4.9.18

21.8.18

Colégio Imaculada celebra centenário e presenteia Leopoldina com exposição de arte

Na noite de hoje, 21/08, foi inaugurada a exposição de arte "Dionísio... ainda vivo: traços dionísicos na nossa cultura" do artista plástico Ayman Esmandar (Doutor pela Universidade de Damasco na Síria).

Ayman falou para um grande público formado por professores, estudantes de todos os níveis de ensino e da sociedade leopoldinense e apresentou a história do Deus do Vinho, cultuado pelos antigos gregos e romanos.

Em seguida, foi servido aos visitantes um delicioso coquetel e todos admiraram o belo trabalho do palestrante. Sem dúvida, uma noite memorável.

Parabéns ao Ayman Esmandar e ão Colégio Imaculada Conceição, especialmente a diretora Conceição Zambrano e o coordenador Janderson Nóbrega, pela promoção desse evento artístico e cultural.



20.8.18

Centenário do CIC: Ciclo de eventos


Exposição de arte: Dionísio... ainda vivo

A partir de amanhã, dia 21 de agosto de 2018, o Colégio Imaculada Conceição sediará o maior evento artístico e cultural do ano em nossa cidade.

Trata-se da exposição dos trabalhos de Ayman Esmandar, doutor pela Universidade de Damasco na Síria.

Ayman já expôs em grandes centros, como Rio de Janeiro e Curitiba. Agora está em Leopoldina, onde fará diversas palestras como parte da comemoração do centenário do Colégio.

O evento terá entrada franca, imperdível para quem aprecia arte e cultura.




15.7.18

A fundação do Laboratório Químico Leopoldinense e a campanha do saneamento rural

Laboratório Químico Leopoldinense


Acervo de Luiz Raphael Domingues Rosa/Espaço dos Anjos
Laboratório Químico Leopoldinense  - Fundado em 07 de julho de 1927 pelos irmãos José Monteiro Ribeiro Junqueira e Custódio Junqueira, Graciema Junqueira e o químico Antenor Machado.

O laboratório era uma estrutura importante para a campanha de saneamento rural e a erradicação das epidemias, como a opilação, a varíola entre outras.

A Gazeta de Leopoldina, jornal de propriedade da família Ribeiro Junqueira, publicou uma nota, em 1933, louvando a aprovação de um remédio fabricado no laboratório Leopoldinense pelo Instituto Osvaldo Cruz. Segue o documento:

O medicamento em questão é o óleo de quenopódio, o qual era empregado no combate da ancilostomíase e da malária.

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