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1.5.18

Dinheiro virtual: a moeda do terceiro milênio

Getty Images/iStockphoto/Todor Tsvetkov

As moedas virtuais, como, por exemplo o Bitcoin, são a onda do momento e têm se destacado no mercado financeiro.

O Bitcoin é "uma moeda virtual que opera de forma descentralizada, nenhuma autoridade central controla sua emissão". (Portal r7).

As criptomoedas são negociadas pela internet de uma pessoa para outra, sem o intermédio de um banco.

No Brasil, qualquer pessoa pode começar a negociar moedas virtuais no mercado, desde que possua CPF válido. Os ganhos tem atingido percentuais elevados, fato que anima os investidores, por outro lado, as transações feitas virtualmente também são alvo em potencial dos ataques de hackers

Alguns especialistas em economia e finanças alertam para outro risco, o fato de que esse mercado livre de qualquer regulação, como  a ausência de controle e fiscalização por parte de instituições bancárias e órgãos estatais, pode servir como um meio para grupos criminosos praticarem a lavagem de dinheiro.

Recentemente, o governo venezuelano lançou sua criptomoeda, a Petro, cujo lastro é a produção petrolífera nacional. Será que iniciativa da Venezuela poderá incentivar outros países a aderirem à onda das moedas virtuais? É aguardar para ver!

29.1.16

Economia: liberar geral ou manter regulada pelo Estado?

Um dos pilares do liberalismo econômico é a lei da oferta e da procura. Segundo essa ideia, surgida no século XVIII com o teórico escocês Adam Smith (1723-1790), o mercado seria controlado por uma mão invisível, sem a necessidade de interferência do governo. 


Adam Smith foi um dos defensores do liberalismo: economia funcionando sem interferência estatal.

Para ilustrar, imagine uma relação de consumo, com uma loja tendo vários produtos em estoque e pouca procura por eles. Nesse caso, a tendência natural do preço é cair. Se ocorresse o contrário, os preços subiriam. O que faz os preços aumentarem ou caírem é a "mão invisível" do mercado.

Mas será que a "mão invisível" é justa em momentos de crise? Por exemplo, no Brasil, em algumas cidades cortadas pelo rio Doce, aquele que virou lama por conta do rompimento de uma barragem, o preço da água mineral teve aumento superior a 100% !!!




Outro exemplo atual de abuso do mercado é o caso da venda de repelentes para mosquitos, cujos preços dispararam nas farmácias por conta do aumento da procura em virtude da epidemia de dengue e zika vírus.




As duas situações mencionadas nas manchetes demonstram a atuação da "mão invisível" sobre o mercado. Os produtos tiveram seus preços aumentados devido a lei da oferta e da procura. Mas como fica a população mais pobre? Passa sede? Continua sendo atacada pelo mosquito?
Aí entra o governo que, por meio da interferência estatal na economia,  adota medidas para tentar deixar a situação mais justa e socialmente equilibrada, criando leis e órgãos que tentam impedir os abusos do mercado. Como se pode perceber pelo teor das manchetes de jornais, o mercado está vencendo, sinal que o governo e os órgãos competentes, como o Ministério Público e o PROCON, precisam agir com mais eficácia no sentido de garantir que o mercado não engula os consumidores.

Então, o blog Acrópole - História & Educação quer saber sua opinião: Você é a favor da desregulamentação do mercado, isto é, deixar que a lei da oferta e procura conduza os rumos da Economia, ou você é a favor da intervenção do Estado no setor econômico, atuando como regulador/mediador da produção e do consumo?

Participe, opine e vote na enquete ao lado!

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