19.2.15

Tesouro no fundo do mar

Assista ao vídeo abaixo e veja que descoberta incrível.



Mergulhadores encontraram, por um acaso, milhares de moedas de ouro do século IX, na costa de Mar mediterrâneo, próximo ao antigo porto de Cesareia.


As moedas são de uma época em que os califas fatímidas (corrente islamita) governavam parte do norte da África, a Sicília e parte do Oriente Médio.

Os arqueólogos acreditam que as moedas se perderam durante um naufrágio, quando deveriam seguir como impostos para os Califas.

Leia mais clicando aqui.

17.2.15

Fotos e vídeos do Prêmio VivaLeitura 2014

As fotos e vídeos do prêmio nacional VivaLeitura 2014 estão online.



Para conferir as fotos, clique aqui.

Para assistir aos vídeos, basta clicar aqui.

Descubra os benefícios da leitura


Comece a praticar agora. Clique aqui e leia nosso texto no site do Tribuna do Povo.

15.2.15

Avaliação de História on-line

Teste seus conhecimentos sobre os Estudos Introdutórios de História.

Referências de texto e slide para consulta:

Texto
Slides


Faça a avaliação on-line e bom estudo!



12.2.15

Por dentro da Mídia

Hoje, começamos o curso de Cultura e uso das mídias com o 2º do PROEMI, do CIEP 280.

Depois de uma apresentação do curso e de uma proposta colaborativa, passamos a estudar os conceitos Cultura e Mídia.

Cada aluno expôs sua opinião acerca dos dois termos e tentou defini-los. Depois dessa conversa, examinamos a definição de especialistas dos assuntos. Recorremos à historiadores para definir Cultura e também assistimos a um vídeo (disponível aqui no Blog) com publicitários tentando encontrar a melhor resposta para a pergunta: o que é mídia?

O dever de casa ficou por conta de uma análise crítica da imagem abaixo, seguida por uma produção de texto que deve esclarecer de que forma a mídia se relaciona e influencia os consumidores e a sociedade em geral.



Bom trabalho!



11.2.15

Uma reflexão para os professores e para a sociedade acerca da educação brasileira

Hoje encontrei na escola um artigo muito interessante de Dermeval Saviani, enquanto folheava a revista Carta na Escola, nº 46, Maio de 2010. p. 66.

No texto, o autor reflete sobre alguns problemas da Educação brasileira. Aborda a falta de prestígio dos professores e a crise vivida pela escola, que vem perdendo, gradativamente, sua principal característica histórica que é o ato de Ensinar. 

Conclui o artigo opinando ser necessário uma grande mobilização dos docentes e da sociedade como requisito para se conquistar uma carreira digna e justa para os educadores. 

Será que essa união é possível? As pessoas estão mesmo engajadas com a Educação Pública de qualidade e entendem que o professor precisa ser bem remunerado, precisa trabalhar em apenas uma escola para desenvolver um bom trabalho e precisa ter formação continuada (participar de cursos, se capacitar, ir a congressos etc)? 

Deixemos de questionar e vamos ao texto do Professor Saviani. Vale a pena conferir:

O drama do professor

Diante das pressões para exercer várias funções, o educador ainda terá de participar da gestão escolar e da vida da comunidade e orientar os estudos dos alunos?


Como ocorre com os trabalhadores em geral, também os professores são instados a se aperfeiçoar continuamente. O mercado e seus porta-vozes governamentais querem um professor ágil, leve, flexível, que, a partir de uma formação inicial ligeira e a baixo custo, aprimore sua qualificação no exercício docente refletindo sobre sua prática, apoiado, eventualmente, por cursos rápidos. Pede-se, ainda, que ele não apenas ministre suas aulas, mas também participe da elaboração do projeto pedagógico das escolas, da vida da comunidade, da gestão da escola e do acompanhamento dos estudos dos alunos.



Você, como a maioria dos professores, não ficou imune ao canto de sereia das novas pedagogias. A descrença no saber científico e a procura de “soluções mágicas” — do tipo reflexão sobre a prática, relações prazerosas, pedagogia do afeto, transversalidade dos conhecimentos e fórmulas semelhantes — vêm ganhando a cabeça dos professores. Estabelece-se, assim, uma “cultura escolar” de desprestígio dos professores e dos alunos que querem trabalhar seriamente e de desvalorização da cultura elaborada. Nesse tipo de “cultura escolar”, o utilitarismo e o imediatismo da cotidianidade prevalecem sobre o trabalho paciente e demorado de apropriação do patrimônio cultural da humanidade. Com isso, a escola foi sendo esvaziada de sua função específica ligada ao domínio dos conhecimentos sistematizados.



Nesse quadro, você, professor, é lançado na defensiva. Diante das pressões para exercer o conjunto de funções solicitadas, você responde: “Mas eu já faço das tripas coração para ministrar, da melhor forma possível, um grande número de aulas, em três ou quatro escolas diferentes, para turmas numerosas de alunos... e ainda vou ter de participar da gestão da escola e da vida da comunidade e orientar os estudos dos alunos”. O professor, que nos anos 1980 participou da mobilização dos educadores, reivindicando maior participação nas decisões, agora se vê diante da seguinte cobrança: “Vocês não reivindicaram maior participação? Pois é. Suas reivindicações foram todas atendidas pela legislação. Portanto, o êxito da escola e da política educacional que a orienta depende apenas da iniciativa e dedicação de vocês, professores”.



Eis aí o seu drama atual, caro professor. Na verdade, você também é vítima da inclusão excludente. Os dirigentes esperam que você exerça todo um conjunto de funções com o máximo de produtividade e o mínimo de dispêndio, isto é, com modestos salários. Claro que, se você fosse bem remunerado no âmbito de uma carreira docente que lhe garantisse jornada integral numa única escola, você poderia exercer sem maiores problemas as mencionadas funções. Cabe, pois, passar da defensiva à ofensiva, organizando fortemente a categoria dos professores e mobilizando toda a sociedade em torno da conquista de uma carreira docente digna e justa. Sem isso, todas as proclamações em torno da valorização da Educação não passarão de promessas vãs.

10.2.15

Tem índio no Brasil?

O título dessa postagem traz uma pergunta que eu escutei de um aluno do 6º ano do Ensino Fundamental, depois que eu apresentei para turma um pouco da Cultura dos Suyá (Kisêdjê), povo indígena que vive no Mato Grosso.



Falávamos a respeito do quanto os Suyá valorizavam os sentidos da audição e da fala e que, devido a isso, enfeitavam suas orelhas e lábios com discos de madeira decorados com tinta. 

Foto: Harold Schultz, década de 1960. Disponível no site Povos indígenas do Brasil.

No passado, os adornos tinham um significado prático e cultural, indo além do estético. Eles marcavam ritos de passagem, quando, por exemplo, os jovens iniciavam sua vida sexual ou eram considerados adultos.
E, na prática, usar os adereços era algo importante. Os Suyá "afirmavam que a orelha furada era para ouvir-compreender-saber bem. Diziam ainda que o disco labial estava associado à agressividade e belicosidade, correlacionadas com a auto-afirmação masculina, a oratória e a canção". (Fonte: http://pib.socioambiental.org/pt/povo/kisedje/1227).

Portanto, quem sabe ouvir bem, adquire o conhecimento e a sabedoria para conviver bem em sociedade. Utilizamos esse exemplo para falar de disciplina para os os nossos alunos, os quais, geralmente, não gostam de ouvir. É preciso ouvir atentamente para aprender os conteúdos ministrados em sala de aula. Depois de ouvir e de aprender, é a vez do falar. Deve-se questionar, tirar dúvidas, partilhar experiências e demonstrar o seu aprendizado.

E respondendo à pergunta desta postagem. Sim, ainda há índios no Brasil. São vários povos e etnias que vivem espalhados por todo o território brasileiro. De acordo com o senso do IBGE (2010), no Brasil existem 817.963, o que corresponde a 0,44% do total da população Brasileira (Fonte: http://pib.socioambiental.org/pt/c/no-brasil-atual/quantos-sao/o-censo-2010-e-os-povos-indigenas). Eles se dividem em 241 povos, falantes de mais de 150 línguas diferentes!  

Viu só? Ainda há muito índio no Brasil, embora já tenha existido muito mais deles por aqui. Estima-se que antes da chegada dos colonos portugueses, em 1500, havia no território brasileiro cerca de 5 milhões de índios! Com o processo de colonização, as guerras, as doenças, a escravidão e a aculturação os números foram caindo.

Mas até os dias atuais os índios lutam para conquistar o direito à terra de seus antepassados e preservar o que sobrou de seus costumes, de suas crenças e de sua cultura. Além disso, os índios são muito importantes para a Cultura brasileira. Eles nos deixaram grandes contribuições, que estão vivas em nosso cotidiano, na alimentação, em nossa língua e em diversos costumes e aspectos que vivenciamos sem nos dar conta que herdamos muitas práticas culturais dos índios.

Por isso é importante aprender mais sobre nossa História e conhecer nossas raízes, europeias, africanas e indígenas.

Assista ao vídeo abaixo e descubra um pouco mais sobre os povos indígenas do Brasil.

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