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6.11.19

Grande notícia!

E. E. Luiz Salgado Lima é finalista do Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2019!

O projeto da escola "Salgado Lima" representa Leopoldina, o estado de Minas Gerais e a Região Sudeste na Final, que será realizada em São Paulo, no dia 28 de novembro.

A entidade promotora do evento postou em sua rede social o resultado.  Confira.



Fui informado por e-mail (ver a imagem abaixo), uma grata surpresa, não esperava por uma notícia dessas! A emoção é indescritível! Sou grato a Deus, à minha esposa, alunos e equipe da escola e aos promotores do Prêmio por me possibilitarem essa alegria.




O prêmio é apoiado por várias instituições, inclusive o MEC.
E conta com a parceria de agentes culturais importantes no cenário nacional,  como o cantor e compositor Gabriel, o Pensador e Maurício de Sousa,  o pai da Turma da Mônica.




Veja a repercussão na imprensa e na mídia 
locais:


23.9.19

Projeto escolar irá virar Lei no município do Carmo-RJ

O Projeto "Cerol, não!" nasceu no CIEP 280 no ano de 2012.

Começamos a trabalhar com os alunos a conscientização acerca do assunto, os riscos que o cerol e similares envolvem e atividades de pesquisa, produção de texto e realização de festivais de pipa.

Com o passar do tempo o Projeto amadureceu, mais ações foram incorporadas, ele se tornou objeto de defesa permanente de nosso Blog e parte de nosso planejamento anual nas escolas. 

Neste ano, trabalhamos a campanha "Cerol, não!" com a turma 803 do CIEP 280. Os alunos pesquisaram dados sobre acidentes provocados pelo cerol, preparam uma exposição com cartazes e confeccionaram lindas pipas, as quais puderam ser "empinadas" para concluir os trabalhos.

Porém, decidimos ir além, redigimos um documento, colhemos assinaturas da Direção da escola e o encaminhamos aos poderes constituídos do município do Carmo - o Executivo e o Legislativo. Por meio de uma carta sugerimos aos nossos representantes políticos que fosse aprovada uma lei para fiscalizar e proibir o uso de cerol e similares, bem como a promoção de um festival anual de pipas envolvendo toda a comunidade, o que pode incrementar o comércio e movimentar a cidade.

A proposta foi muito bem recebida, tanto na prefeitura quanto na Câmara de Vereadores. A ideia já está em tramitação no poder Legislativo e pelo que percebemos deve virar Lei em breve. Parabéns aos vereadores carmenses e parabéns para os alunos da 803 pelo exemplo de protagonismo estudantil e de cidadania.



26.6.19

A história dos tributos - do Mundo Antigo aos dias atuais

Os tributos começaram a ser cobrados, provavelmente, quando surgiram as primeiras civilizações, no Oriente Médio, na Antiguidade. A Antiguidade compreende o período que vai de 4000 a. C., quando foi inventada a escrita, e termina em 476 d. C., com a queda do Império Romano do Ocidente. Nessa época que floresceram grandes civilizações e impérios na Mesopotâmia, Egito, Grécia e Roma. 

A sedentarização dos grupos humanos tornou a sociedade cada vez mais complexa e hierarquizada, houve a divisão do trabalho, o comércio se desenvolveu, grandes obras eram erigidas, como templos e palácios, e formou-se  uma burocracia, responsável pela contabilidade, arrecadação de tributos e serviços necessários para a manutenção do Estado, governado por reis. Os súditos também faziam ofertas aos sacerdotes e aos governantes, que eram considerados divindades. 

A presença do Estado ganhava cada vez mais importância e centralidade, era necessário proteger a cidade, assegurar a propriedade e garantir a paz e a prosperidade do reino. Tais funções só eram possíveis de serem realizadas graças ao pagamento de tributos, os quais sustentavam o exército, mantinham os burocratas e permitiam o pagamento de milhares de trabalhadores que operavam nas grandes obras, como canais, diques e prédios públicos.

Estandarte de Ur, 2600 a. C.

No mundo Antigo os tributos eram pagos por meio de produtos ou através de trabalho e prestação de serviços para o Estado. Os achados arqueológicos ilustram como ocorria o pagamento de tributos na Antiguidade. O Estandarte de Ur, uma cidade-estado suméria da Mesopotâmia mostra:

"...o povo conduzindo animais e carregando sacos às costas. Um forte touro é levado preso pelos chifres, um rebanho de cabras lanudas e até uma gazela e seu filhote seguem neste cortejo. Seriam alimentos para abastecer a cozinha real durante os dias de celebração ou tributos e oferendas destinados ao rei e aos deuses?" (DOMINGUES, Joelza Ester. Blog Ensinar História).

No Antigo Egito, além dos tributos cobrados por escribas e coletores de impostos, também se exigia que os camponeses trabalhassem em obras monumentais, como a construção das pirâmides. 

Uma pintura na tumba de um faraó que reinou em 1900 a. C., revela a mobilização de muitos trabalhadores realizando pesadas tarefas.
  

No século VI a. C., houve a expansão da prática de cunhar moedas, sobretudo de prata, a partir, provavelmente, do reino da Lídia, situado perto das cidades gregas da costa da Anatólia (GUARINELLO, 2018, p. 90). As moedas expressavam o civismo e o poder econômico das cidades-estado, fomentaram o desenvolvimento do comércio e de atividades bancárias na orla do Mediterrâneo. 
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Agora não se pagavam os tributos somente com mercadorias ou trabalho, utilizavam-se também as moedas. Em Atenas, havia um aparato administrativo que cuidava pelas despesas do Estado, como a guarda da cidade, abertura de estradas, assistência aos enfermos. Os atenienses faziam incidir impostos sobre estrangeiros, cobravam direitos alfandegários e rendas de bens, tudo calculado por técnicos que dominavam a aritmética.

Na Pérsia, no século VI antes de nossa Era, Ciro organizou um grande Império, dividido em satrápias, cujos governadores eram indicados por ele. Não havia impostos estáveis, então cada satrápia contribuía segundo sua capacidade e sua vontade.  

Roma construiu o maior império na Antiguidade, em 27 a. C., sob o governo de Augusto César, os romanos atingiram a estabilidade por um longo período - a pax romana. O império havia dominado um vasto território e os romanos criaram uma estrutura burocrática com funcionários especializados em coletar impostos. As províncias enviavam à Roma homens para o exército, ouro, animais e plantas exóticas e alimentos. Os censores recenseavam os cidadãos, fiscalizavam as terras e criavam tributos, enquanto os questores cobravam impostos e administravam o tesouro público. A terra era a principal fonte de receita do Estado romano, exigia-se o tributo em dinheiro ou em espécie, que se apresentava na forma de dízimo ou de imposto fixo sobre o patrimônio. Também se praticava o imposto indireto, isto é, aquele que incide sobre transações de mercadorias e serviços, como a venda de mercadorias e de escravos. 

A desagregação do Império Romano no Ocidente resultou, anos depois, no Feudalismo, sistema político e econômico no qual predominou a descentralização do poder. A base da economia era a agricultura, os nobres detinham a terra e o poder, eles fixavam taxas e tributos que os camponeses deviam pagar, como taxa para usar o moinho ou o forno, dever de cultivar os campos dos senhores feudais, entregar parte de sua produção para os nobres etc.
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Com a Crise do século XIV, houve novas transformações políticas, econômicas e sociais na Europa. Após sucessivas crises, como a fome, as perdas humanas resultantes das Cruzadas e da Peste Negra, surgiram os Estados Nacionais, com monarquias estabelecendo fronteiras e tentando unificar reinos e territórios. O comércio florescia, a burguesia prosperava e a Expansão Marítima trouxe ainda mais riqueza para os reinos europeus, com especiarias, produtos de luxo, prata e ouro.

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Os novos Estados cobravam impostos da população, necessários para manter o exército e formar frotas mercantis. O corpo burocrático, constituído de funcionários reais, contabilizavam os recursos e zelavam pelas finanças públicas. Os reis vivam luxuosamente com sua corte, toda essa extravagância era sustentada pelos setores produtivos - trabalhadores e burgueses - que empreendiam e tinham que arcar com o pagamento de tributos para o Estado.
Jardim do Palácio de Versalhes, na França,  construído na era dos Reis.

Na Inglaterra, no século XIII, a questão tributária foi motivo de conflitos entre o rei e os nobres, os quais estavam insatisfeitos com o aumento arbitrário de impostos pelos monarcas. Tal conflito teve como consequência a aprovação da Magna Carta em 1215, documento que, entre outras medidas, impedia o rei de aprovar novos tributos sem a aprovação do Conselho dos Barões - órgão antecessor do Parlamento britânico.

Trecho da Magna Carta, documento de 1215, que trata sobre a necessidade de convocar os barões para discutir a criação de taxas e tributos.

Nas colônias da América as taxas e impostos que recaíam sobre os colonos também foram motivos de contenda contra os burocratas metropolitanos. Em 1776, os colonos da América do Norte Inglesa declararam sua independência após se revoltarem contra sucessivas imposições do rei Jorge III, como as leis do Açúcar, do Selo e do Chá, que oneravam os colonos. O desfecho foi uma luta sangrenta entre tropas americanas e inglesas e a vitória dos colonos, que trouxe a independência e a posterior formação dos Estados Unidos da América.

No Brasil, em 1789, a Inconfidência Mineira também foi fruto da cobrança em excesso dos impostos. O governo português preparava para anunciar a Derrama (cobrança de impostos atrasados), enquanto um grupo de mineiros tramavam uma rebelião. Foram traídos. O alferes Tiradentes foi enforcado e esquartejado após assumir a culpa pela conspiração contra a Coroa Portuguesa.
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Em 1789 eclodiu na Europa a Revolução Francesa, evento que marcou o fim da Idade Moderna, pois provocou profundas mudanças no cenário político, econômico e social do país e depois influenciou inúmeros protestos por todo o Ocidente.
A França pré-revolucionária era marcada pelo Antigo Regime, o poder do rei tinha caráter absolutista e a sociedade de estamentos favorecia uma minoria - o clero e a nobreza, que tinham isenções fiscais. Os membros do último estamento - camponeses, trabalhadores urbanos e os burgueses - que mantinham, por meio do pagamento de impostos, o Estado francês e os privilégios do Rei e de sua corte.

O povo se insurgiu violentamente, o rei Luís XVI foi guilhotinado, foi aprovado a Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão e proclamada a República. Os privilégios do clero e da nobreza foram extintos, as terras dos inimigos da Revolução foram confiscadas e distribuídas para camponeses. Insuflados pelas ideias iluministas de Liberdade e Igualdade, os revolucionários sonhavam com a construção de uma nova sociedade, sem as amarras da desigualdade.



O artigo 13 da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão tratava sobre os impostos para manter o Estado e sobre a necessidade de todos os cidadãos contribuírem, segundo suas possibilidades, vejamos:

Art. 13º. Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Após a Revolução Francesa, como se percebe, a noção de imposto universal e depois o imposto progressivo foi difundida e implantada em diversos países, cujos governos passavam a cobrar mais de quem tinha mais; menos daqueles que possuíam menos. Os impostos, hoje, recaem sobre rendimentos e bens (imposto direto); ou quando o cidadão consome produtos e serviços (imposto indireto, como citado anteriormente). Além disso, o imposto adquiriu, paulatinamente, uma função social importante - promover a melhoria da condição de vida dos necessitados, com investimentos públicos em escolas primárias, saúde e previdência. Enfim, os impostos contribuíram para o desenvolvimento de políticas de bem-estar social, minimizando as consequências da concentração de renda e das desigualdades.  

Impostos na História do Brasil

Os portugueses, quando iniciaram a colonização do Brasil a partir de 1500, introduziram o quinto (20%), o qual deveria ser pago à Coroa Portuguesa pelos colonos, que se dedicavam à exploração da terra, extração do pau-brasil e dos metais preciosos.

Nas Minas Gerais, no século XVIII, foram criadas as Casas de Fundição, para onde o ouro deveria ser levado, fundido e o quinto era recolhido para ser enviado à Coroa Portuguesa.

Os impostos recolhidos sustentavam a Corte Portuguesa, financiavam a construção de Igrejas, Conventos e o pagamento dos empréstimos contraídos junto à Inglaterra. Para evitar os descaminhos do ouro, isto é, o contrabando e a tentativa de fugir ao fisco, Portugal criou estradas para controlar a circulação do ouro, enviou tropas e autoridades fiscais para a região das Minas Gerais e mais impostos, como a capitação - taxa cobrada de acordo com o número de escravos dos colonos.


  
A cobrança excessiva de impostos gerou muita insatisfação entre os mineiros, os quais, por duas oportunidades, se rebelaram, mas foram contidos pelas forças coloniais. A primeira revolta, ocorreu em 1720, liderada por Filipe dos Santos, que acabou enforcado e esquartejado. Em 1789, eclodiu a Inconfidência ou Conjuração Mineira, o alferes Joaquim José da Silva Xavier - o Tiradentes - também foi punido com a morte.
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Atualmente, o cidadão brasileiro continua sofrendo com a carga tributária, principalmente com aquela que recaí sobre o consumo e encarece os produtos, sistema que penaliza, sobretudo, os mais pobres. Some-se a isso os demais impostos que são diretamente arrecadados, como o Imposto de Renda, Imposto sobre propriedade de veículos e imóveis entre outros. Os principais tributos que recaem sobre os contribuintes são cobrados por todos os entes da União: federais (Imposto sobre  Produto Industrializado (IPI), por exemplo); estadual, como o Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços (ICMS); Municipal, Imposto sobre Serviço de qualquer natureza (ISS).  Em 2018, foram arrecadados mais de R$ 2,1 trilhões de reais. Parte dos recursos são repassados aos Estados e aos Municípios brasileiros, e os valores são empregados em diversos setores, como construção de escolas, obras de saneamento, pagamento do salário de servidores etc.  

O gráfico abaixo mostra que o contribuinte precisa trabalhar 153 dias no ano, apenas para pagar os impostos para o governo.


É preciso ter consciência de que os impostos são importantes, afinal, eles financiam as políticas públicas fundamentais que podem contribuir para o desenvolvimento da nação, como as obras de infraestrutura (rodovias, portos e aeroportos) e promover o bem-estar social, com investimentos em saúde, educação e segurança.

Anualmente, os cidadãos e empresas precisam fazer a declaração de renda da qual são cobrados impostos, importante fonte de receita para os governos. As empresas que lucram mais de R$ 20 mil por mês pagam 25% de imposto de renda e mais 9% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Para a pessoa física, a alíquota varia de 7,5% a 27,5%, a última é aplicada nos maiores rendimentos.

Contudo, as pesquisas demonstram que os contribuintes brasileiros estão muito insatisfeitos com a falta de retorno e a ineficiência dos serviços públicos (Ver gráfico abaixo), os quais deixam a desejar. Temos escolas que necessitam de melhorias, hospitais com carência de médicos, leitos e medicamentos, enfim, os serviços públicos brasileiros precisam de cuidados, investimentos e boa administração para atender aos anseios do povo.


Em países,  onde a alíquota do imposto  de renda está bem acima do que é cobrado no Brasil, há satisfação da população com os serviços públicos, caso da Bélgica e Canadá,  por exemplo, onde a saúde a educação públicas são de excelência e as pessoas têm boa de qualidade de vida.  

Sonegação fiscal 

De acordo com o dicionário Aulete-online, sonegação significa:
1. Ação ou resultado de sonegar; SONEGAMENTO
2. Crime decorrente da omissão, voluntária ou involuntária, do pagamento de um imposto.
3. Ocultação deliberada de dados ou documentos

Sonegação fiscal é crime, existem leis e normas no Brasil que tentam coibir tal prática. Segundo o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional em 2018, o Brasil deixou de arrecadar 345 bilhões de reais devido a sonegação! 

Imagine como esse imenso volume de dinheiro não fez falta nas farmácias populares, nos postos de saúde, na manutenção das escolas públicas ou na obra de saneamento básico e esgoto dos bairros? 
Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), de Curitiba, revelou que há indícios de sonegação em "65% das empresas de pequeno porte, 49% das empresas de médio porte e 27% das grandes empresas".
Nós,  cidadãos,  podemos adotar medidas que ajudam a reduzir a sonegação fiscal. Exigir o cupom fiscal após a compra de mercadorias é uma delas. 

Exemplos de sonegação são inúmeros, inclusive com grandes empresas e estrelas do mundo artístico e esportivo, veja a seguir:



O que fazer para evitar a sonegação fiscal?

Existem inúmeras formas de combater a sonegação fiscal:
  • Atualização das legislação tributária;
  • Aperfeiçoamento do trabalho de fiscalização;
  • Informatização de mecanismos de controle;
  • Cobrança dos devedores, de forma amigável ou judicial;
  • Exigência da cupom fiscal pelos consumidores;
  • Educação Fiscal, para sensibilizar a sociedade sobre a importância social do tributo.
Comprou? Exija o Cupom Fiscal!

E, evidentemente, precisamos que os gestores públicos e políticos sejam figuras exemplares, idôneas e apliquem corretamente o dinheiro público em áreas fundamentais para o desenvolvimento humano e do país. O Estado brasileiro e o dever de tributar são essenciais ferramentas que podem erradicar a pobreza, a marginalidade, reduzir as desigualdades regionais e auxiliar na construção de uma sociedade mais justa e solidária, conforme estabelece o artigo 3º da Constituição Federal de 1988. 
Enfim, tais comportamentos e atitudes por parte dos cidadãos, autoridades e gestores públicos ajudarão a população a reconhecer a importância social dos tributos para a melhora da qualidade de vida de todos! 


A relevância da Educação Fiscal

"A Educação Fiscal  é um trabalho de sensibilização da sociedade para a função socioeconômica do tributo. Nesta função, o  aspecto econômico refere-se à otimização da receita pública, e o aspecto social diz respeito à aplicação dos recursos em benefício da população". (Programa Nacional de Educação Fiscal, p. 8. ESAF).

Faça o teste de cidadania sobre Educação Fiscal e mostre o quanto você aprendeu!


19.9.17

Mais produções dos alunos do projeto "2017 - Ano Lobatiano"

O aluno Arthur, do 8º ano do Ensino Fundamental da E. E. Luiz Salgado Lima, participou ativamente  da Primeira Etapa do projeto 2017 - Ano Lobatiano.

Arthur simplesmente ficou encantado pela biografia de Lobato e por sua obra. De março para cá, esse promissor estudante não parou de produzir: escreveu contos, a biografia do criador do Jeca Tatu e agora me apresentou um belíssimo desenho com alguns dos incríveis personagens do Sítio do Pica-pau amarelo.

Eis o trabalho artístico de Arthur:
Parabéns Arthur, o seu desenho ficou lindo!

11.3.16

Diálogos contemporâneos sobre as Reformas religiosas do século XVI

Estudar História não é apenas decorar datas e memorizar acontecimentos, mas um exercício complexo e constante de tentar compreender os problemas vividos no presente a partir de um olhar crítico e reflexivo sobre o passado.

Nesse sentido, solicitamos aos nossos brilhantes alunos do 8º 11 que produzissem textos analisando as Reformas religiosas do século XVI e suas consequências. 
Confiram algumas produções:


Cada um com sua religião
Seja católico, evangélico, espírita ou umbanda temos que respeitar a religião de cada pessoa. Em algum momento você já deve ter visto na TV pessoas sendo assassinadas e agredidas por causa da fé que seguem. Essas lutas religiosas começaram há muito tempo no século XVI, quando ocorreu a Reforma Protestante.

Naquela época, um monge alemão, Martinho Lutero, começou a questionar certas práticas do catolicismo, dentre elas a venda de indulgências, a corrupção no clero, a falta de vocação de alguns padres e de outras autoridades eclesiásticas. 


Lutero e suas 95 teses (1517) deram início à Reforma protestante.
Sabendo disso, o papa mandou que expulsassem Lutero da Igreja Católica. A partir de então, ele criou uma nova religião e ocorreu um cisma na cristandade. Daí começaram a acontecer guerras entre os seguidores das diferentes religiões, causando várias mortes, inclusive de inocentes. 


Hoje, a violência por conta das diferenças religiosas está diminuindo, mas ainda existem várias pessoas que têm preconceito. Portanto, respeite a religião dos outros da mesma forma que você quer que respeitem a sua!

Carolina
Aluna do 8º ano





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Minha opinião sobre as diferenças religiosas


"Não julgues, para não ser julgado" assim diz um versículo da Bíblia"(seja a evangélica ou a católica). O mandamento de Deus é claro, vamos parar de julgar a religião alheia.  
Isso é um defeito humano que, com esforço, pode pode se tornar um bem. 

Não adianta julgar outra religião que não seja a tua, pois você não a conhece. 

No passado, já houve casos de protestos religiosos, como os ocorridos no século XVI, que acabaram provocando a morte de muitos de milhares de pessoas.
Você gostaria que matassem pessoas ou seus parentes por uma guerra que não vai levar a nada? 

Vamos lembrar de outra parte da Bíblia que diz: "Deus não ama o pecado e sim o pecador", então não importa sua religião, se amar e ter fé em Deus você irá achar o seu caminho. 
Em vez de brigar pregue, em vez de causar discórdia, cause o amor. Em outro versículo das Escrituras está escrito: "quem não ama, não conhece a Deus, pois Deus é Amor".

Por fim, não se esqueça de todos tem o livre arbítrio, por isso podem fazer suas escolhas que merecem ser respeitadas.
Raquel
Aluna do 8° ano



Parabéns. Ótimo trabalho!

22.4.15

Animação sobre o Absolutismo e o Mercantilismo

O título do post apresenta dois conceitos fundamentais para se compreender a Idade Moderna, uma época em que surgem os Estados Nacionais europeus e se dá a formação do capitalismo comercial, que resultará, posteriormente, nas grandes navegações e descobrimentos do século XV.

Para facilitar o estudo e a assimilação dos conceitos, elaboramos uma animação através do recurso digital Powtoon, que exploramos pela segunda vez.

Assista ao vídeo abaixo e descubra como não é tão complicado aprender História.




Obs.: Não se esqueça de estudar o caderno, o livro didático e outros textos e resumos disponíveis aqui no Blog para ampliar o seu conhecimento sobre o assunto.

Bons estudos!

21.3.15

Jogo do Antigo Regime

Absolutismo, Mercantilismo, Sociedade Estamental... Esses e outros conceitos característicos da Idade Moderna europeia podem ser um pouco complicados para os estudantes do 8º ano. Afinal, os adolescentes não têm tanta paciência para ouvir e ler sobre esses temas complexos e importantes que precisam ser estudados.

Nossa avaliação bimestral no 8º ano foi a confecção de um Jogo de Tabuleiro sobre o Antigo Regime. 

Os grupos de alunos confeccionaram o jogo abordando o tema estudado: O Antigo Regime (Séculos XVI -XVIII), contendo perguntas, obstáculos, bônus e classes de personagens da época (Confira o material utilizado clicando aqui).

A experiência foi legal demais. Essa turminha sabe fazer um jogo de tabuleiro. Confira as fotos:








Parabéns, alunos das salas 10 e 11!

3.6.13

O período Napoleônico

Napoleão Bonaparte (1769 - 1821) foi um grande personagem da História da França, da Europa e do Mundo Ocidental.

Enquanto esteve no poder, como Imperador da França, foi um tormento para as antigas monarquias europeias, destronou reis, afugentou outros de seu trono, caso da família real portuguesa que deixou seu país para vir para o Brasil, suas ações repercutiram até aqui na América, desencadeando ou influenciando a revolta dos colonos contra o domínio luso-espanhol.

Muitos historiadores admitem que foi a vinda da família real portuguesa para o Brasil, em 1808, que deu início ao processo de nossa independência. Podemos acreditar então, que se não fosse por Napoleão, provavelmente, o Brasil continuaria sendo, por mais alguns anos, uma colônia de Portugal.

Que tal estudarmos mais um pouco do período Napoleônico? O slide abaixo trás um resumo sobre essa época, os feitos e consequências das atitudes de Bonaparte. Boa leitura!




Você leu o slide com atenção? Se a resposta for sim você merece um prêmio. Vai ganhar um  "chapéu de Napoleão"!


Calma, não estamos falando desse chapéu. Nos referimos a este aqui debaixo:


Com chocolate e coco... delicioso!

Quer saborear essa iguaria? Então anota aí a receita, e prepare essa delícia aí na sua casa! Se estudou tudo, você merece, parabéns!


14.9.11

Para os alunos da 802

Prezados estudantes, seguem abaixo quatro vídeos, sendo um por assunto com informações e reflexões sobre os temas que estão sendo pesquisados por vocês para a elaboração de peças teatrais.
Espero que assistam com atenção e depois façam um debate em grupo para aproveitar as ideias dos vídeos e dos textos que já receberam.

Grande abraço.
Tema 1: Ética e respeito pelo próximo

Tema 2:  Bullyng na escola - uma prática condenável

Tema 3: Diferenças culturais - riqueza e harmonia (também sugiro uma leitura atenta de nossos slides  "Diversidade", disponível aqui no blog e apresentado em sala de aula)





Tema 4: A importância de um amigo

PESQUISEM Á VONTADE, OS VÍDEOS SÃO APENAS SUGESTÕES!!

Diversidade: nossa maior riqueza

Todos somos únicos, diferentes e ao mesmo tempo iguais, estamos interligados uns aos outros, pois somos seres sociais.Historicamente, o Brasil e seu povo foram formados por grupos muito distintos entre si, cultural e fisicamente. A despeito dos terríveis problemas e conflitos que permearam esse processo de construção da nação e identidade brasileiras, muita riqueza emergiu daí. Essa riqueza está presente em nossa cultura miscigenada, na diversidade e pluralidade de expressões do povo brasileiro. Valorizar a individualidade e as contribuções culturais que recebemos de nossos antepassados é um exercício de cidadania. Veja só:

18.8.11

Produção de textos turma 802!

Abaixo reproduzimos algumas das produções dos alunos da turma 802 do CIEP 280, sobre o tema solidariedade.Os textos ficaram bons, em breve postaremos mais trabalhos de vocês!
Confiram alguns:

Solidariedade

Solidariedade é você repartir seu bem com o próximo, é ajudar-lhe em suas necessidades e entender suas dificuldades. Mas não é a maioria dos seres humanos que entendem esse lema, muitos tem tudo e não querem dividir, outros não tem nada e repartem o que conseguem, apesar de sua luta pela sobrevivência.

Solidariedade é ensinar para aqueles que não entenderam o que nós conseguimos aprender. Resumidamente, solidariedade é ter caridade, compaixão, é você participar dos sonhos das pessoas e ajudá-los a realizá-los com uma força que vem de dentro, de um lugar chamado coração!

Texto escrito pela aluna: Lis


Solidariedade

Solidariedade é você ajudar as pessoas sempre que elas precisarem de você e de um ombro amigo. Temos que ser solidários. O amor e paz são os sentimentos que devem nos mover para sermos mais solidários. Ajude os outros, para que você seja ajudado quando precisar superar seus problemas.
Temos que ajudar o próximo para que o ele nos ajude, e esqueçamos quaisquer diferenças, pois todos temos que ser solidários independente da raça ou cor da pele. Afinal, ser diferente não é ser doente, ser diferente é normal.

Por isso temos que ser amigos e felizes sempre, e o amor vai nos ajudar a superar todos os nossos problemas. Solidariedade é o que nos move!

Alunas Brenda e M. das Graças

Não deixe de ler

Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa

Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...