19.8.20

Você é protagonista?

A vida no século XXI exige protagonismo, iniciativa, competências cognitivas e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, que favoreçam a ideia de saber viver e conviver, especialmente com as diferenças entre os indivíduos ao nosso redor.


Vamos assistir ao vídeo abaixo e descobrir um pouco mais sobre a importância do protagonismo juvenil!

18.8.20

Lei que regulamenta a profissão de historiador foi publicada

O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (18) a Lei 14.038/20, que regulamenta a profissão de historiador no Brasil e estabelece os requisitos para seu exercício.

Pela Lei 14.038/20, poderão exercer a atividade de historiador:

• os portadores de diploma de curso superior em História;
• os portadores de diploma de mestrado ou doutorado em História;
• os portadores de diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação com reconhecimento oficial e linha de pesquisa dedicada à História;
• os profissionais diplomados em outras áreas que tenham exercido, comprovadamente, há mais de cinco anos, a profissão de historiador.

A lei exige, para o exercício da profissão, o registro profissional junto à autoridade trabalhista competente.

Entre as atribuições dos historiadores estão o magistério da disciplina de História nas escolas de ensino fundamental e médio, desde que cumprida a exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) quanto à obrigatoriedade da licenciatura.

O profissional poderá ainda planejar, organizar e dirigir serviços de pesquisa histórica, e serviços de documentação e informação histórica; e elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

8.7.20

Vamos (Precisamos) falar sobre Reforma Tributária

A economista Monica De Bolle ministrou uma verdadeira aula sobre o modelo regressivo da tributação brasileira e também apontou caminhos que os parlamentares devem observar para reformar o sistema tributário nacional. Assista:



1.7.20

A política e o exército

O exército, assim como o conjunto das forças armadas do país, deve garantir a soberania nacional, assegurar a lei e a ordem e submeter-se à Constituição Federal de 1988.

As forças armadas foram criadas para proteger o povo e não subjugá-lo, como defendem alguns poucos saudosistas da Ditadura militar (1964-1985).

O Brasil precisa superar, definitivamente, a crença de que a via autoritária irá corrigir os rumos do país, sob a tutela dos "incorruptíveis" militares.

A democracia, se devidamente respeitada, é a melhor opção para reconstruirmos o país, tornando-o um lugar mais justo e mais feliz.

Os militares devem se ocupar, estritamente, de seu papel constitucional e respeitar a soberania popular.

3.6.20

D. Pedro II visita hospital de coléricos

Em 1855, houve um surto de cólera no Rio de Janeiro,  a capital do Império brasileiro.
Pintura de Louis Auguste Moureaux, 1863.


D. Pedro II fez questão de ser retratado em visita a um hospital que atendia às vítimas do morbus. Como chefe de Estado brasileiro,  essas visitas eram comuns na agenda do imperador, bem como a caridade e a doações que ele fazia para as instituições de saúde e de ensino. 

1.6.20

Povo anestesiado, País em coma

Colocaram fogo na Amazônia,  nós não fizemos nada.
Aumentaram o uso de veneno no cultivo dos nossos alimentos, resolvemos nos calar.
Soterraram uma cidade inteira e centenas de pessoas com lama tóxica, continuamos imóveis.
Mataram um garoto, baleado nas costas, em sua casa.  Não houve luto, nem luta.
Assistimos à morte de milhares de pessoas diariamente, mas nos preocupamos apenas com a reabertura do comércio.
Vimos, pela televisão, um homem ser morto no estrangeiro numa ação policial e uma parte daquela nação se sublevou, lembrando aos seus líderes que o povo existe e quer respeito.
Mas, e nós? Acaso perdemos a dignidade e a capacidade de sentir indignação? Somos humanos sem humanidade? Nos tornamos escravos de nossa apatia? Para onde iremos? Aguardamos apenas o pastor vir nos conduzir como ovelhas para a tosquia?
Um povo que não luta, merece destino diferente?

Hélio Brummas

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