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18.5.18

Projeto: Será que respeitamos as diferenças?

Estudar História é muito mais do que decorar nomes, datas e fatos do passado. O estudo da matéria também não se resume à mera reprodução das informações que estão no livro didático. Estudar História requer reflexão, leitura, diálogo e produção de texto. Assim, a História é viva, pois quando estudamos um fato pretérito hoje, temos a chance de problematizá-lo, fazer indagações e até ressignificá-lo a partir da interpretação presente ou pela descoberta de novos documentos.
  
Atualmente, o ensino da disciplina prioriza a História-problema, que suscita questões e promove reflexão e debate sobre problemas atuais, cuja origem se encontra no passado.

Estudamos com as turmas do 7° ano do CIEP Brizolão 280 a Reforma Protestante e seus desdobramentos no século XVI. Depois, os alunos pesquisaram casos noticiados na mídia sobre intolerância religiosa.
Os alunos encontraram várias ocorrências de pessoas que foram agredidas por conta de sua religiosidade ser diferente da maioria cristã do Brasil.

Este pequeno projeto teve como culminância a elaboração de cartazes com as manchetes de jornais sobre os mencionados casos e a pergunta: "Nós respeitamos as diferenças?".
Todo o material, cuidadosamente preparado pelos estudantes, está exposto no pátio da escola. Nossa ideia é contribuir para a criação de um ambiente saudável, onde predomine a convivência harmônica entre indivíduos independente de suas diferenças fisicas, culturais,  crençs e visão política.

Tomara que a proposta ajude as pessoas a refletirem que as diferenças devem ser respeitadas, caso contrário as palavras democracia e justiça ficam esvaziadas e sem nenhum sentido.

Parabéns, meninas e meninos, o trabalho ficou excelente!

11.3.16

Diálogos contemporâneos sobre as Reformas religiosas do século XVI

Estudar História não é apenas decorar datas e memorizar acontecimentos, mas um exercício complexo e constante de tentar compreender os problemas vividos no presente a partir de um olhar crítico e reflexivo sobre o passado.

Nesse sentido, solicitamos aos nossos brilhantes alunos do 8º 11 que produzissem textos analisando as Reformas religiosas do século XVI e suas consequências. 
Confiram algumas produções:


Cada um com sua religião
Seja católico, evangélico, espírita ou umbanda temos que respeitar a religião de cada pessoa. Em algum momento você já deve ter visto na TV pessoas sendo assassinadas e agredidas por causa da fé que seguem. Essas lutas religiosas começaram há muito tempo no século XVI, quando ocorreu a Reforma Protestante.

Naquela época, um monge alemão, Martinho Lutero, começou a questionar certas práticas do catolicismo, dentre elas a venda de indulgências, a corrupção no clero, a falta de vocação de alguns padres e de outras autoridades eclesiásticas. 


Lutero e suas 95 teses (1517) deram início à Reforma protestante.
Sabendo disso, o papa mandou que expulsassem Lutero da Igreja Católica. A partir de então, ele criou uma nova religião e ocorreu um cisma na cristandade. Daí começaram a acontecer guerras entre os seguidores das diferentes religiões, causando várias mortes, inclusive de inocentes. 


Hoje, a violência por conta das diferenças religiosas está diminuindo, mas ainda existem várias pessoas que têm preconceito. Portanto, respeite a religião dos outros da mesma forma que você quer que respeitem a sua!

Carolina
Aluna do 8º ano





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Minha opinião sobre as diferenças religiosas


"Não julgues, para não ser julgado" assim diz um versículo da Bíblia"(seja a evangélica ou a católica). O mandamento de Deus é claro, vamos parar de julgar a religião alheia.  
Isso é um defeito humano que, com esforço, pode pode se tornar um bem. 

Não adianta julgar outra religião que não seja a tua, pois você não a conhece. 

No passado, já houve casos de protestos religiosos, como os ocorridos no século XVI, que acabaram provocando a morte de muitos de milhares de pessoas.
Você gostaria que matassem pessoas ou seus parentes por uma guerra que não vai levar a nada? 

Vamos lembrar de outra parte da Bíblia que diz: "Deus não ama o pecado e sim o pecador", então não importa sua religião, se amar e ter fé em Deus você irá achar o seu caminho. 
Em vez de brigar pregue, em vez de causar discórdia, cause o amor. Em outro versículo das Escrituras está escrito: "quem não ama, não conhece a Deus, pois Deus é Amor".

Por fim, não se esqueça de todos tem o livre arbítrio, por isso podem fazer suas escolhas que merecem ser respeitadas.
Raquel
Aluna do 8° ano



Parabéns. Ótimo trabalho!

27.6.15

Música e ensino de História

Antes do Homem inventar a escrita por volta do ano 4000 a. C., a transmissão do conhecimento ocorria oralmente, de geração para geração.

Essa transmissão era feita através de rimas ou de poemas, acompanhados por instrumentos musicais, como harpas, flautas e tambores.
As pessoas de antigamente notaram que a linguagem musical facilitava a memorização e a aprendizagem, por isso recorriam à essa prática para contar e ensinar suas Histórias.

A turma 1001, do CIEP 280, adora cantar e eles resolveram fazer uma paródia da música Lepo lepo, abordando a Reforma Protestante que ocorreu na Europa, no século XVI.

Confira a letra e cante também!

Assista ao show da 1001 no vídeo abaixo e aprenda cantando!

20.5.12

Reforma Protestante (700 CIEP 280)

Eis um dos conteúdos que trabalhamos com os alunos das turmas 701, 702 e 701-EJA do CIEP 280 - a Reforma Protestante.
Martinho Lutero iniciou a Reforma Protestante, ao publicar suas 95 teses e pregá-las na porta da Catedral de Wittenberg (Alemanha), 1517.


Estudamos bastante esse fato histórico, que teve muita repercussão no período transitório da Idade Média para a Idade Moderna. A Reforma foi um duro golpe para a Igreja Católica e para a claudicante sociedade medieval.

Analisamos as consequências da Reforma Protestante, a qual gerou intolerância, ódio, perseguições e derramamento de sangue.

 A noite de São Bartolomeu (1572), milhares de protestantes foram massacrados por ordem da mãe do rei da França.

Uma das habilidades previstas no Currículo Mínimo para ser desenvolvida pelos estudantes era a de "Promover o desenvolvimento de atitudes de respeito e Tolerância à diversidade religiosa".
A respeito disso, vamos ler o texto da aluna Adrielle, da turma 701. Essa atividade relaciona um trecho da Constituição de 1988 com as questões religiosas. Ela Respondeu a algumas perguntas, com base no tema das aulas e no fragmento retirado da Constituição brasileira de 1988, veja:


Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

a)Devemos respeitar a escolha religiosa das pessoas, seja ela qual for.
b) Justifique a importância dessa lei para a vida coletiva e individual.  R: Ela serve para que não haja conflito entre as pessoas e os grupos religiosos, para que ninguém seja perseguido por praticar uma religião.
c) Escreva um parágrafo comparando o conteúdo da Constituição de 1988 com a ação do tribunal do Santo Ofício nos séculos XIII-XIV. R: A Lei foi realmente muito importante para proteger a escolha de cada um, assim cada um pode optar por uma religião. Antigamente, na Europa, a Inquisição não respeitava a escolha religiosa das pessoas, perseguia, torturava e até matava aqueles que não eram católicos. 

 
Acho que cumprimos nossos objetivos. Os alunos participaram ativamente das aulas, produziram, refletiram e fizeram arte. Vamos conferir os trabalhos dos alunos e alunas, pois eles foram brilhantes e estão todos de parabéns!



Viu só? A participação de todos e os trabalhos ficaram excelentes, melhor do que isso, foi o entendimento de cada um acerca da necessidade de respeitar as diferenças religiosas, culturais e de pensamento.
Só com atitudes respeitosas teremos um Mundo com mais paz, onde as diferenças culturais não servirão mais como justificativa para conflitos, disputas de poder e nem fomentarão o ódio entre os povos!

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