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6.9.18

É campeão e vice também!

Otávio, talentoso desenhista e ex-aluno do CIEP-280 no Carmo (RJ), obteve o 1° e também o 2° lugar no V Concurso Literário da Alla (Academia Leopoldinense de Letras e Artes).

Otávio concorreu na categoria cartum/charge.

Cartum/Charge: Ensino Superior e Público em Geral

1º lugar - Temer, sorria e acene - Otávio 
2º lugar - Fábrica de brasileiros patriotas - Otávio 

Segundo informações do site da Alla:

"A cerimônia de premiação aconteceu dia 23/08/2018, às 19:30, no auditório do CEFET/MG Unidade Leopoldina. Os três primeiros colocados de cada modalidade/categoria receberam o certificado de acordo com sua colocação. Os primeiros colocados de cada modalidade/categoria receberam a premiação de R$100,00 (cem reais)."



Parabéns Otávio!!!

No concurso realizado em 2017, Otávio ficou em 2° lugar. Relembre o feito clicando aqui.

16.8.17

Ex-aluno carmense é finalista do IV Concurso Literário em Leopoldina

Otávio Augusto, residente em Carmo, concluiu o Ensino Médio no CIEP 280 em 2016 e está na final do IV Concurso Literário promovido pela Academia de Letras e Artes de Leopoldina (MG).
Otávio está na grande final, dia 25/08/17, no CEFET em Leopoldina (MG)!

Otávio se inscreveu na categoria público geral, na modalidade CHARGE,  e enviou para o certame um belíssimo trabalho produzido durante as aulas de Cultura e Uso de Mídias, que foram ministradas por nós no Ensino Médio. O título do trabalho finalista é Game of Thrones Brazil
Charge finalista! Arte de Otávio Augusto.

A cerimônia de premiação acontecerá no dia 25 de agosto, no auditório do CEFET/MG, em Leopoldina, na qual serão premiados os três primeiros colocados.

Parabéns e sucesso, Otávio!

9.3.15

Os concursos da SEE-MG foram justos?

Ontem a Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG) realizou um grande concurso para vários cargos do Magistério.

O anterior foi realizado em 2012 e a SEE-MG custou para convocar os aprovados dentro das vagas disponíveis. Muitos concursados ainda aguardam a convocação.

Tanto no concurso de 2012 quanto no concurso de 2015 havia critérios em comum: provas escritas, provas de títulos e pontos extras para quem apresentasse contagem de tempo de serviço no Estado.

Essa fórmula adotada nos dois últimos certames parece muito boa para os antigos efetivados pela fatídica Lei Complementar 100/07, cujos dispositivos de efetivação foram declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal.

Questiono apenas se a fórmula adotada pelo Concurso da SEE-MG é a mais justa e se ela respeita o princípio da isonomia.
Os candidatos concorreram de igual para igual? Ou aqueles que tem mais tempo de serviço foram favorecidos pelo regulamento do Concurso?

E aquele candidato que é recém graduado, nunca trabalhou no Estado, portanto não tem tempo de serviço e não receberá nenhum ponto nesse critério. Digamos que ele faça mais pontos na prova escrita, mas acabe sendo superado por alguém que tirou nota menor, mas que já acumula tempo de serviço, após anos de trabalho designado e/ou efetivado.
Como se sentirá esse jovem que sonha em entrar para o Magistério?

Me recordo de ter prestado o Concurso para a SEE-MG em 2005 e achei que a fórmula foi justíssima, baseada apenas na prova escrita. Assim, foi aprovado quem tinha mais domínio sobre os conteúdos exigidos pelo Edital. Não houve prova de títulos, tampouco pontos para quem tinha tempo de serviço.

Desse modo, acredito que o Concurso de 2005 respeitou o princípio da isonomia, tratando a todos igualmente, sem gerar, indiretamente, favorecimento para um ou outro grupo de candidatos.

Em minha opinião, de 2005 para cá a SEE-MG esqueceu como se deve fazer um concurso. Aliás, os governos, o anterior e o atual, organizaram mal os certames. Parecem que não fizeram a lição de casa e se esqueceram de estudar o Capítulo VII da Constituição Federal, que trata sobre a Administração Pública.

Parece que os governos, o anterior e o atual, querem de todo modo corrigir o grande equívoco jurídico e político cometido em 2007, com a malfadada Lei 100/07. Essa Lei que só trouxe ansiedade, tristeza e pânico para milhares de trabalhadores da educação. A situação dos governos piorou quando veio o STF e anulou a efetivação, exigindo a dispensa dos ex-efetivados. Para não ficar mal com os milhares de trabalhadores, os governos lançaram os concursos e acrescentaram o critério do tempo de serviço, criando, de certa forma, um benefício para os que possuem tempo de serviço e um prejuízo para quem nunca trabalhou e sonha em ingressar na Carreira do Magistério.

Os novatos, recém graduados, se quiserem ser classificados e nomeados, precisarão passar pela prova escrita e torcer para que os mais antigos não lhes deixem para trás com os títulos acadêmicos e os pontos acumulados devido ao tempo de serviço prestado ao Estado.

Todos os cidadãos habilitados deveriam concorrer em um Concurso Público em condições de igualdade. Quando os governos tentam corrigir um erro com outro pode ser até uma medida legal, mas não parece ética ou moral. 

Será que os últimos concursos da SEE-MG foram justos?

9.12.14

Estamos na Final!

Nosso projeto foi selecionado para a grande final do Prêmio VivaLeitura 2014!









Clique na imagem abaixo para conferir o resultado:


Agradecemos a Deus e aos nossos familiares, amigos e alunos por terem nos proporcionado essa grande oportunidade.

A cerimônia de premiação ocorrerá no Salão Nobre do Congresso Nacional, em Brasília (DF), no dia 16 de dezembro.

Obrigado!



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