18.8.20

Lei que regulamenta a profissão de historiador foi publicada

O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (18) a Lei 14.038/20, que regulamenta a profissão de historiador no Brasil e estabelece os requisitos para seu exercício.

Pela Lei 14.038/20, poderão exercer a atividade de historiador:

• os portadores de diploma de curso superior em História;
• os portadores de diploma de mestrado ou doutorado em História;
• os portadores de diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação com reconhecimento oficial e linha de pesquisa dedicada à História;
• os profissionais diplomados em outras áreas que tenham exercido, comprovadamente, há mais de cinco anos, a profissão de historiador.

A lei exige, para o exercício da profissão, o registro profissional junto à autoridade trabalhista competente.

Entre as atribuições dos historiadores estão o magistério da disciplina de História nas escolas de ensino fundamental e médio, desde que cumprida a exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) quanto à obrigatoriedade da licenciatura.

O profissional poderá ainda planejar, organizar e dirigir serviços de pesquisa histórica, e serviços de documentação e informação histórica; e elaborar pareceres, relatórios, planos, projetos, laudos e trabalhos sobre temas históricos.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

8.7.20

Vamos (Precisamos) falar sobre Reforma Tributária

A economista Monica De Bolle ministrou uma verdadeira aula sobre o modelo regressivo da tributação brasileira e também apontou caminhos que os parlamentares devem observar para reformar o sistema tributário nacional. Assista:



1.7.20

A política e o exército

O exército, assim como o conjunto das forças armadas do país, deve garantir a soberania nacional, assegurar a lei e a ordem e submeter-se à Constituição Federal de 1988.

As forças armadas foram criadas para proteger o povo e não subjugá-lo, como defendem alguns poucos saudosistas da Ditadura militar (1964-1985).

O Brasil precisa superar, definitivamente, a crença de que a via autoritária irá corrigir os rumos do país, sob a tutela dos "incorruptíveis" militares.

A democracia, se devidamente respeitada, é a melhor opção para reconstruirmos o país, tornando-o um lugar mais justo e mais feliz.

Os militares devem se ocupar, estritamente, de seu papel constitucional e respeitar a soberania popular.

3.6.20

D. Pedro II visita hospital de coléricos

Em 1855, houve um surto de cólera no Rio de Janeiro,  a capital do Império brasileiro.
Pintura de Louis Auguste Moureaux, 1863.


D. Pedro II fez questão de ser retratado em visita a um hospital que atendia às vítimas do morbus. Como chefe de Estado brasileiro,  essas visitas eram comuns na agenda do imperador, bem como a caridade e a doações que ele fazia para as instituições de saúde e de ensino. 

1.6.20

Povo anestesiado, País em coma

Colocaram fogo na Amazônia,  nós não fizemos nada.
Aumentaram o uso de veneno no cultivo dos nossos alimentos, resolvemos nos calar.
Soterraram uma cidade inteira e centenas de pessoas com lama tóxica, continuamos imóveis.
Mataram um garoto, baleado nas costas, em sua casa.  Não houve luto, nem luta.
Assistimos à morte de milhares de pessoas diariamente, mas nos preocupamos apenas com a reabertura do comércio.
Vimos, pela televisão, um homem ser morto no estrangeiro numa ação policial e uma parte daquela nação se sublevou, lembrando aos seus líderes que o povo existe e quer respeito.
Mas, e nós? Acaso perdemos a dignidade e a capacidade de sentir indignação? Somos humanos sem humanidade? Nos tornamos escravos de nossa apatia? Para onde iremos? Aguardamos apenas o pastor vir nos conduzir como ovelhas para a tosquia?
Um povo que não luta, merece destino diferente?

Hélio Brummas

25.5.20

Um desqualificado na presidência da República

Que sujeito sem noção. 

Comer um cachorro quente não tem problema algum. Em tempos de pandemia, pede-se comida em casa, evita-se aglomeração.

Agora, se você é o chefe de Estado espera-se do líder da nação postura adequada, condizente com a importância do cargo. Por que este sujeito não foi visitar hospitais e apoiar profissionais da saúde? Por que não vai aos estados mais atingidos pela covid-19? Onde está sua solidariedade às milhares de vítimas levadas pela pandemia?

O comportamento deste cidadão que ocupa a presidência da república é vergonhoso, indecoroso, apesar de ser coerente com sua personalidade e inteligência medíocres.

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