31.8.11

Prepare-se! As provas do 3º BIM estão chegando.

Caros estudantes a partir da próxima semana começaremos a aplicar nossas avaliações, para ajudá-los com a organização da rotina de estudos postamos abaixo algumas dicas simples e importantes que podem contribuir para melhorar seu desempenho nas avaliações.

Dez dicas para melhorar nos estudos
  1. Participe da aula, preste atenção, tome nota e não tenha vergonha de fazer perguntas.
2. Monte um plano de estudo, prevendo o que vai estudar ao longo da semana.
3. Faça as lições de casa no dia e deixe um tempo para revisar o que aprendeu na aula.
4. Estude no horário em que está mais atento e disposto. Não deixe para as horas em que tem sono ou está cansado.
5. Descubra qual técnica de memorização funciona para você: falar em voz alta, fazer resumos, montar esquemas, exercícios, dramatização ou estudar em grupo.
6. Procure outras referências sobre o assunto que está aprendendo para ampliar seus conhecimentos, como livros, revistas e filmes.
7. Aproxime-se de um professor, pesquisador ou profissional que domine o assunto de seu interesse.
8. Tenha o hábito de refazer os exercícios que errou nas provas e entenda por que errou.
9. Prepare na véspera a mochila da escola. Verifique os cadernos e livros de que vai precisar e se todas as lições estão feitas.
10. Reconheça seus pontos fortes e fracos, as áreas em que tem mais habilidade. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_068.html

27.8.11

Mais Fábulas do 6º ano!

O camelo e a sua sede

Em um belo dia o sol brilhava forte no deserto. Um camelo andava por ali, quando de repente ficou com uma tremenda sede.
Ele rodou o deserto todo atrás de um rio e não achou um, quando ía desistir ele viu uma planta chamada Cacto.
O camelo começou a pisoteá-la quando percebeu que de dentro da planta saía água. Ele a bebeu e matou sua sede.

Moral da história: Por mais difícil que uma situação possa parecer, basta ter calma para pensar que você consegue resolver seus problemas.

Matheus (601)

18.8.11

Produção de Fábulas - 6º ano CIEP

Nas aulas de História, os alunos do 6º ano estão estudando a História da Grécia Antiga e conheceram um pouquinho da obra de Esopo, um escritor de fábulas muito lido no mundo ocidental.
Após conhecerem as características do gênero e de terem lido uma das fábulas de Esopo, "A raposa e as uvas", os alunos produziram suas próprias fábulas.Os estudantes usaram a criatividade e fizeram um belo trabalho.
A aluna Sabrina recontou a fábula de Esopo, na qual o poderoso leão é socorrido por um frágil rato. Ludimila dá uma lição de moral, mostrando que não devemos julgar alguém por sua aparência. Confiram os textos:
O leão e o rato

Era uma vez um leão faminto, quando de repente ele avistou um rato e começou a pesergui-lo.
Quando capturou o rato o leão disse:
- Eu vou te devorar.
O rato retrucou:
- Não, por favor! Deixe-me viver, pois quando você precisar de ajuda poderá contar comigo!
O leão então decidiu soltá-lo.
No dia seguinte, o leão estava andando pela floresta quando caiu em uma armadilha de caçador. Então ele começou a pedir ajuda e gritou:
- Socorro!
O rato estava por perto e ouviu o grito de socorro e resolveu ajudar quem gritava.
Chegando no local, o rato viu o leão todo amarrado e começou a roer as cordas, libertando o felino.
O rato disse:
- Viu, você me ajudou e agora eu retribui!
O leão respondeu:
- Obrigado! Você é um grande amigo.

MORAL:
Devemos ajudar os outros, pois sempre recebemos uma recompensa.
Aluna Sabrina, turma 602.

A coruja e o burro

Era uma tarde bonita e a coruja estava na floresta quando viu um burro passar por um caminho entre as árvores. Ao avistá-lo, disse para ele:
- Eu sou bem mais inteligente do que você. 
O burro perguntou - Por que?
- Porque seu nome representa a burrice, já o meu a sabedoria. Respondeu a coruja.
O burro ficou sem graça e disse: 
- O meu nome pode representar uma coisa, mas eu sou outra completamente diferente.
A coruja então o desafiou:
- Quanto é 2 x 9?
- 18. Disse o burro e, em seguida, perguntou para a coruja:
- Quanto é 3 x 5?
- Não sei. Respondeu a coruja.
- Só porque me chamo burro, não tenho que ser burro, falou o quadrúpede.
- Realmente nós não podemos julgar antes de conhecer o outro - concluiu a coruja.

MORAL: Não devemos julgar alguém antes de conhecê-lo.
Aluna Ludimila, turma 601

Produção de textos turma 802!

Abaixo reproduzimos algumas das produções dos alunos da turma 802 do CIEP 280, sobre o tema solidariedade.Os textos ficaram bons, em breve postaremos mais trabalhos de vocês!
Confiram alguns:

Solidariedade

Solidariedade é você repartir seu bem com o próximo, é ajudar-lhe em suas necessidades e entender suas dificuldades. Mas não é a maioria dos seres humanos que entendem esse lema, muitos tem tudo e não querem dividir, outros não tem nada e repartem o que conseguem, apesar de sua luta pela sobrevivência.

Solidariedade é ensinar para aqueles que não entenderam o que nós conseguimos aprender. Resumidamente, solidariedade é ter caridade, compaixão, é você participar dos sonhos das pessoas e ajudá-los a realizá-los com uma força que vem de dentro, de um lugar chamado coração!

Texto escrito pela aluna: Lis


Solidariedade

Solidariedade é você ajudar as pessoas sempre que elas precisarem de você e de um ombro amigo. Temos que ser solidários. O amor e paz são os sentimentos que devem nos mover para sermos mais solidários. Ajude os outros, para que você seja ajudado quando precisar superar seus problemas.
Temos que ajudar o próximo para que o ele nos ajude, e esqueçamos quaisquer diferenças, pois todos temos que ser solidários independente da raça ou cor da pele. Afinal, ser diferente não é ser doente, ser diferente é normal.

Por isso temos que ser amigos e felizes sempre, e o amor vai nos ajudar a superar todos os nossos problemas. Solidariedade é o que nos move!

Alunas Brenda e M. das Graças

17.8.11

Encontro surpreendente!


Professores e estudantes de Leopoldina posam com o eterno craque do Atlético Mineiro e da Seleção brasileira - Reinaldo.
Ídolo do futebol na década de 1980.
Foto registrada na parada que fizemos para jantar, quando voltávamos de Belo Horizonte para Leopoldina, no dia 16/08/2011, após o manifesto dos profissionais da educação na capital de MG.

Valeu Rei!

Pelo Atlético Mineiro foram 475 jogos e 255 gols. Maior artilheiro da história do Galo!


Assista a lances geniais de Reinaldo.

6.8.11

O Blog está de volta!

Ficamos muito tempo sem postar no Blog, aliás, tinha perdido o nome de usuário e a senha, o que me deu um certo trabalho para recuperar as informações e reiniciar o trabalho aqui no Blog.

Esperamos retomar as postagens com regularidade e manter o blog atualizado, sobretudo com experiências pedagógicas e novidades sobre a Educação.

Um abraço,
Rodolfo.

6.11.10

O nascimento da eugenia no Ocidente


Em Esparta, pólis da Grécia Antiga, por volta do século V a. C., quando uma criança do sexo masculino nascia era levada imediatamente a um conselho de anciãos, os quais a examinavam procurando por imperfeições físicas e até psíquicas que, no futuro, iriam atrapalhar o treinamento e o exercício militar pelo qual aquela criança irá passar ao longo de sua vida.
            Detectada qualquer deformação, os anciãos sacrificavam a criança, lançando-a do alto de um monte. O sacrifício ocorria, pois os espartanos, povo que vivia em virtude da guerra, julgavam que a criança imperfeita não seria um militar ou guerreiro forte e saudável para servir com eficácia nas falanges de Esparta.
Essa seleção dos “melhores” ou dos “bem nascidos” denomina-se eugenia, do grego eugene.
            Desde então, a eugenia esteve presente em diversas culturas ao longo da História, mas só foi devidamente teorizada no século XIX, por um cientista britânico – Francis Galton, primo de Charles Darwin, o teórico do evolucionismo.
            Galton viveu na Inglaterra num período de grandes transformações sociais, marcada pela aceleração da urbanização e da modernização industrial.
Com o crescimento desordenado das cidades, começaram a surgir nas periferias os bairros habitados por milhares de operários vivendo em precárias situações – abandonados pelas autoridades - sem o mínimo de dignidade, higiene e salubridade.
            Nesse contexto de crescimento urbano e populacional, em que as doenças venéreas grassavam as pessoas, que Galton formulou sua teoria da eugenia, preocupado, sobretudo, com os elevados índices de natalidade das classes pobres, a quem o cientista considerava “inferior”, desprovida de talento e multiplicadora de doenças degenerativas da raça humana.
Enquanto isso, a classe abastada – a burguesia industrial e comercial –, que julgava ser a mais talentosa e saudável, tinha um crescimento vegetativo que não acompanhava o apresentado pelas classes “inferiores”.
            A eugenia, ciência do melhoramento da raça, seria, portanto, um instrumento para corrigir a distorção no crescimento populacional dos ricos e pobres. Para isso, subdividia-se em eugenia positiva e negativa. A primeira para estimular a reprodução de casais eugenicamente “superiores”, e a segunda para restringir a multiplicação dos seres “inferiores”, inclusive, através de medidas coercitivas que seriam aplicadas pelo Estado para assegurar a vida e a saúde da raça humana.
            No século XX, com a ascensão do nazismo na Alemanha, a eugenia foi praticada ao extremo. Hitler, sob o pretexto de preservar a pureza racial alemã, perseguiu e eliminou, sistematicamente, minorias étnicas, como eslavos, judeus, homossexuais, pessoas com deficiências físicas e mentais. Em suma, a eugenia serviu muito bem aos propósitos do nacional-socialismo, demonstrando o quanto a ciência pode ser perigosa se empregada a favor da intolerância e do radicalismo político.      

Rodolfo Alves Pereira
Professor da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.

Próximo artigo - A eugenia seduz intelectuais e políticos brasileiros e desembarca na terra das palmeiras e do sabiá.

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