26.4.20

O anti-herói

Após o pedido de demissão de Moro do governo, o Jornal Nacional o apresentou como um herói, expondo mensagens trocadas entre o ex-ministro e uma deputada para corroborar a imagem de "bom moço" do antigo justiceiro. Não se enganem, Moro não é herói, é um político sujo e interesseiro. Também foi vazada uma mensagem entre o ex-ministro com o presidente da república, tratando sobre interferência na direção da Polícia Federal.

Moro é um vazador contumaz, foi assim na Lava Jato, quando enviava para imprensa informações processuais, cuja ampla divulgação fosse de seu interesse. Agora,  novamente,  recorreu ao vazamento, tirou print de uma conversa particular,  como um moleque,  para expor diálogos que comprovassem suas afirmações.

Como alguém vai confiar num sujeito como esse, que vaza grampo ilegal, delações e conversas que mantém com presidente e deputada?

Deixou o Ministério falando, entre outras coisas, sobre preservar o Estado de Direito.
Não foi esse cidadão,  enquanto juiz, que atentou contra o Direito violando regras básicas do processo legal? Não se esqueçam o que as reportagens da "Vaza a Jato" revelaram: o juiz Moro praticou irregularidades, especialmente,  no caso Lula, as quais podem anular a condenação do réu.

Este tal Moro não está nem aí para o Estado de Direito, ele age apenas pensando em seus projetos pessoais. Deve ser candidato à presidência em 2022, usou a Lava Jato para se promover, em detrimento da isenção, imparcialidade e discrição exigidos pela Justiça e pela lei.

O ex-juiz aliou-se ao que havia de mais rasteiro na política brasileira e sai do governo com acusações graves a respeito do chefe do Executivo. As instituições precisam agir, a PGR, o STF e a parte íntegra do Congresso Nacional precisa investigar com firmeza os prováveis crimes e punir os responsáveis. O processo  de Impeachment do presidente precisa ser considerado,  já.

Comprou? Exija o documento fiscal!

Conheça  03 razões pelas quais você deve exigir o cupom fiscal após comprar produtos ou contratar serviços:

  1. O cupom ou nota fiscal é a garantia do consumidor, caso seja necessária troca ou devolução do produto;
  2. O documento fiscal comprova que os impostos devidos pela empresa serão pagos ao governo;
  3. Evita a sonegação fiscal, o que garante recursos para o governo investir em políticas públicas, como saúde, segurança, educação, saneamento entre outras.




24.4.20

Projeto Educação Fiscal: Atividades e jogo sobre Cidadania e Direitos Sociais

Assista ao vídeo abaixo, com a música Até quando?, de Gabriel O Pensador.




  1. Quais problemas são citados pelo cantor?
  2. Aponte uma ou mais soluções para cada um dos problemas identificados?
  3. Dos problemas mencionados na música, quais deles você considera mais graves e de imediata solução?
  4. Alguma questão mencionada pelo cantor diz respeito à sua realidade? Qual?
  5. Arte e expressão: faça um desenho ou procure imagens em jornais e revistas, para recorte e colagem, que expressem problemas sociais de sua cidade.


Depois de resolver as questões acima e enviar para o professor, agora vamos nos divertir com o Caça Palavras dos Direitos Sociais. Mostre o que você sabe!

18.4.20

Cuidado com a dengue

Estamos em quarentena para evitar o contágio e a propagação do coronavírus,  mas não podemos nos descuidar da dengue.

Encontrei no Facebook um trabalho feito pelos alunos do Ensino Médio do CIEP 280, em 2016, alertando sobre a dengue. A atividade consistia em publicar na rede social uma mensagem de conscientização acerca da importância de adotar medidas preventivas. Foi um sucesso!

O alerta permanece até hoje, pois precisamos cuidar de nossos quintais e assegurar que não haja condições para procriação do mosquito em nossas casas.



Dia de Monteiro Lobato, dia da Literatura Infantil

18 de Abril é comemorado o dia da Literatura Infantil. A data evoca o nascimento de Monteiro Lobato,  o escritor paulista que é considerado o "pai" da literatura infantil no Brasil. 

Lobato nasceu no interior de São Paulo,  provavelmente em Taubaté,  em 18 de abril de 1882.


Em 1920, publicou "A menina do narizinho arrebitado" e a partir daí nascia a turma do "Sítio do Picapau amarelo". A obra Lobatiana encantava as crianças,  com lindas estórias.  Muitas cresceram e aprenderam a ler com os livros de Lobato. 

Muitos anos após o falecimento do autor, o "Sítio do Picapau amarelo" ganhou a televisão e até hoje sua obra segue sendo publicada, encantando e ensinando as crianças Brasil afora.

11.4.20

A falta de liderança na crise do coronavírus

Eu não pretendia mais escrever sobre política devido ao ambiente hostil, irracional e desagradável que se tornou a internet e as redes sociais.
Entretanto,  mediante os absurdos aos quais temos presenciado fica difícil não tecer um breve comentário sobre a atuação medíocre de nossos líderes na atual conjuntura, marcada pela pandemia do coronavírus.

Primeiro, cabe alguns questionamentos e reflexões: O que esperamos de um líder? Quais virtudes deve possuir um presidente da república ou um governador?
Sem abordar ideologia, creio que um líder deva inspirar confiança,  ter serenidade e capacidade de aglutinar a nação principalmente em meio a uma crise como a que estamos enfrentando. Além disso,  um líder deve ser alguém qualificado, que dispõe de conhecimento e bons exemplos para ensinar ao povo.

O presidente da república está longe de ser uma pessoa com serenidade e discernimento, incentiva e defende o fim do isolamento social, a única forma de evitar o contágio em massa pelo vírus. Ele desautoriza o próprio ministro da Saúde, põe em cheque a ciência,  apela ao fanatismo e ao populismo. Não se preocupa com as vítimas da doença,  com os mortos e com a segurança da família brasileira. É,  portanto,  um irresponsável.

A atuação do presidente nesta crise é vergonhosa, absurda e coerente com alguém que só está no poder para agradar ao empresariado e não está nem aí para o povo.

O mesmo pode ser dito sobre o governador de Minas Gerais,  uma figura medíocre e deplorável, que se curva à vontade daquele que ocupa a cadeira presidencial. Até o segundo turno da eleição de 2018, a exemplo de muitos, nunca tinha ouvido falar de Zema. Li rapidamente suas propostas de governo e vi ali a cara do PSDB, um conjunto de ideias neoliberais que servem ao capital e não ao povo, enfatizando mais as privatizações. Quando li que o sujeito pretendia vender a COPASA, perguntei: _ Quem ele pensa ser?
Afinal,  a COPASA presta um bom serviço,  cuida da água e da saúde de muitos mineiros, é um patrimônio do Estado e não deve ser entregue ao setor privado,  jamais.

O medíocre venceu, sem novas propostas, sem um projeto de desenvolvimento para o estado de Minas Gerais.  Surfou na onda antipetista com um discurso batido se apresentando como "novo". Não demora e cairá no esquecimento e continuará zelando pela fortuna pessoal.

Na crise do coronavírus, apesar de ter adotado o isolamento social, algo que governadores e prefeitos fazem em todo o Brasil, tornou-se vacilante. Alinhado ao governo federal, o governador de Minas Gerais acha que pode flexibilizar o isolamento, medida que tem salvado vidas dos mineiros. Todos sabem que não há leitos e respiradores para todos, logo acabar com o isolamento ou flexibilizá-lo não é uma opção.  Pelo menos não deveria ser uma opção para líderes que se importam com a vida, a saúde e o bem-estar das pessoas. Para essas figuras exóticas, grotescas e despreparadas que ocupam os cargos de poder pouco importa que morram milhares de pessoas, alguns irão se afogar, disse o presidente. A prioridade desses governos não é salvar e proteger nossos idosos, pais e avós,  antes querem salvaguardar o lucro e a rentabilidade das empresas e de uma classe, que como eles, valoriza mais o dinheiro do que a vida.

Tomara que o povo que ajudou a eleger tais figuras aprenda a lição com a crise, o comportamento dos líderes está sendo deplorável. Neste momento de tensão eles geram ainda mais insegurança entre as pessoas, mostrando quem realmente são e o quanto são incapazes de liderar e proteger o povo. Se a lição for realmente aprendida, esses cidadãos não serão eleitos, jamais!

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