"Acrópole – História & Educação" é um espaço dedicado à preservação e divulgação do legado do Professor e Historiador Rodolfo Alves Pereira. Reúne algumas de suas principais publicações, trabalhos acadêmicos, experiências didático-pedagógicas e projetos desenvolvidos ao longo de sua trajetória, com ênfase em suas contribuições à Metodologia e ao Ensino de História na Educação Básica.
18.12.24
Você é o que você come
17.12.24
Decifrando o documento histórico
Trabalhar com documentos históricos é desafiador, além de interpretá-lo com o devido cuidado, muitas vezes o historiador precisa decifrar o que está escrito.
O exemplo abaixo é uma carta de Monteiro Lobato para o médico Arthur Neiva. A carta está no CPDOC, na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
Consegue descobrir o que está escrito nessa carta?
1.7.24
[Livros] Lançamento: "Nietzsche, Lobato e a Veneta e outros ensaios"
Nietzsche, Lobato e a Veneta e outros ensaios
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Aluizio Alves Filho é cientista social com doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília, tendo sido professor do Departamento de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e professor adjunto aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ). É responsável pela produção de livros, organização de eventos e orientações de pesquisas que tratam da obra de Monteiro Lobato, em especial sobre a figura do Jeca Tatu e seus empregos na construção de um ideário identitárionacional. De seus decênios de produção intelectual, destaca-se o livro “As metamorfoses de Jeca Tatu”, de 2003, onde o autor traça as transformações sofridas, ao longo dos anos, pelo homem pobre e rural descrito por Monteiro Lobato. Nesta edição, o leitor poderá encontrar, além do ensaio Nietzsche, Lobato e a veneta, que nomeia o livro, os ensaios A formação do escritor; Ilusões perdidas e No Sítio de Dona Benta, escritos de maneira ao mesmo tempo fluída e profunda, capazes de agradar tanto os leitores mais versados na problemática lobatiana quanto aqueles que pouco se interessam por tão intrigante questão.
5.6.24
O que este sindicato representa?
Os sindicatos que representam os trabalhadores enfrentam uma profunda crise. Muitos não conseguem mais mobilizar suas bases, passam por dificuldades financeiras e ficam cada vez mais enfraquecidos.
Tais organismos, que deveriam mobilizar e organizar a luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho e melhorias salariais, parecem cada vez mais distantes daqueles que dizem representar. Muitos dirigentes sindicais são descompromissados com a causa trabalhista e ficam mais preocupados com as eleições municipais, estaduais e também em âmbito federal.
Isso enfraquece o sindicato enquanto instrumento de luta e de representação de classes, uma vez que muitos trabalhadores não se sentem representados pelas instituições sindicais e/ou não confiam nelas e em seus dirigentes. Lamentavelmente, muitos sindicatos servem a outros interesses e não aos interesses dos trabalhadores.
O sindicato dos educadores em Minas Gerais, por exemplo, é um "puxadinho" do PT, trabalha com o Partido dos Trabalhadores e não com a categoria que diz representar. Podem alegar que é por um "bem maior", pois a força política trará vitória para os trabalhadores. Mas isto não passa de conversa fiada...
Nenhum trabalhador é obrigado a concordar com a doutrina de um partido político e nenhum sindicato deveria se submeter aos interesses de um partido político.
Hoje vi um cartaz do sindicato, que é pago com a contribuição dos educadores filiados, falando sobre outro assunto totalmente diferente da luta por melhorias salariais e por condições de trabalho mais decentes.
A pauta que interessa ao trabalhador é outra, muito diferente daquela que os dirigentes sindicais, aliados dos petistas, defendem.
É por essas e por outras que me desfiliei do sindicato, por não me sentir representado. E vejo muitos colegas de trabalho com um sentimento parecido, eles não aprovam e não confiam neste tipo de militância sindical vazia, inoperante e sem real comprometimento com as necessidades dos trabalhadores.
Com estes sindicatos politiqueiros e corrompidos quem sofre é a classe trabalhadora, a qual está cada vez mais desorganizada e sem as condições de resistir ao rolo compressor da contínua precarização do trabalho, do achatamento dos salários, da degradação das condições de trabalho e do avanço da informalidade.
6.4.24
Morre Ziraldo (1932-2024)
8.3.24
Nota de falecimento
2.2.24
[Dinâmica] Receita de Ano Novo
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