7.2.14

Aluna nota 10

Em 2013, dentre tantos assuntos abordados com o 9º ano da E. E. Luiz Salgado Lima, estudamos a Revolução Russa, ocorrida em 1917.

Postamos uma avaliação aqui no Blog sobre o tema e a Renata, uma de nossas alunas, mostrou o seu brilhantismo e tirou 100!

Ela ficou tão satisfeita e orgulhosa de seu desempenho que imprimiu e plastificou o seu certificado de avaliação.


Parabéns e continue se dedicando aos estudos, Renata!

Que tal tentar fazer a avaliação sobre a Revolução Russa? Conclua para imprimir o seu diploma! Clique aqui e boa prova.

5.2.14

Resumo: República Velha (1889-1930)

  • A proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, colocou um fim no regime monárquico.
Proclamação da República no Brasil.
  • O início da república no Brasil foi marcado pela disputa da hegemonia política entre as oligarquias e os militares. O primeiro grupo queria maior autonomia econômica e administrativa para os estados. O último grupo desejava que o governo federal tivesse mais poder.
  • A economia brasileira era essencialmente agrária e exportadora. O café era o principal produto de exportação, o que garantia aos cafeicultores riqueza, poder e prestígio social.
Embarque de café em navio, no porto de Santos (SP).

  • Entre os anos de 1889 a 1894, os presidentes da República foram militares, incumbidos de consolidar a transição do regime monárquico para o republicano.  Esse período ficou conhecido como República da Espada.
Marechal Deodoro da Fonseca.
Marechal Floriano Peixoto.
  • Nessa fase, tivemos como presidentes o Marechal Deodoro da Fonseca (1889 a 1891) e depois o seu vice assumiu o cargo principal, Marechal Floriano Peixoto (1891 a 1894).
  • Durante o governo de Deodoro foi aprovada Constituição de 1891, a qual estabeleceu a divisão dos poderes em Executivo, Legislativo e Judiciário; Voto aberto e universal para maiores de 21 anos que fossem alfabetizados. Também estabeleceu o federalismo, princípio que permitia aos estados criar impostos, organizar suas forças militares entre outras medidas. O Estado Nacional tornou-se laico, e o catolicismo deixou de ser a religião oficial do país como era no Império.
  • Embora o voto censitário tenha sido abolido, a maioria da população brasileira não podia votar. 
  • Política econômica (chamada de encilhamento): o governo incentivou a emissão de papel moeda para incentivar o crédito e a industrialização do país. A medida resultou em crise, inflação e falências. Além disso, havia muita agitação política e social, que resultaram em inúmeras revoltas, tais como a da Armada, conduzida por parte da Marinha, a Revolução Federalista no Sul do país e a Guerra de Canudos, no sertão da Bahia.
Revolta da Armada (1893-1894), Rio de Janeiro.

  • O presidente Prudente de Morais (1894 a 1898), o primeiro presidente civil, marcou a chegada da elite cafeicultora (Oligarquia) ao poder. 
Prudente de Morais.
  • As oligarquias governavam o país com base na troca de favores, de acordo com os seus interesses. Essa rede, que envolvia municípios, estados e o governo federal, ficou conhecida como Política dos Governadores.
  • Coronelismo:  Grandes proprietários de terras que forçavam as pessoas a votarem em determinados candidatos segundo a sua preferência, para isso utilizavam a força, se necessário, por meio dos jagunços, que intimidavam e agrediam os eleitores. Essa prática ficou conhecida como "voto de cabresto" . Em troca, os coronéis recebiam diversos favores e benefícios políticos.

  • A política do café com leite - São Paulo (grande produtor de café) e Minas Gerais (principal produtor de gado leiteiro) revezavam-se no poder, ora elegendo um candidato paulista ora um mineiro para a presidência. Esse quadro permanecerá até inalterado até 1930, quando eclodiu uma Revolução armada que modificou os rumos da política daquela época.



http://acropolemg.blogspot.com.br/2013/11/jogos-sobre-proclamacao-da-republica.html (Caça palavras e quebra cabeças sobre a República)



3.2.14

Volta às aulas!


O Blog dá as boas vindas aos estudantes da Rede Estadual e deseja a todos - professores, funcionários da escola e alunos - um ótimo retorno ao trabalho.

Foi ótimo reencontrar os professores e rever alunos entusiasmados. com muita energia para recomeçarmos nossos estudos. 

Que Deus nos abençoe com um ano maravilhoso, repleto de aprendizado, saúde e bençãos.

29.1.14

Vilão ou herói?

Os telejornais não param de exibir reportagens chocantes com cenas de civis sendo agredidos e torturados por policiais militares. Aqueles que têm como missão a proteção da integridade do cidadão e de seu patrimônio estão se transformando em carrascos, alguns tão sanguinários e sem escrúpulos a ponto de deixar a Gestapo com inveja.

Com o advento da massificação dos recursos tecnológicos, tais como as câmeras de segurança e as câmeras integradas em celulares, as denúncias contra as ações truculentas das polícias no Brasil são filmadas e entregues às reportagens dos telejornais.
São inúmeros casos de agressões e excessos de violência cometidos pela polícia contra civis noticiados diariamente na televisão, os quais assustam e deixam as pessoas preocupadas.
O cidadão, que já vive inseguro e com medo dos criminosos, assassinos, ladrões, traficantes e usuários de drogas e toda sorte de banditismo, agora teme cada vez mais as forças policiais.

Infelizmente, os excessos de violência cometidos por alguns policiais arranham a imagem de toda a corporação junto à opinião pública e contrariam os princípios de um Estado Democrático de Direito.
Isso faz com que a população passe a duvidar da missão da polícia, que é a de zelar pela ordem e a segurança de todos.

Fato é que o respeito pelos direitos humanos, por diversas vezes, passa longe da prática policial.
Por mais que essa matéria esteja presente nos cursos de formação de militares, parece que, após vestir a farda, colocar sua arma no coldre e ir para as ruas, alguns policiais se esquecem de seu dever - que é servir e proteger o cidadão, respeitando sua integridade e sua condição de ser humano.

O tema é extremamente complexo e estamos longe de tentar esgotá-lo, mas algo precisa ser feito para que a polícia se torne mais cidadã, protetora e humana, e que os excessos e a violência policial abandonem os telejornais, a corporação e, principalmente, as ruas do país.
Talvez assim fique bem claro o papel de cada agente na sociedade, e os cidadãos voltem a identificar com clareza quem é o bandido e quem é o mocinho.  

Assista abaixo a agressão sofrida por uma jovem que participava de protesto contra a Copa em São Paulo: 

16.1.14

76919

O número do título do Post é o total de visualizações que tivemos no SlideShare ao longo do ano de 2013.

Recebemos a mensagem do site de hospedagem de apresentações de slides, documentos, vídeos e outras mídias, e estamos compartilhando com os visitantes de nosso Blog.

De acordo com o e-mail recebido, nossos slides e documentos de textos atingiram um total de acessos próximo da metade de toda a população de Oxford, no Reino Unido! (clique aqui e descubra os slides que foram destaque de acessos).

Agradecemos a todos que visualizaram nossos slides e esperamos que a marca em 2014 possa ser ainda maior.

Obrigado.

15.1.14

Onde está a política de valorização da SEEDUC-RJ?

O programa de planos de saúde do Governo do Estado do Rio de Janeiro para os seus servidores teve um início que pode ser considerado um fiasco, ou mesmo vergonhoso.

Segundo nota do jornal Extra-online, até o dia 13/01/14, apenas Mil (1000) servidores aderiram ao Plano que tem sido propagandeado desde o final do ano passado. Um número inexpressivo, se levarmos em conta todo o conjunto de servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro.

Os Planos de Saúde oferecidos através de uma administradora, que faz a mediação entre os servidores (os segurados) e e as Operadoras (dos planos de saúde) são muito caros e estão longe da realidade financeira da maioria dos cerca de 460 mil servidores que poderia ser beneficiados pelo programa.

Para os servidores da SEEDUC-RJ que atuam nas escolas, nas salas de aula, no apoio e coordenação pedagógica, a realidade é ainda mais dura. Se não bastasse toda a extensa carga de trabalho (incluindo aí a jornada de trabalho extra-escola)  e as cobranças pelo cumprimento das metas determinadas pela pasta, há uma grande perda salarial acumulada ao longo dos últimos anos.

Os parcos reajustes concedidos pela SEEDUC  mal dão conta de se equiparar aos percentuais inflacionários, o que debilita ainda mais o poder aquisitivo dos trabalhadores.
Além disso, a política remuneratória estadual, em diversas vezes, desconsidera o reajuste previsto no Piso Salarial dos trabalhadores em Educação, previstos na Lei Federal nº 11.738/08, que deve ser reajustado no mês de janeiro de acordo com o custo/aluno do FUNDEB.

Como os governantes não pretendem remunerar bem os seus professores e demais trabalhadores em educação, o Secretário de Educação Wilson Risolia optou por conceder alguns auxílios e uma política controversa de bonificação por resultados invés de proporcionar melhores salários.
Os auxílios, tais como o Transporte e o Alimentação, implantados no primeiro semestre dos anos de 2011 e 2013, respectivamente, não são incorporados à aposentadoria e desde quando surgiram jamais foram reajustados.
O auxílio alimentação da SEEDUC, apelidado pelos internautas de "vale coxinha", é um dos mais baixos se comparado ao valor que é pago a outras categorias de servidores públicos. (veja no gráfico abaixo), comprovando o quanto os Educadores são desvalorizados pelos governantes, os quais tratam os servidores públicos de forma muito desigual.
Fonte: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/auxilio-alimentacao-de-servidores-varia-ate-361-8290016.html

Na regulamentação de tais benefícios não há garantia de sua permanência, nem previsão de reajustes e eles só são pagos para os servidores que estão em efetivo exercício, portanto, são suspensos em período de afastamentos, tais como férias e licenças de saúde.

Será que a SEEDUC-RJ pensa que o custo com o Transporte está há 3 anos sem ter algum reajuste, caso de seu auxílio destinado à esse fim? E o valor dos alimentos, eles não subiram ao longo de 2013?

Já que a atual equipe do Governo Cabral não quer pagar um salário que dê mais dignidade para os trabalhadores em Educação, que tal reajustarmos os valores dos Auxílios Transporte e de Alimentação? Já passou da hora desses benefícios terem algum reajuste, que seja capaz de melhorar a vida dos trabalhadores e trazer um pouco de reconhecimento e valorização profissional para todos.

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