Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária" discutindo sobre qual o perfil deveria ter o novo papa.
Para um deles o novo papa deveria ser filipino, pois lá tem muitos habitantes e o catolicismo está em expansão no país. Outro disse que poderia ser um africano...
Aí veio a derradeira "conversa fiada", "blá-blá-blá", coisa de gente a toa que não tem o que fazer. Um dos "analistas" gostaria de mais "espaço para as mulheres na Igreja".
Essa gente não tá nem aí para as condições de vida das mulheres, de modo geral, mas acham bonitinho, "politicamente correto" defender mais espaço para as mulheres na Igreja.
Por acaso, as mulheres são maltratadas pela Igreja? As mulheres querem conduzir a celebração da missa, assim como os padres?
Não importa se a referida instituição promove campanhas de solidariedade e de fraternidade e concede espaços para os diversos grupos que fazem parte da sociedade. Os "identitários" acham bonitinho afirmar que as mulheres precisam de "empoderamento" (palavra feia, que nem é encontrada em alguns dicionários. Onde será que surgiu? É provável que tenha nascido em alguma tese genial de doutorado...).
Essa gente faz barulho, forma consciências, faz lavagem cerebral, estão nas mídias e nas redes sociais. Assim, vão tentando influenciar pessoas e fragmentar, cada vez mais, uma sociedade marcada profundamente pela violência, pelo descaso e pela pobreza.
Não é uma papisa e nem a ampliação dos espaços para mulher na Igreja que irão mudar a realidade dos miseráveis do mundo. São políticas públicas sérias, em todas as áreas essenciais para a vida e para a Civilição, e distribuição de renda que garanta dignidade efetiva para todos, algo muito mais relevante e que vai muito além da conversinha fiada sobre a cor ou o sexo dos indivíduos que ocupam os cargos de poder.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo comentário.