aumenta visivelmente no período das férias escolares.


Campanha de conscientização nas redes sociais.

E, neste ano, nossa iniciativa irá dar mais um sinal de enraizamento nas escolas e de amadurecimento frente à sua comunidade. De maneira ousada e consciente, levaremos esse debate para as Câmaras de vereadores, o poder legislativo, dos municípios onde atuamos. Essa medida importante, sem dúvida, trará benefícios e mais segurança para o povo se for devidamente implementada pelo poder público. Outros municípios já adotaram medidas semelhantes e estão tendo êxito. Chegou a vez de nossas cidades acordarem e agirem. Entregaremos aos vereadores sugestões simples e valiosas que possam ser transformadas em projetos de lei para ajudar a acabar de vez com o cerol.

Em 2016, o foco da campanha Cerol, não! será o comerciante, o dono do bar, da padaria ou da mercearia do bairro, aquelas pessoas que, infelizmente, ainda comercializam o cerol  ou a linha chilena e colocam, proposital ou inconscientemente, o lucro à frente do valor da vida. Se conseguirmos parar com as vendas do cerol, da linha chilena e similares, tirando-os das prateleiras, isso diminuirá bastante o seu uso pelas crianças e adolescentes e, consequentemente, evitará acidentes. 

Vamos debater o tema com nossos estudantes, ouvir ideias, anotar sugestões e retirar daí um documento consolidado para ser entregue ao representante do poder legislativo, que deverá tomar uma providência contra essa prática perniciosa, que teima em aparecer numa brincadeira tradicional e saudável que é a prática de empinar pipas.

Para começar, seguem abaixo seis sugestões do Acrópole - História & Educação, pois defendemos que é melhor prevenir do que remediar. Se essas medidas forem colocadas em prática, certamente evitarão catástrofes e contribuirão para acabar com o uso do cerol:

1. Criar um projeto de lei que determine a proibição da comercialização do cerol, linha chilena e similares em todos os estabelecimentos comerciais, fixando multa para quem descumprir a lei;
2. Afixar cartazes em repartições públicas e estabelecimentos comerciais com trechos dos textos legais que proíbem a venda e o uso do cerol (Lei estadual (MG) 14.349/2002 - Proíbe o uso do cerol e Legislação estadual (RJ): Lei Nº 2.111/1993Lei Nº 3.278/1999Lei Nº 3.673/2001 -  Proíbem a industrialização e a comercialização do produto denominado cerol e de vidro moído no âmbito do Estado do Rio de Janeiro).
3. Afixar cartazes em todos os órgãos públicos com imagens de vítimas de cerol, capturadas em sites da internet, para sensibilizar a população. 
4. Realizar, anualmente, uma campanha em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, de conscientização contra o Cerol, envolvendo todas as escolas públicas e privadas e suas respectivas comunidades.
5. Promover seminários, debates e palestras em parceria com Ministério Público, destinada a comerciantes, autoridades e a sociedade civil sobre a legislação que proíbe a venda do cerol.
6. Fiscalizar estabelecimentos comerciais nas comunidades verificando o cumprimento da lei.

E você, tem mais alguma ideia para enriquecer o nosso documento? Se desejar, comente, registre sua contribuição!  

1.7.16

Como se vivia na Pré-história?!

Arte da aluna da turma 6º ano 3. Lindo desenho representando os estilos de vida no período paleolítico, no qual predominava a caça, e no neolítico, quando os humanos já tinham dominado a agricultura. Parabéns!




Uma aventura pré-histórica

Depois de uma oficina de Pinturas rupestres com os brilhantes alunos da turma "6º 3", montamos o painel coletivamente, na aula do dia 13/06/16, com todos os trabalhos produzidos. Veja só como ele ficou:



Foi super divertido!

19.6.16

Festa Junina do "Salgado Lima": Sucesso

Ontem, o sábado letivo na E. E Luiz Salgado Lima, ficou marcado pela volta da realização e comemoração de sua Festa Junina!

Toda a comunidade estava na escola, houve muita dança, jogos, brincadeiras, muita música (música secular, para variar), chocolate quente, boa comida e, claro, gente vindo de todos os cantos do bairro e da cidade.



A Festa Junina é uma tradição que tem origens na Idade Média europeia, era uma celebração pagã que comemorava o solstício de verão, posteriormente, ela foi associada as comemorações dos santos católicos, São João, São Pedro e Santo Antônio. O festejo popular chegou ao Brasil no período colonial, pelas mãos dos portugueses que se instalaram aqui. Com o tempo, a Festa Junina começou a incorporar feições regionais do Brasil em seus ritos, como músicas, danças e comidas típicas e, hoje, faz parte de nosso folclore.

Essa postagem é reflexo de minha exaltação por ver a escola aglutinando sua comunidade, unindo alunos, professores, funcionários, pais e visitantes para celebrar um elemento importante da cultura brasileira, que até então era desprezado, senão desencorajado de ser realizado nas dependências do educandário. Isso, a meu ver, era um equívoco, pois, além de afastar a comunidade, a escola não cumpria, plenamente,  uma de suas funções sociais mais relevantes que  é a valorização da cultura e a preservação das tradições populares, tão vitais para nossa identidade individual e coletiva.  

Mas isso ficou no passado, agora estamos num novo momento, é nisso que acreditamos e esperamos. Por ora, estão todos de parabéns pelo sucesso da Festa Junina. Já estamos torcendo para que em 2017 a escola esteja tão bonita e animada quanto foi o arraiá deste ano!

17.6.16

[REVISÃO] Família real portuguesa no Brasil (1808-1821)

D. João VI, rei de Portugal.

Confira nos links abaixo slides sobre a matéria e um teste on-line para você verificar o que aprendeu!


Slides sobre o conteúdo, clique aqui.

Teste on-line, clique aqui.

12.6.16

Vem aí o novo Desafio de Cultura e uso de mídias: Imagens de minha terra



A fotografia acima é da Praça da Bandeira, em Leopoldina (MG). Cresci nesse lugar e ali passei a maior parte de minha infância, escalando as árvores, correndo pela ponte, procurando peixes dourados no lago e lendo revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, compradas na antiga banca de jornais do finado "Seu" Cirilo.

Imagens são poderosas, elas mexem com nossa memória e são capazes de trazer à tona nossas primeiras lembranças, as quais estão ocultas em nosso cérebro e fixadas em nossos corações!

Partindo dessa premissa é que lançaremos o novo desafio de Cultura e uso de mídias.
Como sugere o texto e o gif animado o Desafio será de fotografias, com o tema: Imagens de minha terra. Dessa forma, nosso alvo e objetivo serão as paisagens da Cidade Bela, a nossa querida cidade do Carmo! Suas ruas, seus templos, suas praças, suas belezas naturais, enfim, quaisquer elementos que compõem o município são reveladores da identidade local, afinal  trazem consigo uma carga emocional, a qual é resultado da interação histórica entre o homem e o meio. Tudo isso deve ser contemplado e levado em conta na hora de fotografar.

Aguardem, em breve, divulgaremos as regras e mais detalhes do novo Desafio. Essa postagem é apenas para inspirar ideias e aguçar a sensibilidade dos alunos-fotógrafos para que tenham o cuidado de saber que uma foto registra mais do que uma mera imagem,  ela vai além, pois traz consigo memórias e sentimentos que afloram as emoções do espectador!

1.6.16

Quiz ! ! !

Leu a postagem sobre o Urupê, de Monteiro Lobato? Se ainda não, leia agora e responda corretamente a nossa enquete!


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