29.5.18

Desafio!

Hoje fui desafiado pelo meu amigo, professor msc. Alessandro Mendonça Reis, e agora repasso o desafio para meus estimados alunos!

Você sabe a quem pertence esta mão?

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Poste um comentário com a resposta correta (nome da obra e de seu autor), não se esqueça de digitar seu nome/escola/turma. O primeiro que acertar vai ganhar um chocolate! 

26.5.18

Lembram do subsídio do governo Anastasia?

Os últimos governos tucanos, sobretudo o de Anastasia, foram terríveis com os educadores. A política remuneratória e de (des)valorização do magistério eram sufocantes, acompanhadas por malfadadas propostas pedagógicas, como os programas de intervenção pedagógica e acelerar para vencer.

O ilusório destaque da educação básica mineira em avaliações externas do governo federal e o ranqueamento das escolas serviam como uma nuvem de fumaça para a opinião pública. Enquanto o órgão central e as SRE's se fortaleciam e disputavam à tapas as melhores posições na tabela, nas escolas havia servidores desmotivados, adoecidos e alunos sendo treinados para realizar avaliações, como PROEB, PROALFA e PROVA BRASIL.

Com a eleição de Fernando Pimentel, do PT, com amplo apoio dos educadores e suas famílias, havia a esperança de que a educação teria novos rumos. O governador prometia choque de carinho e ouvir para governar. Foi estabelecido uma nova política remuneratória, baseada na Lei Federal do Piso do Magistério e o subsídio criado pelo governo anterior foi abolido.
Mas o governo petista conservou, absurdamente, os pilares em que se baseavam o modus operandi dos tucanos na gestão da educação pública.
Os pífios percentuais de progressão e de promoção na carreira dos educadores foram mantidos, por exemplo. O cínico e inócuo sistema de avaliação de desempenho dos servidores efetivos também permaneceu inalterado. As avaliações externas continuaram tendo relevância e a nova equipe da secretaria pouco ou nada fez para guinar positivamente a educação mineira. A nova secretaria limitou-se a repaginar, como novas colorações e layout, o website oficial da pasta.

Apesar da manutenção dos retrocessos, os trabalhadores da educação sentiram no bolso uma pequena melhoria salarial, com a incorporação gradativa de parcelas ao vencimento básico. Há profundo descontentamento da categoria com a falta de compromisso do governador, o qual não honrou  promessas, como os reajustes salariais devidos e que ficaram atrasados. 

Na tabela abaixo é possível observar a mudanças e permanências na política de remuneração dos professores. Para elaborá-la tomamos como base as respectivas legislações dos governos de Anastasia e de Pimentel, sem considerar, a princípio, índices inflacionários e os reajustes anuais do Ministério da Educação.
Mas em contas simples, a diferença salarial é de quase 40% entre o valor de 2011 e o piso pago em 2018. A inflação acumulada entre 2011 e 2017 fica em torno de 43,2%. Houve aumento real para o trabalhador? Se com o governo Pimentel os educadores não conseguiram deixar o pauperismo, imaginem o que ocorrerá com o jeito Anastasia de governar, cujo "choque de gestão" baseava-se em cortar investimentos em saúde, educação e reduzir salários de servidores, sob o pretexto de modernizar os planos de carreiras.

Quanto a atuação, nos últimos quatro anos, do principal sindicato da categoria, em nosso entendimento, não merece menção neste texto.   

Grande evento acadêmico e cultural à vista!

*Atenção: A palestra está adiada devido à falta de combustível para o transporte do visitante sírio. Aguardem nova data.

Clique sobre a imagem para ir ao Portal de notícias do Jornal Leopoldinense e leia mais sobre o evento internacional, a ser sediado na E. E. Professor Botelho Reis.


25.5.18

História em imagens

Registro imagético de trecho da BR-116, em Leopoldina (MG), ocupado pela greve dos caminhoneiros.



Fotografia tirada em 25/05/2018, por volta de 14:00 h.

Fila de veículos aguardando combustível. BR 116.

19.5.18

Turismo ganhará novo fôlego na região Minas-Rio

Na segunda metade do século XIX foram construídas as primeiras ferrovias que ligavam as cidades cafeeiras da Zona da Mata Mineira aos municípios e entrepostos do Rio de Janeiro.

Um projeto turístico, envolvendo representantes da sociedade e do poder público de vários municípios, está sendo desenvolvido para explorar o patrimônio histórico e a cultura trazidos pelas linhas férreas. A previsão para o início das viagens é o segundo semestre de 2018.

O Trem Turístico Rio-Minas ligará Três Rios (RJ) à Cataguases (MG), percorrendo 168 KM passando por várias cidades e belíssimas paisagens naturais.

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Torcemos para que a iniciativa dê certo e propicie a todos mais uma opção de lazer, cultura e também contribua para desenvolvimento turístico e econômico das cidades envolvidas, por meio do incentivo à economia criativa local, geração de emprego e renda.

Resumo: As Cruzadas

 As Cruzadas começaram no século XI. O movimento é marcado pela convocação aos cristãos pelo papa Urbano II:

“A todos aqueles que partirem para as Cruzadas e perecerem no caminho, seja por terra, seja por mar, ou que perderem a vida combatendo os pagãos, será concedida a remissão de seus pecados”.
  •          O objetivo era que a cristandade retomasse a Terra Santa, na Palestina, locais sagrados por onde Cristo havia passado. Durante a expansão islâmica, iniciada no século VII, aquela região havia sido ocupada pelo império dos muçulmanos.
  •          Além do aspecto religioso outros fatores contribuíram para o movimento das Cruzadas, a saber:

1. Crescimento demográfico na Europa Ocidental, que resultou num grande número de marginalizados;
2. Possibilidade de obter riqueza para os filhos mais jovens dos nobres, que não tinham direito à herança;
3. Expansão dos negócios, que beneficiou principalmente os mercadores italianos com a reabertura de rotas pelo mar Mediterrâneo.


  • ·         Entre 1095-1270: foram organizadas sete Cruzadas. Antes dela ocorreu uma com grande mobilização popular e ficou conhecida como Cruzadas dos Mendigos.
  • ·         Em 1212, foi organizada a Cruzada das Crianças, porém, os estudiosos acreditam que elas nem chegaram a viajar, outros defendem que as crianças foram escravizadas e vendidas.
  • ·         A primeira Cruzada (1096-1099) conseguiu conquistar Jerusalém e estabeleceram estados cristãos na região;

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Ilustração do século XV mostrando cavaleiros se preparando para uma das Cruzadas.
  • ·         Em 1144, os turcos capturaram um desses estados cristãos. Governantes alemães e franceses convocaram novos soldados para a Segunda Cruzada, que acabou sendo derrotada.
  • ·         A terceira Cruzada, conhecida como Cruzada dos Reis (1189-1192) por ser liderada pelos principais monarcas cristãos da época – Ricardo Coração de Leão (Inglaterra), Felipe Augusto (Francos) e Frederico I (Sacro-Império) conseguiu um acordo com o sultão Saladino para que fosse permitido aos cristãos fazerem peregrinações a Jerusalém.
  • ·         As demais expedições tiveram resultados não muito significativos. Os conflitos se estenderam com o passar dos séculos, chegando ao século XV. A Igreja se esforçou para justificar a guerra santa, mobilizando pessoas e armas contra os "infiéis" - muçulmanos.  
As cruzadas provocaram muito derramamento de sangue. Acima, há um relato islâmico sobre a violência gerada pelo conflito.
  • O conflito entre cristãos e muçulmanos ocorreu em outras partes do mundo, na península Balcânica, África e península Ibérica. 
  • ·         Os custos da guerra empobreceram a nobreza europeia e ao mesmo tempo fortaleceram o poder dos governantes e posteriormente a centralização do poder, no processo de formação das monarquias nacionais (tema de próximo post). Houve intensificação cultural e comercial entre os europeus e os povos do Oriente, sobretudo da orla do Mediterrâneo.




Dica do Julius: Teste de olho no ENEM (Questão cobrada na prova de 2006)

Os cruzados avançavam em silêncio, encontrando por todas as partes ossadas humanas, trapos e bandeiras. No meio desse quadro sinistro, não puderam ver, sem estremecer de dor, o acampamento onde Gauthier havia deixado as mulheres e crianças. Lá, os cristãos tinham sido surpreendidos pelos muçulmanos, mesmo no momento em que os sacerdotes celebravam o sacrifício da Missa. As mulheres, as crianças, os velhos, todos os que a fraqueza ou a doença conservava sob as tendas, perseguidos até os altares, tinham sido levados para a escravidão ou imolados por um inimigo cruel. A multidão dos cristãos, massacrada naquele lugar, tinha ficado sem sepultura.
(J. F. Michaud. História das cruzadas. São Paulo: Editora das Américas, 1956 (com adaptações).

Foi, de fato, na sexta-feira 22 do tempo de Chaaban, do ano de 492 da Hégira, que os franj* se apossaram da Cidade Santa, após um sítio de 40 dias. Os exilados ainda tremem cada vez que falam nisso, seu olhar se esfria como se eles ainda tivessem diante dos olhos aqueles guerreiros louros, protegidos de armaduras, que espelham pelas ruas o sabre cortante, desembainhado, degolando homens, mulheres e crianças, pilhando as casas, saqueando as mesquitas.
*franj = cruzados.
(Amin Maalouf. As Cruzadas vistas pelos árabes. 2.ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1989 (com adaptações).

Avalie as seguintes afirmações a respeito dos textos acima, que tratam das Cruzadas.
I- Os textos referem-se ao mesmo assunto — as Cruzadas, ocorridas no período medieval —, mas apresentam visões distintas sobre a realidade dos conflitos religiosos desse período histórico.
II- Ambos os textos narram partes de conflitos ocorridos entre cristãos e muçulmanos durante a Idade Média e revelam como a violência contra mulheres e crianças era prática comum entre adversários.
III- Ambos narram conflitos ocorridos durante as Cruzadas medievais e revelam como as disputas dessa época, apesar de ter havido alguns confrontos militares, foram resolvidas com base na idéia do respeito e da tolerância cultural e religiosa.

É correto apenas o que se afirma em

a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) II e III.

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