17.11.15

Resultado final da Certificação de Dirigentes escolares

O Instituto Avaliar divulgou hoje a relação dos candidatos aprovados no exame de Certificação de Diretor de Escola Estadual - SEE-MG / 2015.

Confira no link clicando sobre a imagem:



O resultado dos recursos também foram publicados e a questão 58 foi anulada.

14.11.15

CineHistória: 1492 - a conquista do paraíso

Complementando os estudos da Expansão Marítima europeia, iniciada no século XV, exibimos para os alunos do 1º ano do CIEP 280 o filme 1492: a conquista do paraíso.



O filme foi lançado em 1992, na ocasião o Mundo celebrava 500 anos da chegada dos europeus ao continente americano.


Cristovão Colombo protagonizou a primeira grande viagem marítima, em nome da coroa espanhola, e seu feito possibilitou à Espanha ocupar, posteriormente, parte do continente, explorá-lo e dizimar milhões de índios pela guerra, escravidão e doenças que chegavam junto com os argonautas.

Depois do filme, a aluna Maria Gabriele Ximenes, da turma 1003, redigiu o seu relatório, que será postado a seguir.



Relatório sobre o filme 1492 - a conquista do paraíso


Assistimos hoje, na aula de história, um filme que relata o conteúdo que estudamos no 3° bimestre, 1492: A conquista do paraíso. 

O longa metragem narra a trahetória de Critovão Colombo e as expedições marítimas que ele realizou, em nome da Espanha, ao continente americano. 

O filme começa com uma cena interessante, na qual Colombo explica a um de seus filhos que a Terra era redonda, comparando-a com uma laranja, Naquela época, essa ideia não era aceita pela igreja Católica. 

Nas cenas seguintes, que mostram a primeira viagem de Colombo em busca do caminho para a Índia, é interessante observar o uso de novas tecnologias, como sextante que permitia ao marinheiro se orientar no mar tomando uma estrela como referência. 

Outro aspecto que me interessou bastante foi como os Europeus foram recebidos pelos primeiros habitantes das terras "descobertas" por Colombo. Inicialmente, a relação entre os índios e os europeus foi bastante amistosa e cordial.

Choque de culturas: europeus em contato com os nativos.

O que mais me entristeceu foi a guerra de ambos os povos, o que provocou a morte de muitas pessoas. 
Porém, se não fosse por Cristovão Colombo, talvez não estivéssemos aqui hoje e a História seria bem diferente.





Maria Gabriele Ximenes
Aluna da 1003







Parabéns, Maria Gabriele, seu trabalho ficou excelente!

12.11.15

CineHistória: Celular: um grito de socorro

Na disciplina de Cultura e uso de Mídias começamos a estudar, junto com os alunos do 2º ano do Ensino Médio (PROEMI), a relevância que os telefones celulares assumiram na sociedade e na vida das pessoas.



Os aparelhos estão cada vez mais avançados como, por exemplo, os smartphones, cujos recursos tecnológicos permitem aos usuários navegarem pela internet, fazerem vídeos e fotografias, além das chamadas convencionais. Por isso, eles ocupam cada vez mais o tempo das pessoas.

Um filme que ilustra bastante a dependência dos indivíduos em relação aos celulares é uma produção norte-americana de 2004 - Celular - um grito de socorro (Assista ao trailer abaixo).



Na trama, uma família sequestrada por contraventores vê numa ligação para o celular de um estranho sua única esperança de sobreviver. 

No elenco do filme estão Chris Evans, Jason Statham e outros astros hollywoodianos. Diversão garantida e uma oportunidade para refletir e debater sobre os benefícios e malefícios que o celular traz para a sociedade.

As atividades abaixo nortearam o debate:


11.11.15

Dois argumentos contra os defensores da manutenção de baixos salários para a Educação

Qual educador/professor nunca escutou numa reunião de escola o seguinte: "Quem entrou pra Educação já sabia que o salário era baixo" ou "Temos que trabalhar por amor, independente do salário".

Pois é, infelizmente, eu já ouvi isso várias vezes e asseguro que é algo desagradável para se escutar.

Segundo os defensores dessas afirmações, os professores têm que aturar as péssimas condições de trabalho e os baixos salários goela abaixo, sem lutar e sem reivindicar seus direitos. Para eles, lutar por salários melhores e decentes é algo vergonhoso e que contradiz a ideia de trabalhar por amor. Amor pela profissão e salário digno, de acordo com aquele ponto de vista equivocado, seria uma combinação desnecessária. Que absurdo. 

Imagine se aquelas falas se concretizassem? Não haveria melhora  alguma da situação do magistério e nenhum tipo de valorização de carreira para os trabalhadores da Educação. Ainda bem que são poucos que defendem isso, pois a maioria está insatisfeita com o que recebe, e com toda a razão! 

Onde está a cidadania em aceitar calado uma situação absurda, como a dos governos não remunerarem dignamente o Professor? 

Pois bem, todos sabiam que o Magistério não é a melhor profissão para se ganhar dinheiro, contudo, é direito do trabalhador lutar por uma justa compensação financeira pelo seu relevante trabalho.
Duvida disso?

(Argumento 1) Está na Lei, a Constituição Federal de 1988 determina:

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

V - piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho;


A lei é clara, o profissional tem direito a um piso salarial variável, segundo a complexidade de seu trabalho. Os professores também contam com a Lei 11.738/2008, que estabeleceu o Piso do Magistério, cuja finalidade é valorizar os educadores, contudo, poucos estados e municípios brasileiros a cumprem integralmente.

(Argumento 2) Apesar da leis assegurarem o direito a remuneração adequada para a categoria dos Educadores, sabemos que os professores, que possuem formação em nível superior, recebem, em média, 57,3% a menos do que os demais profissionais com nível superior (http://www.observatoriodopne.org.br/metas-pne/17-valorizacao-professor)

E o salário, ó!

Para tentar reverter essa situação, denunciada ao longo de anos pelos professores em inúmeros movimentos de greve e de lutas, foi inserido no Plano Nacional de Educação a meta 17, a qual tem como principal objetivo equiparar o salário médio do professor, até 2024, aos dos demais profissionais com nível superior (Leia mais sobre o PNE clicando aqui).  Essa meta estipula a necessidade de valorização do professor. Ela rechaça o fraco argumento de que professor deve trabalhar "apenas por vocação". Se a categoria fosse valorizada a meta 17 não existiria, certo? O próprio governo reconhece que não remunera adequadamente os seus professores, então o que impede a categoria de se organizar e reivindicar o direito de receber um salário melhor? 

Por que um engenheiro, um médico, um advogado, um arquiteto, ou qualquer outro profissional com diploma de curso superior tem que ganhar mais do que um professor?

A lei faculta o direito dos professores de reivindicarem melhorias salariais, é uma luta justa e é legal. Então não há que se falar de "amor a profissão" para justificar a inércia e o conformismo com tamanha desigualdade.
Trabalhar com amor, sim, mas recebendo um salário justo!

Lute.

9.11.15

Acrópole - História & Educação na Revista Profissão Mestre

"Aulas de História no Bolso", por Fábio Torres.

Leia o artigo completo sobre o projeto Acrópole APP clicando na foto!




Saiu o gabarito da Certificação de Diretor (SEE-MG)

O gabarito da certificação de dirigente escolar da SEE-MG está on-line.

Para baixá-lo acesse o site do Instituto Avaliar. Clique no banner abaixo:



Gabarito oficial:




Lembrando que a média para a aprovação é de 60%, equivalente a 36 acertos.


6.11.15

Inglaterra, Grã-Bretanha e Reino Unido... qual a diferença ou é tudo igual?

Hoje, nas aulas de História, o aluno Matheus Telles queria entender a diferença entre Reino Unido e Grã Bretanha.

Explicamos para ele que a Grã-Bretanha é uma ilha, onde ficam três países - Inglaterra, Escócia e País de Gales (United Kingdom).

A união desses países forma o Reino Unido que, posteriormente, recebeu a adição da Irlanda do Norte.

Seguem mais informações sobre o Reino Unido, pois esse é um tema que gera bastante dúvidas entre todos.

O Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte é formado por quatro países:  Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

Historicamente, essa União foi feita com muita luta. A Inglaterra invadiu e conquistou os vizinhos a partir do século XII. A Irlanda do Norte foi o último país a se unir ao Reino Unido da Grã-Bretanha, em 1801. O sul da Irlanda permaneceu independente.

Somando todo o Reino, a área total é de 243.610 KM2 e a população é de mais de 62 milhões de habitantes, segundo estimativas de 2011. 

A moeda oficial adotada no Reino é libra esterlina e a maioria das pessoas fala a língua inglesa. Alguns falam galês, escocês ou irlandês.



A capital do reino é a cidade de Londres. Lá é a sede do governo, onde ficam a Rainha - Elizabeth II - e o Parlamento, com representantes dos quatro países.

O regime de governo, portanto, é uma monarquia parlamentarista. A Rainha é a chefe de Estado e o Primeiro-ministro, escolhido no Parlamento, é o chefe de governo.


Rainha Elizabeth II.

No País de Gales, na Escócia e na Irlanda do Norte há Assembleias Nacionais, as quais possuem certa autonomia para tratar de seus assuntos específicos.

Bandeira do Reino Unido

A bandeira do Reino Unido é uma fusão das cores e formas das bandeiras da Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte. Apenas os detalhes da bandeira de País de Gales que não fazem parte da flâmula oficial do Reino. Confira no desenho abaixo:


Cada país com a sua Seleção de Futebol

Não existe uma seleção do Reino Unido. Por que? Devido a tradição e a rivalidade histórica que existe entre os times nacionais dos países que fazem parte do Reino.



Nada impediria a criação de uma "Seleção do Reino Unido", porém os países resolveram manter seus times separadamente.

Entendeu, Matheus?!  

Leia mais sobre o Reino Unido clicando aqui.

Não deixe de ler

Leão XIV é o novo papa, mas alguns queriam uma leoa

Hoje, assistindo a um programa de discussões políticas no YouTube, havia comentaristas defensores de pautas da "esquerda identitária...